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segunda-feira, 5 de maio de 2014

O Mal do Personalismo e a necessidade de um projeto.


Nelson Soares dos Santos
Não são poucos os exemplos da história que comprovam ser difícil a arte de Governar. Compêndios foram escritos, descrições efetivas de momentos cruciais da história da humanidade mostra o governo uma das atividades mais difíceis de realizar. Por isso, aquele que consegue conquistar o poder, manter e perpetuar-se no poder é digno de honras e glórias. Para nós, goianos, três referências imagéticas permeiam nossa mente quando falamos do poder: Lula, Iris e Marconi. O primeiro por sua proeza de ter sido o primeiro operário a se tornar presidente da república; o segundo pela inconteste contribuição já dada ao desenvolvimento do nosso estado; e o terceiro por ser o presente daquilo que se pode considerar a honra de ser um vencedor.  Com todas as críticas que podem ser feitas ( e existem críticas justas que devem ser feitas), na política Goiana Marconi é o nome que representa o poder e a honra da difícil arte de Governar.
Governar para o Povo.
Marconi representa tal fato por diversas razões, a maior delas por ter sido aquele que derrotou o Irismo depois de 16 anos de poder, e outras não menores, como por exemplo, ter contribuído para um arejamento democrático nos seus dois primeiros governos. Quiçá, seja um vencendor, Marconi vive diversos dilemas da difícil arte de governar depois de perpetuar-se no poder e tornar-se vítima das armadilhas impostas pelo poder. Há um livro, que li e não gostei, que mostra de uma forma clara tais armadilhas. O titulo é “48 Leis do Poder”. Segundo tal livro toda vez que se constrói um império ou um governo com o tempo o governante vê se cercado de pessoas que estão mais preocupadas em acercar-se das vantagens do poder do que se preocupar com os destinos do Governo ou o bem estar coletivo, e que, portanto, as intrigas, as disputas,  tornam-se constantes, por vezes colocando em risco os destinos do governo.
As recentes manchetes de jornais mostram um alerta ao governador. As disputas internas entre os grupos estão chegando ao paroxismo. Dos bastidores extravasaram-se para os jornais e muitos resolveram até dialogar por notas oficiais publicadas em jornais e na internet. Quando um dos nomes mais fortes do Governo resolve desabafar na imprensa afirmando que existe bandidos no Governo alguma coisa já passou do limite. É como se já se soubesse mais quem de fato manda no Governo, segundo o Greene, aquele das “48 Leis do Poder”. A receita seria então uns choques de autoridade, demitindo aqueles que se acham intocáveis, valorizando novos quadros, vindo do meio do povo e quebrando o isolamento entre o povo e o Governo.  O desabafo do secretário mostra que existem sinais dos tempos que precisam ser lidos sobre os rumos do poder em goiás, ou do contrário seremos vítimas de aventureiros.

Oposição e Situação  - vítimas  do Mesmo mal.

Para uma leitura dos sinais dos tempos é preciso, antes, compreender o tempo que vivemos, e para se compreender o tempo no qual vivemos é preciso aceitar sua complexidade. Na política em Goiás, não é diferente. Se base de Marconi Perillo peca-se pelo personalismo exagerado fazendo tudo girar em torno de nomes e deixando os projetos, as ideias e os partidos em segundo plano; na oposição não é diferente.
Na verdade, sequer existe oposição em Goiás. O que existe são nomes que se digladiam dentro dos partidos ditos de oposição, sempre em busca de holofotes, de forma personalista e longe de estabelecer um diálogo com o povo com os votos dos quais querem se eleger. Os chamados “novos nomes” estão longe de ter um diálogo frutífero com o povo, e por isso, as pesquisas mostram Iris e Marconi como aqueles melhores posicionados nas pesquisas, fruto do diálogo que estes mantiveram com o povo em eleições anteriores. Friboi, não é político, é um empresário que ser político e o povo já há muito desconfia das razões pelas quais o mesmo é motivado. Afinal, ninguém em Goiás conhece alguma atitude ou ação do mega empresário que demonstrasse preocupação com o Bem estar coletivo.
Vanderlan Cardoso, no máximo repetirá 2010. O povo já teve oportunidade de conhecê-lo e a história política goiana mostra que dificilmente emplacará como candidato a ser levado a sério. Considerado um empresário Sério ( com bem mais credibilidade eleitoral do que o Friboi), não acredito que o povo daria a ele a oportunidade de Governar o Estado. Os exemplos históricos, aos quais ele deveria observar vêm das candidaturas de Paulo Roberto Cunha, Ronaldo Caiado e Otávio Lage. Tanto na situação quando na oposição, o personalismo só contribui para prejudicar as possibilidades de avanço dos processos democráticos no Estado, pois todos os nomes colocados tentam chegar até ao povo por meio das chamadas lideranças consolidadas ( deputados, vereadores e prefeitos), muitas delas tão velhas e desacreditadas que faz o povo ficar descrente de participar no sufrágio Eleitoral.


O Cavalo de Tróia.

A contradição do Governo Marconi é não ter oposição forte e ao mesmo tempo sentir-se sitiado. O que parece é que na verdade os adversários estão espalhados. Isso me faz lembrar-se de umas leituras feitas sobre Confúcio. Diz-se que certa vez Confúcio chegou a um Reino e logo foi chamado para aconselhar o Rei. Pediu ao Rei um prazo para que tivesse um conselho que refletisse a realidade.  Chegando lá, ficou o tempo todo em silêncio, ouviu o Rei, ouviu os conselheiros do Rei, e a esposa do Rei. Depois de a todos ouvir, e antes que terminasse o prazo dado pelo Rei, Confúcio reuniu os seus discípulos que o seguiam e disse que aqueles que quisessem continuar com ele deveriam partir na madrugada e em segredo. Inquirido sobre a razão de tal atitude Confúcio respondeu mais ou menos assim: Em um Reino onde quem manda não tem a segurança de que manda, e quem pensa que manda, na verdade não tem poder de mando o destino é o sangue e carnificina. Pouco tempo depois, aquele reino caiu em meio a traições, mortes, assassinatos e cruel carnificina.
Em artigo anterior, neste blog já havia escrito que é difícil analisar quem realmente tem influência política majoritária em Goiás. Na linguagem Confuciana, quem tem o TAO. E, dentro do governo, os últimos acontecimentos parecem mostrar o mesmo. A direita em Goiás tornou-se pluripartidária e a esquerda democrática apequenou-se. A realidade é que neste vazio surgiram diversos aventureiros servindo-se de ideias frágeis e já  superadas para ocupar um espaço da carência dos sentimentos humanos e transformá-los em objetos do fazer política, poder e de governar. No futebol, tais jogadores são chamados de “Pernas de Pau”, que entram em campo por falta de bons jogadores ou por que os bons jogadores se recusaram a jogar por falta de um bom juiz. O resultado da falta dos bons jogadores é a bola sendo jogada de qualquer jeito e os times sem aquele jogador meio campista que organiza o jogo e o torna um espetáculo belo de ser assistido.  A pancadaria que se vê na imprensa, tanto de oposição contra oposição, situação contra situação e oposição contra situação reflete a fata que faz bons jogadores em campo. Neste sentido, muito das adesões recebidas pelo Governador nos últimos anos revelou-se jogadores “pernas de pau”, quando pior, verdadeiros cavalos de troia.

Governar com Projetos e Ideias

Continuando com a metáfora futebolística o Governador Marconi está condenado a renovar o seu time e colocar maior atenção nas capacidades dos jogadores de produzirem boas jogadas, passar e movimentar bem a bola do que na história de fama dos jogadores. Neste sentido, o Governador precisa começar a repensar o projeto de desenvolvimento do Estado colocando o desenvolvimento humano a frente do desenvolvimento econômico; reforçando o aspecto progressista do Governo e a preocupação com o futuro das novas gerações. As ideias de sustentabilidade, poder local, combate a corrupção, defesa dos direitos humanos, combate a violência, ao tráfico humano, dentre outros deve tomar o lugar dos discursos centrado em pessoas e nas suas pretensas habilidades de bem governar. Não serão pessoas que irão fazer de Goiás um estado melhor para se viver, serão ideias progressistas transformadas em ações por pessoas que tem a capacidade de fazê-lo coletivamente.

Goiás carece de um projeto de Governo, mas, sobretudo, padece também de um projeto de reestruturação do estado que estabeleça novas relações entre o Estado e a Sociedade Goiana. Os velhos coronéis precisam entender que os tempos são outros, que a globalização exige a evolução do local, e que o desenvolvimento humano precisa acompanhar o desenvolvimento econômico. Preservação do meio ambiente não pode ser mais uma preocupação de um grupo de idealistas isolados, mas de todo homem público que queira bem governar. A reestruturação do estado deve ser pensada a partir da complexidade existente entre os aspectos globais e locais da existência humana para que se possa pensar um projeto que de fato faça avançar as conquistas por uma sociedade mais e justa e democrática.  Não se trata de negar os avanços, mas de compreender a necessidade de se continuar avançando.

sábado, 12 de outubro de 2013

Por um projeto de Governo Popular que faça avançar a democracia e o desenvolvimento humano.



Nelson Soares dos Santos[1]

Esteve nos jornais nas últimas duas semanas, que eu me coloquei a disposição do meu partido para disputar o Governo de Goiás, e na última sexta feira, apresentei ao partido as explicações e os motivos pelos quais desejo ser o Governador de Goiás a partir de 2105. A questão que me intriga é que o Estado não tem dado conta de mediar as relações entre  a Sociedade Civil Organizada e o Mercado, e este fato tem transformado os seres humanos em escravos. Ricos e pobres, tem se transformado em escravos de um mercado capitalista desumano e degradante.

Então, a principal razão que me coloco a disposição para ser pré-candidato pelo partido é contribuir com a discussão de como promover o desenvolvimento humano e a democracia. A minha preocupação é com toda a sociedade. Precisamos todos, encontrar um caminho que auxilie em uma nova forma de equilíbrio, que promova a justiça social e faça diminuir a degradação que se tem tratado a vida humana e até mesmo dos animais. Nosso desejo é trazer ao palco o valor da vida em contraposição ao valor do dinheiro e dos bens materiais.

O plano de Governo que estamos trabalhando trata destas questões. No centro de tudo está o ser humano, a vida, a nossa própria existência de homos-sapiens. Todo o resto estará subordinado a esta tese, que para nós é o princípio da busca da paz na sociedade, da valorização da vida, da liberdade, da democracia e da justiça social.

Muitos pré-candidatos tem feito muitos tipos de movimento, mas nenhum deles ousaram dizer que vão governar valorizando a vida e tudo que existe de mais caro para o ser humano. Ao contrário, todos estão preocupados com estrutura de campanha, dinheiro e muito dinheiro para o processo. Nós, queremos que o ser humano seja o centro de todas as nossas ações e a estrutura de todas as estruturas.

Valorizar o ser humano em detrimento dos bens materiais, do dinheiro, e da onda consumista que tomou conta da sociedade não é algo fácil. Alguns acham ingênuo, outros, excesso de idealismo. É por esta razão, que antes de qualquer coisa, e para valorizar a todo o ser humano que queira participar desta jornada, a jornada da recuperação do valor da vida diante do dinheiro, é que desejamos convidar a todos para participar, dar ideias, contribuir. Para isso, todos aqueles que quiserem contribuir com ideias sobretudo no campo da Economia focada no desenvolvimento humano, saúde, segurança, educação, sustentabilidade e assistência social escreva suas ideias para o e-mail : nelsonsoares33@gmail.com, e no campo assunto escreva: Plano de Governo 2014



[1] Nelson Soares dos Santos é Técnico em Magistério, Licenciado em Pedagogia, Mestre em Educação Brasileira, Professor Universitário e Membro da Direção Estadual do PPS, em Goiás.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Sou Prof. Nelson Soares dos Santos - Pré-Candidato a Governador do Estado de Goiás.

Quero ser Pré-Candidato a Governador do Estado de Goiás para Fazer Avançar o Desenvolvimento Humano e a Democracia.

Senhores Dirigentes Estaduais e Nacionais do Partido Popular Socialistas.

É uma prerrogativa de todo militante legalmente filiado a um partido politico, em dias com suas obrigações postular-se como pré-candidatos aos cargos eletivos. E é servindo-me deste direito que neste momento coloco o meu nome como pré-candidato a Governador do Estado de Goiás. Com mais de 15 anos de militância política radicado na capital do Estado sinto que não posso fugir da responsabilidade neste momento histórico em que minha alma ouve a voz do povo que grita por mudança na política em todos os cantos do país.
Sou um cidadão, nascido homem simples do povo no povoado de Ouro Minas, cidade de Nova Roma, no chamado Nordeste Goiano, conhecido como Corredor da Miséria do Estado de Goiás. Como tal, vivi e sofri todas as agruras que meus irmãos ainda vivem naqueles rincões espalhados por mais de vinte munícipios onde a fome é visita constante e a necessidade uma companheira inoportuna. Fui brindado pelos deuses por uma alma indomável e singrei os sertões em busca de esperança logo cedo na vida. Aos 12 anos fui presidente do Grêmio Escolar do Colégio Estadual Germana Gomes e como tal, tive a oportunidade de conviver com a luta pelo retorno da democracia no nosso país. No nosso estado, aliei as lutas do Centro dos professores de Goiás, comandado por homens que tinha colocado suas vidas em risco na luta por democracia e liberdade.
Foi neste clima que minha se expressou no mundo político e recebeu as impressões que marcam meu ser até os dias de hoje, e que certamente não vacilaram na luta pela consolidação de uma conquista nunca totalmente iniciada e levada a cabo em nosso Estado: A luta por desenvolvimento humano e democracia. Sim, a luta por desenvolvimento humano, liberdade e democracia foram esquecidas no Estado de Goiás. Nos anos seguintes, o Estado Governado pelo PMDB, e capitaneado por Iris Rezende Machado esqueceu-se do povo. Aliou-se as camadas mas retrogradas da sociedade, tornou-se perseguidor dos fracos e oprimidos, dando azo ao aumento da violência e do caos. Como se não bastasse tornaram-se corruptos e corruptores, quebraram o estado e fragilizaram as Instituições da Sociedade Civil Organizada.
No ano de 1998, chegou ao poder um Jovem que se apresentou a sociedade como o moço de Camisa Azul. Era herdeiro dos dissidentes do PMDB, considerados os maiores defensores da democracia. Entretanto, aquele jovem logo se aliou ao que de mais atrasado tinha na politica de nosso estado e esqueceu mais uma vez o ideal da liberdade, e igualdade para todos e entre todos, esqueceu de que era preciso investir no ser humano para se ter desenvolvimento e democracia. No início, houve sinais de que a esperança retornaria, mas logo a perseguição recomeçou, a mesma velha forma de fazer política do aliciamento, da corrupção, do mau uso da verba pública e do desvirtuamento dos ideais. Foi assim que até  as boas ideias que pautaram o inicio do Governo como a Bolsa Universitária e a criação da UEG, transformaram-se em problemas quase insolúveis.
Aprofundando o desgoverno da situação o sucessor fez o estado ficar estagnado por quatro anos, perdeu-se nas filigranas do poder, e sem nenhuma grandeza permitiu que a violência aumentasse na sociedade, a saúde se transformasse em um caos, a educação relegada a segundo plano e a  ordem social foi abandonada. Quatro anos depois, O PPS, e eu estávamos lá, defendeu a retorno do moço da camisa Azul, que agora já não era mais um moço, se sim um homem maduro já com mais de 50 anos. Todos acreditavam que seria o melhor governo da vida dos goianos, mas, logo que tomou posse os velhos métodos da disputa política se apresentaram o aliciamento, a traição, o conchavo e nenhuma preocupação com o bem estar da população. Eu dei o meu grito e não fui ouvido, pelo contrário, fui prosseguido e vilipendiado por aqueles que não tinham nenhuma outra preocupação do que conseguir um cargo na estrutura do estado para servir a satisfação dos interesses pessoais.
Foi com tristeza em meu coração que vi direitos dos trabalhadores sendo retirados, professores sendo perseguidos, servidores públicos de todos os tipos sendo tratado como bandidos. Lutei com todas as minhas forças para que o debate fosse mediado, para que houvesse democracia, a voz do povo fosse ouvida. E mesmo internamente em nosso partido, a democracia só pode ser garantida pela intervenção direta desta direção nacional, tamanha se tornou nos maus costumes em nosso estado.
Nós nunca desistimos do diálogo e nem tão pouco da defesa dos trabalhadores. Fomos humilhados, ultrajados pelo governo como se não tivéssemos o legítimo direito de lutar e defender os direitos daqueles que não conhecem o exercício e a prática da cidadania. Não nos calamos, não nos calamos jamais. Como se não bastasse nos últimos 04 anos houve um recorde de escândalos políticos no nosso estado. Da operação Monte Carlo do Senhor Carlos Cachoeira, as mais diversas atrocidades, assistimos de mãos atadas sem nada poder fazer. E eis que se aproxima o tempo de dar ao povo a oportunidade da mudança.
Agora os lacaios do pode todos querem se apresentar como a novidade que vai mudar a situação. Não vão, senhores dirigentes. Não irão. O novo neste momento somos nós que passamos o tempo todo ao lado do povo, sofrendo com o povo e ouvindo a voz do povo. O PPS é o único partido livre em Goiás, os demais estão todos vendidos as estruturas arcaicas de poder, cuja lógica é retirar lucro financeiro do setor público para enriquecer as expensas privadas.
É por acreditar, Senhores Dirigentes, que o PPS é um Partido Livre, de homens e mulheres que não se vendem e que lutam por uns pais com desenvolvimento humano, com democracia e justiça social que lhes peço a oportunidade de me colocar como pré Candidato a Governador do Estado de Goiás. Vamos dar ao povo uma chance de votar realmente no novo. Vamos dar ao povo uma chance de mudar os rumos deste estado e acreditar que é possível colocar o ser humano em primeiro lugar. 
Sincera e Fraternalmente,

Sou Nelson Soares dos Santos, Secretário Geral do PPS Metropolitano, Diretor da Fundação Astrogildo Pereira em Goiás, e membro da Direção Estadual do PPS do Estado de Goiás.

Sou Prof. Nelson Soares dos Santos - Pré-Candidato a Governador do Estado de Goiás.

Quero ser Pré-Candidato a Governador do Estado de Goiás para Fazer Avançar o Desenvolvimento Humano e a Democracia.

Senhores Dirigentes Estaduais e Nacionais do Partido Popular Socialistas.

É uma prerrogativa de todo militante legalmente filiado a um partido politico, em dias com suas obrigações postular-se como pré-candidatos aos cargos eletivos. E é servindo-me deste direito que neste momento coloco o meu nome como pré-candidato a Governador do Estado de Goiás. Com mais de 15 anos de militância política radicado na capital do Estado sinto que não posso fugir da responsabilidade neste momento histórico em que minha alma ouve a voz do povo que grita por mudança na política em todos os cantos do país.
Sou um cidadão, nascido homem simples do povo no povoado de Ouro Minas, cidade de Nova Roma, no chamado Nordeste Goiano, conhecido como Corredor da Miséria do Estado de Goiás. Como tal, vivi e sofri todas as agruras que meus irmãos ainda vivem naqueles rincões espalhados por mais de vinte munícipios onde a fome é visita constante e a necessidade uma companheira inoportuna. Fui brindado pelos deuses por uma alma indomável e singrei os sertões em busca de esperança logo cedo na vida. Aos 12 anos fui presidente do Grêmio Escolar do Colégio Estadual Germana Gomes e como tal, tive a oportunidade de conviver com a luta pelo retorno da democracia no nosso país. No nosso estado, aliei as lutas do Centro dos professores de Goiás, comandado por homens que tinha colocado suas vidas em risco na luta por democracia e liberdade.
Foi neste clima que minha se expressou no mundo político e recebeu as impressões que marcam meu ser até os dias de hoje, e que certamente não vacilaram na luta pela consolidação de uma conquista nunca totalmente iniciada e levada a cabo em nosso Estado: A luta por desenvolvimento humano e democracia. Sim, a luta por desenvolvimento humano, liberdade e democracia foram esquecidas no Estado de Goiás. Nos anos seguintes, o Estado Governado pelo PMDB, e capitaneado por Iris Rezende Machado esqueceu-se do povo. Aliou-se as camadas mas retrogradas da sociedade, tornou-se perseguidor dos fracos e oprimidos, dando azo ao aumento da violência e do caos. Como se não bastasse tornaram-se corruptos e corruptores, quebraram o estado e fragilizaram as Instituições da Sociedade Civil Organizada.
No ano de 1998, chegou ao poder um Jovem que se apresentou a sociedade como o moço de Camisa Azul. Era herdeiro dos dissidentes do PMDB, considerados os maiores defensores da democracia. Entretanto, aquele jovem logo se aliou ao que de mais atrasado tinha na politica de nosso estado e esqueceu mais uma vez o ideal da liberdade, e igualdade para todos e entre todos, esqueceu de que era preciso investir no ser humano para se ter desenvolvimento e democracia. No início, houve sinais de que a esperança retornaria, mas logo a perseguição recomeçou, a mesma velha forma de fazer política do aliciamento, da corrupção, do mau uso da verba pública e do desvirtuamento dos ideais. Foi assim que até  as boas ideias que pautaram o inicio do Governo como a Bolsa Universitária e a criação da UEG, transformaram-se em problemas quase insolúveis.
Aprofundando o desgoverno da situação o sucessor fez o estado ficar estagnado por quatro anos, perdeu-se nas filigranas do poder, e sem nenhuma grandeza permitiu que a violência aumentasse na sociedade, a saúde se transformasse em um caos, a educação relegada a segundo plano e a  ordem social foi abandonada. Quatro anos depois, O PPS, e eu estávamos lá, defendeu a retorno do moço da camisa Azul, que agora já não era mais um moço, se sim um homem maduro já com mais de 50 anos. Todos acreditavam que seria o melhor governo da vida dos goianos, mas, logo que tomou posse os velhos métodos da disputa política se apresentaram o aliciamento, a traição, o conchavo e nenhuma preocupação com o bem estar da população. Eu dei o meu grito e não fui ouvido, pelo contrário, fui prosseguido e vilipendiado por aqueles que não tinham nenhuma outra preocupação do que conseguir um cargo na estrutura do estado para servir a satisfação dos interesses pessoais.
Foi com tristeza em meu coração que vi direitos dos trabalhadores sendo retirados, professores sendo perseguidos, servidores públicos de todos os tipos sendo tratado como bandidos. Lutei com todas as minhas forças para que o debate fosse mediado, para que houvesse democracia, a voz do povo fosse ouvida. E mesmo internamente em nosso partido, a democracia só pode ser garantida pela intervenção direta desta direção nacional, tamanha se tornou nos maus costumes em nosso estado.
Nós nunca desistimos do diálogo e nem tão pouco da defesa dos trabalhadores. Fomos humilhados, ultrajados pelo governo como se não tivéssemos o legítimo direito de lutar e defender os direitos daqueles que não conhecem o exercício e a prática da cidadania. Não nos calamos, não nos calamos jamais. Como se não bastasse nos últimos 04 anos houve um recorde de escândalos políticos no nosso estado. Da operação Monte Carlo do Senhor Carlos Cachoeira, as mais diversas atrocidades, assistimos de mãos atadas sem nada poder fazer. E eis que se aproxima o tempo de dar ao povo a oportunidade da mudança.
Agora os lacaios do pode todos querem se apresentar como a novidade que vai mudar a situação. Não vão, senhores dirigentes. Não irão. O novo neste momento somos nós que passamos o tempo todo ao lado do povo, sofrendo com o povo e ouvindo a voz do povo. O PPS é o único partido livre em Goiás, os demais estão todos vendidos as estruturas arcaicas de poder, cuja lógica é retirar lucro financeiro do setor público para enriquecer as expensas privadas.
É por acreditar, Senhores Dirigentes, que o PPS é um Partido Livre, de homens e mulheres que não se vendem e que lutam por uns pais com desenvolvimento humano, com democracia e justiça social que lhes peço a oportunidade de me colocar como pré Candidato a Governador do Estado de Goiás. Vamos dar ao povo uma chance de votar realmente no novo. Vamos dar ao povo uma chance de mudar os rumos deste estado e acreditar que é possível colocar o ser humano em primeiro lugar. 
Sincera e Fraternalmente,

Sou Nelson Soares dos Santos, Secretário Geral do PPS Metropolitano, Diretor da Fundação Astrogildo Pereira em Goiás, e membro da Direção Estadual do PPS do Estado de Goiás.

Sou Prof. Nelson Soares dos Santos - Pré-Candidato a Governador do Estado de Goiás.

Quero ser Pré-Candidato a Governador do Estado de Goiás para Fazer Avançar o Desenvolvimento Humano e a Democracia.

Senhores Dirigentes Estaduais e Nacionais do Partido Popular Socialistas.

É uma prerrogativa de todo militante legalmente filiado a um partido politico, em dias com suas obrigações postular-se como pré-candidatos aos cargos eletivos. E é servindo-me deste direito que neste momento coloco o meu nome como pré-candidato a Governador do Estado de Goiás. Com mais de 15 anos de militância política radicado na capital do Estado sinto que não posso fugir da responsabilidade neste momento histórico em que minha alma ouve a voz do povo que grita por mudança na política em todos os cantos do país.
Sou um cidadão, nascido homem simples do povo no povoado de Ouro Minas, cidade de Nova Roma, no chamado Nordeste Goiano, conhecido como Corredor da Miséria do Estado de Goiás. Como tal, vivi e sofri todas as agruras que meus irmãos ainda vivem naqueles rincões espalhados por mais de vinte munícipios onde a fome é visita constante e a necessidade uma companheira inoportuna. Fui brindado pelos deuses por uma alma indomável e singrei os sertões em busca de esperança logo cedo na vida. Aos 12 anos fui presidente do Grêmio Escolar do Colégio Estadual Germana Gomes e como tal, tive a oportunidade de conviver com a luta pelo retorno da democracia no nosso país. No nosso estado, aliei as lutas do Centro dos professores de Goiás, comandado por homens que tinha colocado suas vidas em risco na luta por democracia e liberdade.
Foi neste clima que minha se expressou no mundo político e recebeu as impressões que marcam meu ser até os dias de hoje, e que certamente não vacilaram na luta pela consolidação de uma conquista nunca totalmente iniciada e levada a cabo em nosso Estado: A luta por desenvolvimento humano e democracia. Sim, a luta por desenvolvimento humano, liberdade e democracia foram esquecidas no Estado de Goiás. Nos anos seguintes, o Estado Governado pelo PMDB, e capitaneado por Iris Rezende Machado esqueceu-se do povo. Aliou-se as camadas mas retrogradas da sociedade, tornou-se perseguidor dos fracos e oprimidos, dando azo ao aumento da violência e do caos. Como se não bastasse tornaram-se corruptos e corruptores, quebraram o estado e fragilizaram as Instituições da Sociedade Civil Organizada.
No ano de 1998, chegou ao poder um Jovem que se apresentou a sociedade como o moço de Camisa Azul. Era herdeiro dos dissidentes do PMDB, considerados os maiores defensores da democracia. Entretanto, aquele jovem logo se aliou ao que de mais atrasado tinha na politica de nosso estado e esqueceu mais uma vez o ideal da liberdade, e igualdade para todos e entre todos, esqueceu de que era preciso investir no ser humano para se ter desenvolvimento e democracia. No início, houve sinais de que a esperança retornaria, mas logo a perseguição recomeçou, a mesma velha forma de fazer política do aliciamento, da corrupção, do mau uso da verba pública e do desvirtuamento dos ideais. Foi assim que até  as boas ideias que pautaram o inicio do Governo como a Bolsa Universitária e a criação da UEG, transformaram-se em problemas quase insolúveis.
Aprofundando o desgoverno da situação o sucessor fez o estado ficar estagnado por quatro anos, perdeu-se nas filigranas do poder, e sem nenhuma grandeza permitiu que a violência aumentasse na sociedade, a saúde se transformasse em um caos, a educação relegada a segundo plano e a  ordem social foi abandonada. Quatro anos depois, O PPS, e eu estávamos lá, defendeu a retorno do moço da camisa Azul, que agora já não era mais um moço, se sim um homem maduro já com mais de 50 anos. Todos acreditavam que seria o melhor governo da vida dos goianos, mas, logo que tomou posse os velhos métodos da disputa política se apresentaram o aliciamento, a traição, o conchavo e nenhuma preocupação com o bem estar da população. Eu dei o meu grito e não fui ouvido, pelo contrário, fui prosseguido e vilipendiado por aqueles que não tinham nenhuma outra preocupação do que conseguir um cargo na estrutura do estado para servir a satisfação dos interesses pessoais.
Foi com tristeza em meu coração que vi direitos dos trabalhadores sendo retirados, professores sendo perseguidos, servidores públicos de todos os tipos sendo tratado como bandidos. Lutei com todas as minhas forças para que o debate fosse mediado, para que houvesse democracia, a voz do povo fosse ouvida. E mesmo internamente em nosso partido, a democracia só pode ser garantida pela intervenção direta desta direção nacional, tamanha se tornou nos maus costumes em nosso estado.
Nós nunca desistimos do diálogo e nem tão pouco da defesa dos trabalhadores. Fomos humilhados, ultrajados pelo governo como se não tivéssemos o legítimo direito de lutar e defender os direitos daqueles que não conhecem o exercício e a prática da cidadania. Não nos calamos, não nos calamos jamais. Como se não bastasse nos últimos 04 anos houve um recorde de escândalos políticos no nosso estado. Da operação Monte Carlo do Senhor Carlos Cachoeira, as mais diversas atrocidades, assistimos de mãos atadas sem nada poder fazer. E eis que se aproxima o tempo de dar ao povo a oportunidade da mudança.
Agora os lacaios do pode todos querem se apresentar como a novidade que vai mudar a situação. Não vão, senhores dirigentes. Não irão. O novo neste momento somos nós que passamos o tempo todo ao lado do povo, sofrendo com o povo e ouvindo a voz do povo. O PPS é o único partido livre em Goiás, os demais estão todos vendidos as estruturas arcaicas de poder, cuja lógica é retirar lucro financeiro do setor público para enriquecer as expensas privadas.
É por acreditar, Senhores Dirigentes, que o PPS é um Partido Livre, de homens e mulheres que não se vendem e que lutam por uns pais com desenvolvimento humano, com democracia e justiça social que lhes peço a oportunidade de me colocar como pré Candidato a Governador do Estado de Goiás. Vamos dar ao povo uma chance de votar realmente no novo. Vamos dar ao povo uma chance de mudar os rumos deste estado e acreditar que é possível colocar o ser humano em primeiro lugar. 
Sincera e Fraternalmente,

Sou Nelson Soares dos Santos, Secretário Geral do PPS Metropolitano, Diretor da Fundação Astrogildo Pereira em Goiás, e membro da Direção Estadual do PPS do Estado de Goiás.

Sou Prof. Nelson Soares dos Santos - Pré-Candidato a Governador do Estado de Goiás.

Quero ser Pré-Candidato a Governador do Estado de Goiás para Fazer Avançar o Desenvolvimento Humano e a Democracia.

Senhores Dirigentes Estaduais e Nacionais do Partido Popular Socialistas.

É uma prerrogativa de todo militante legalmente filiado a um partido politico, em dias com suas obrigações postular-se como pré-candidatos aos cargos eletivos. E é servindo-me deste direito que neste momento coloco o meu nome como pré-candidato a Governador do Estado de Goiás. Com mais de 15 anos de militância política radicado na capital do Estado sinto que não posso fugir da responsabilidade neste momento histórico em que minha alma ouve a voz do povo que grita por mudança na política em todos os cantos do país.
Sou um cidadão, nascido homem simples do povo no povoado de Ouro Minas, cidade de Nova Roma, no chamado Nordeste Goiano, conhecido como Corredor da Miséria do Estado de Goiás. Como tal, vivi e sofri todas as agruras que meus irmãos ainda vivem naqueles rincões espalhados por mais de vinte munícipios onde a fome é visita constante e a necessidade uma companheira inoportuna. Fui brindado pelos deuses por uma alma indomável e singrei os sertões em busca de esperança logo cedo na vida. Aos 12 anos fui presidente do Grêmio Escolar do Colégio Estadual Germana Gomes e como tal, tive a oportunidade de conviver com a luta pelo retorno da democracia no nosso país. No nosso estado, aliei as lutas do Centro dos professores de Goiás, comandado por homens que tinha colocado suas vidas em risco na luta por democracia e liberdade.
Foi neste clima que minha se expressou no mundo político e recebeu as impressões que marcam meu ser até os dias de hoje, e que certamente não vacilaram na luta pela consolidação de uma conquista nunca totalmente iniciada e levada a cabo em nosso Estado: A luta por desenvolvimento humano e democracia. Sim, a luta por desenvolvimento humano, liberdade e democracia foram esquecidas no Estado de Goiás. Nos anos seguintes, o Estado Governado pelo PMDB, e capitaneado por Iris Rezende Machado esqueceu-se do povo. Aliou-se as camadas mas retrogradas da sociedade, tornou-se perseguidor dos fracos e oprimidos, dando azo ao aumento da violência e do caos. Como se não bastasse tornaram-se corruptos e corruptores, quebraram o estado e fragilizaram as Instituições da Sociedade Civil Organizada.
No ano de 1998, chegou ao poder um Jovem que se apresentou a sociedade como o moço de Camisa Azul. Era herdeiro dos dissidentes do PMDB, considerados os maiores defensores da democracia. Entretanto, aquele jovem logo se aliou ao que de mais atrasado tinha na politica de nosso estado e esqueceu mais uma vez o ideal da liberdade, e igualdade para todos e entre todos, esqueceu de que era preciso investir no ser humano para se ter desenvolvimento e democracia. No início, houve sinais de que a esperança retornaria, mas logo a perseguição recomeçou, a mesma velha forma de fazer política do aliciamento, da corrupção, do mau uso da verba pública e do desvirtuamento dos ideais. Foi assim que até  as boas ideias que pautaram o inicio do Governo como a Bolsa Universitária e a criação da UEG, transformaram-se em problemas quase insolúveis.
Aprofundando o desgoverno da situação o sucessor fez o estado ficar estagnado por quatro anos, perdeu-se nas filigranas do poder, e sem nenhuma grandeza permitiu que a violência aumentasse na sociedade, a saúde se transformasse em um caos, a educação relegada a segundo plano e a  ordem social foi abandonada. Quatro anos depois, O PPS, e eu estávamos lá, defendeu a retorno do moço da camisa Azul, que agora já não era mais um moço, se sim um homem maduro já com mais de 50 anos. Todos acreditavam que seria o melhor governo da vida dos goianos, mas, logo que tomou posse os velhos métodos da disputa política se apresentaram o aliciamento, a traição, o conchavo e nenhuma preocupação com o bem estar da população. Eu dei o meu grito e não fui ouvido, pelo contrário, fui prosseguido e vilipendiado por aqueles que não tinham nenhuma outra preocupação do que conseguir um cargo na estrutura do estado para servir a satisfação dos interesses pessoais.
Foi com tristeza em meu coração que vi direitos dos trabalhadores sendo retirados, professores sendo perseguidos, servidores públicos de todos os tipos sendo tratado como bandidos. Lutei com todas as minhas forças para que o debate fosse mediado, para que houvesse democracia, a voz do povo fosse ouvida. E mesmo internamente em nosso partido, a democracia só pode ser garantida pela intervenção direta desta direção nacional, tamanha se tornou nos maus costumes em nosso estado.
Nós nunca desistimos do diálogo e nem tão pouco da defesa dos trabalhadores. Fomos humilhados, ultrajados pelo governo como se não tivéssemos o legítimo direito de lutar e defender os direitos daqueles que não conhecem o exercício e a prática da cidadania. Não nos calamos, não nos calamos jamais. Como se não bastasse nos últimos 04 anos houve um recorde de escândalos políticos no nosso estado. Da operação Monte Carlo do Senhor Carlos Cachoeira, as mais diversas atrocidades, assistimos de mãos atadas sem nada poder fazer. E eis que se aproxima o tempo de dar ao povo a oportunidade da mudança.
Agora os lacaios do pode todos querem se apresentar como a novidade que vai mudar a situação. Não vão, senhores dirigentes. Não irão. O novo neste momento somos nós que passamos o tempo todo ao lado do povo, sofrendo com o povo e ouvindo a voz do povo. O PPS é o único partido livre em Goiás, os demais estão todos vendidos as estruturas arcaicas de poder, cuja lógica é retirar lucro financeiro do setor público para enriquecer as expensas privadas.
É por acreditar, Senhores Dirigentes, que o PPS é um Partido Livre, de homens e mulheres que não se vendem e que lutam por uns pais com desenvolvimento humano, com democracia e justiça social que lhes peço a oportunidade de me colocar como pré Candidato a Governador do Estado de Goiás. Vamos dar ao povo uma chance de votar realmente no novo. Vamos dar ao povo uma chance de mudar os rumos deste estado e acreditar que é possível colocar o ser humano em primeiro lugar. 
Sincera e Fraternalmente,

Sou Nelson Soares dos Santos, Secretário Geral do PPS Metropolitano, Diretor da Fundação Astrogildo Pereira em Goiás, e membro da Direção Estadual do PPS do Estado de Goiás.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

14 de setembro – Dia Nacional da Alfabetização


A alfabetização ainda é um desafio para o Brasil. Na atualidade temos 9,1 % de pessoas analfabetas, o que equivale a mais de 14 milhões de pessoas com 15 anos ou mais. As ações desencadeadas pelo governo federal desde as décadas de 1970, têm contribuído para reduzir o analfabetismo, mas não foram capazes de erradicá-lo.
Das regiões, o Norte e o Nordeste são as mais castigadas tendo os maiores índices de analfabetismo. E as regiões onde o analfabetismo é menos são as regiões Sul e Sudeste. O centro-oeste está no meio do caminho sendo que Goiás tem oscilado, nas últimas décadas, entre o 7% e 8% lugar dentre os estados com maior percentual de analfabetos.
Acresce ao problema a questão da alfabetização funcional, qual seja a capacidade daqueles que sabem ler e escrever, de conseguir retirar informações em um texto erudito. Neste caso, o percentual é ainda mais alarmante: apenas 35 % dos estudantes que concluem curso superior no Brasil, podem ser considerados, deste ponto de vista, alfabetizados
Em Goiás, são mais de 8 mil alunos no programa “Mais Educação” da rede Estadual.

Outras formas que o Governo Goiano tem enfrentado o problema são por meio do investimento na formação profissional por meio do Pronatec, e na Cultura, buscando estimular o contato com arte e o desenvolvimento da necessidade de leitura de mundo por parte da população.  O desafio de enfrentar o analfabetismo tanto inicial quanto funcional é um desafio de todos nós e essencial para que o estado deslanche no processo de desenvolvimento econômico e social.