Pesquisar este blog

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Nota do PPS Nacional sobre do dia de Luta dos Trabalhadores

Em nota, PPS diz que Dia de Luta dos Trabalhadores serve de alerta para PT e governo







Foto: Robson Gonçalves
Em nota, PPS diz que Dia de Luta dos Trabalhadores serve de alerta para PT e governo
Freire lembra que ex-presidente Lula vetou fim do fator previdenciário

Por: Assessoria PPS 

O Partido Popular Socialista (PPS) divulgou nota, nesta quinta-feira (11/07), em que manifesta apoio ao Dia Nacional de Luta dos Trabalhadores e reafirma seu compromisso pela aprovação da jornada de 40 horas e pelo fim do fator previdenciário. No texto, assinado pelo presidente do partido, deputado federal Roberto Freire (SP), a legenda ressalta ainda que o movimento serve de alerta para o PT e o governo Dilma, que viraram as costas para os trabalhadores. Leia abaixo a íntegra da nota.

Pelo Direito dos Trabalhadores


O Partido Popular Socialista (PPS) manifesta publicamente seu apoio ao Dia Nacional de Luta dos Trabalhadores que mobiliza a sociedade brasileira nesta quinta-feira (11/07) em todo o país. A retomada das ruas e da agenda de reivindicações deve ser saudada por todos como uma demonstração de que o trabalhador acordou para os desmandos dos governos Lula/Dilma, que viraram as costas para as reais necessidades da Nação.

O PPS, compromissado com a causa operária e dos trabalhares desde a fundação do PCB, em 1922, reafirma seu apoio as principais bandeiras do movimento liderado pelas centrais sindicais: a jornada de 40 horas de trabalho e o fim do fator previdenciário.

Em respeito e compromisso com a história, cabe lembrar também que foi do PPS a iniciativa que resultou na aprovação, pelo Congresso Nacional, de emenda que acabava com o fator previdenciário. No entanto, em mais uma demonstração de desprezo com os trabalhadores deste país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a medida.

As marchas de hoje devem servir de alerta para o PT e para a CUT, que tenta desvirtuar o movimento e defender a presidente Dilma, cujo governo começa a ser desaprovado pela maior parte da sociedade. 

Nós, do PPS, seguiremos sempre ao lado dessa luta por melhores condições de trabalho para os brasileiros.

Que se ouçam as vozes da rua!

Brasília, 11 de julho de 2013

Roberto Freire
Presidente Nacional do PPS

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Secretaria de Justiça e Primeira Empresa – Caminhos para um Desenvolvimento Humano.



Nelson Soares dos Santos

 Uma das formas de se promover um desenvolvimento humano e com democracia é propiciando maiores oportunidades aos cidadãos de utilizarem os talentos que possuem de um lado, e de outro, aperfeiçoamento os mecanismos de promoção da justiça. Por acreditar que o desenvolvimento humano é o único caminho possível ao aprofundamento da democracia e da construção da justiça social, acompanho por algum tempo as atividades do Governo Marconi, dentre elas,  o trato com a classe trabalhadora e produtiva e a forma como se lida com os excluídos e marginalizados da sociedade.

Tendo isso em mente fui conferir pessoalmente duas atividades do Governador cujo lançamento já acompanhava por informações na mídia e conversas com as pessoas envolvidas. A primeira, a posse de Edmundo Dias como Secretário de Administração Penitenciária e Justiça ( Sapejus), e, em seguida o lançamento do programa “Minha Primeira Empresa”.

A Secretaria de Justiça com a forma como foi pensada e organizada ( Junção dos órgãos de proteção aos direitos do Cidadão como Procon e Conselho Estadual de Direitos Humanos e a administração penitenciária), reforçará o aspecto humanista do Governo e o aproximará do primeiro Governo que se iniciou em 1998, quando a aproximação e o respeito para com os trabalhadores e a preocupação com os excluídos foi uma grande marca.

De outro lado, o programa “Primeira Empresa” revela uma proposta criativa que atende ao novo momento vivido pela sociedade que exige uma forma de cooperação entre Governo, sociedade e iniciativa privada para dar consecução aos desejos e sonhos da coletividade. Ambos as atividades mostram-me que é possível ao Governo Marconi assumir um aspecto progressista, humanista e democrático que nenhum outro governante tem possibilidade de fazer em Goiás na atual conjuntura.

Isto me faz crer que projetos semelhantes podem ser desenvolvidos em outras áreas, bastando para isso que seja possível dialogar, criar, desenvolver. Mudanças deste quilate podem ser implementadas em diversas outras áreas o que certamente fará do Governo Marconi um governo renovado e que atenda a necessidade de evolução que a sociedade cobra dos governantes e dirigentes políticos na atualidade.

Lutar por “Desenvolvimento Humano e Democracia”: Pautar o futuro e seguir adiante

.

Nelson Soares dos Santos

O fim da possibilidade de concretizar a fusão do PPS com o PMN coloca desafios para todos nós, filiados e dirigentes do PPS, e mais ainda para nós goianos. Sem entrar no mérito do quanto seria bom ou não a fusão, precisamos agora refletir com rapidez os passos a serem dados para que possamos cumprir com o nosso dever de Partido cuja luta tem sido  por aproximar o povo do poder, fortalecer o poder local, combater a corrupção, apresentar propostas viáveis e factíveis  de melhoria da qualidade das políticas públicas, lutar pelas reformas urgentes das quais o país precisa e sobretudo, qualificar o espaço da luta política.
O primeiro grande passo é buscar compreender a voz das ruas. Se por um lado as demandas apresentadas já eram objeto de debate interno nas reuniões  e fóruns do partido a forma como as ruas foram tomadas trouxe surpresa a muitos. Compreender o sentido e o significado de tais manifestações torna-se um desafio a ser vencido, até por que, vai ficando claro que a onda conservadora e reacionária sobre a qual já escrevi neste blog mostrou sua face nas ruas, e parece se organizar cada vez mais. Além do fato de seus líderes se apresentarem de forma varonil o número dos que defendem ideias claramente reacionárias aumenta com o tempo. Tais forças estão espalhadas por diversos partidos, e ocupa espaço nas mais diversas instituições sociais, inclusive naquelas conhecidas tradicionalmente como progressistas.
O segundo passo é termos um plano de ação claro que venha a mostrar a população que temos um plano de existência e de escape para o futuro. Um plano estratégico que mostre a população que estamos dispostos a bem representa-los,  fortalecendo-nos a cada eleição, defendendo e colocando em práticas ideias que aprofunde a justiça social, a democracia e o desenvolvimento humano.
Urge que discutamos internamente a situação da economia nacional, soluções para as políticas públicas e propostas para as quais a população reflita e veja como factível e praticabilidade. Neste sentido, creio que a criação de Grupos de Discussão por áreas nas filiais da Fundação Astrogildo Pereira em Todos os Estados, e, a convergência para uma discussão nacional pode dar a todos nós uma dimensão do que pensa o nosso povo sobres o rumos que queremos para o nosso país. O resultado destas discussões dará subsídios para uma discussão no Congresso Nacional do Partido, sobre aquilo que queremos implementar como solução para o Brasil e os Brasileiros nas mais diversas áreas, sobretudo as mais prementes, como Saúde, Segurança, Educação, Economia, Mobilidade Urbana, Habitação, Meio Ambiente etc.

Por fim, se tem uma mensagem que ficou clara, vindo das ruas é que o povo não deseja mais políticos que vivem de discursos ou de elucubrações intelectuais. O Povo deseja solução para suas vidas, e isso só será alcançado seguindo adiante, conversando com a população, implementando respostas onde temos condição de implementar novas práticas e, tendo a sensatez de reconhecer os acertos e erros com a coragem para corrigir os erros ou desvios de rota.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Depois das ruas – À razão.



Nelson Soares dos Santos

Eu confesso que fiquei surpreso com a forma como  a população ocupou as ruas de todo país, em diversas cidades, inclusive em cidades do interior onde não há tradição de protestos. Mesmo questionado diversas vezes, pouco opinei, a não ser admitir que as pautas que ocuparam as ruas já eram velhas conhecidas do meu partido – O PPS, bem antes de  nas ruas estar, inclusive a necessidade dos partidos se reinventarem. Neste sentido, nosso partido, O PPS vem de há  muito tempo tecendo teorias sobre como fazer a reinvenção, seja a discussão do fortalecimento do poder local, seja  a discussão que envolve a construção de redes.
Agora que a população parece se acalmar, ou pelo menos, passado o primeiro susto e já acostumando com a nova realidade política e politizada da população, penso que é hora de colocar algumas pontuações. A primeira questão  e mais óbvia: é preciso admitir que há uma dificuldade geral de entender e compreender o que a parcela da população que foi as ruas deseja dizer ou reivindicar. A postura dos dirigentes, governantes e mesmo as análises de cientista políticos, antropólogos e sociólogos vai mostrando que não é fácil compreender a voz plural das ruas.
A segunda questão está implícita na primeira: Não há  uma voz nas ruas, há vozes. E estas vozes em sua maioria demonstram um desconhecimento do funcionamento do Estado Democrático. É possível que alguns que na rua estão, tem consciência do que expressam vai contra a existência do Estado democrático de direito, e talvez, até desejam mesmo confundir a população procurando abrir brechas para uma futura ditadura. Entretanto, parece claro que existe uma grande ignorância quanto ao papel dos políticos, dos partidos políticos e das relações entre os poderes bem como das responsabilidades de cada um deles.
A terceira questão e que me alegrou foi ver a população pedindo melhores serviços de saúde, educação e segurança pública. Agora, voltando a razão espero que a população que foi às ruas deve lembrar que tais serviços só vai melhorar com intensa participação dos próprios cidadãos que já possuem diversos canais de participação e controle dos serviços públicos no cotidiano. No caso da Educação, acompanhar o desempenho do filho na escola é uma boa forma de auxiliar o estado a construir uma educação de qualidade. No caso da Saúde e Segurança, a participação nos conselhos municipais das respectivas áreas, bem como, melhorar a consciência dos prestadores de serviços pode melhorar em no mínimo 50% a qualidade dos serviços  hoje já oferecidos.
Por fim, não posso deixar de falar da questão da Mobilidade Urbana. A pergunta que faço é : O passe livre resolverá o problema da Mobilidade Urbana? E quem vai pagar a conta final do passe livre para todos os estudantes? Pode parecer contraditório para quem conhece meu pensamento, mas não posso deixar de ressaltar que o auxílio do Estado é danoso quando oferecido a quem pode pagar, não ser quando comprovado extremo mérito. A questão da  Mobilidade Urbana deve ser pensado de forma mais ampla, o que leva a uma necessidade de discussão e conhecimento dos problemas enfrentados, sob o risco de cairmos em uma demagogia, levados pela pressa ou pelas más intenções.
No próximo post, falo da Reforma Política e do Plesbicito da Dilma.