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sexta-feira, 29 de agosto de 2014
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Balanço de campanha.
Faltam
agora pouco mais de trinta dias para terminar o período de campanha eleitoral.
Então, acho oportuno fazer um balanço para que aqueles que acreditam que nossa
candidatura cumpre um papel no processo de construção de uma nova política
possam estar a par de como se dá o processo de campanha eleitoral.
Os
Objetivos da Candidatura.
Primeiro,
vou relembrar o que me levou a ser candidato a deputado estadual, uma vez que
inicialmente me coloquei como pré-candidato a governador, e em seguida, com a
entrada do Marcos Abrão no PPS de Goiás, pretendi ser candidato a deputado
Federal. Então, basicamente foram dois
motivos: O primeiro, manter acesa a chama da luta em defesa da educação,
buscando fazer um debate propositivo ( o que parece quase impossível em período
eleitoral), e tentar fazer da Educação uma pauta política para outros
candidatos, seja a governador, a senador, ou deputados estaduais e federais; o
segundo objetivo, era para fortalecer o meu partido, O PPS, aumentando a
votação do mesmo e a divulgação da legenda.
A
parceria em defesa da Educação.
Com
os objetivos definidos, coloquei como “regras” para minha candidatura que faria
dobradinha apenas com o candidato a deputado federal pelo PPS, após uma
conversa reservada com o mesmo, onde ficou acertado que eu teria um apoio
mínimo, como carro, combustível, um motorista, material gráfico, alguns cabos
eleitorais, o tempo de rádio e televisão e apoio no processo burocrático como
registro da candidatura, prestação de contas e aspectos jurídicos.
Com
isso comecei o processo e assumi a candidatura a deputado estadual. Dez dias
após o registro da candidatura, pediram que eu devolvesse o carro. Então fiquei
sem carro e não recebi pelos 20 dias
seguintes nenhuma ajuda financeira. Então, já no final de Julho, descobri que
minha candidatura estava em diligência, pois meu nome não constava na lista de
filiados do Partido. Foi então, que mediante participação direta da Direção
Nacional, consegui auxilio de 3.000 mil reais para custear o processo de
registro ( pagar advogado, juntar documentos, etc), e tive então a candidatura registrada
mediante provas documentais solicitadas pelo T.R.E.
Continuei
cobrando o combinado inicial pelo qual me tornei candidato. E, comecei a
campanha com material impresso e xerocopiado, ganhei dez mil panfletos de
doação de amigos, e recentemente, há poucos dias, o candidato que seria a
dobradinha oficial mandou rodar 100 mil panfletos, entre citrus, adesivos e
botons. Entretanto, sem motorista, carro, combustível o material vem fazendo
pouco efeito, por que mesmo tendo diversas pessoas dispostas a distribuir o
material de forma voluntária torna difícil leva-lo até estas pessoas, principalmente
quando em cidades do interior. Hoje temos vinte cidades do interior onde há
pessoas dispostas a tirar um pouco do tempo para divulgar a candidatura.
A
candidatura e a campanha do Governador.
Nesta
sexta feira, recebi telefonemas dizendo que o carro estaria sendo
providenciado. Entretanto, confesso que minha fé está se esvaindo. Também
recebi telefonemas do Comitê do Governador e do Comitê do Senado Vilmar Rocha,
para os quais enviei a arte da minha campanha. Entretanto, já os avisei que sem
estrutura para distribuir o material não tem nenhum sentido a produção do
mesmo. Outrossim, há um complicador que minha posição clara em defesa do
retorno da titularidade perdida pelos professores no pacto em 2010. Apoiar
financeiramente minha campanha deve significar também um ato político, qual
seja, o de que o Governo errou na execução do chamado Pacto Pela Educação em
2010, por que não pretendo arredar pé de que minha candidatura tem como
objetivo central chamar a atenção da sociedade para o fato de que precisamos
fazer uma revolução na educação do país, e neste, sentido, corrigir o tremendo
erro cometido contra os professores de Goiás é essencial.
Devo
dizer que nunca tive nenhum contato com o candidato a Governador Marconi
Perillo e, portanto, não tive a oportunidade de entregar a ele a “Carta em
Defesa da Educação” publicada em nosso blog e de amplo conhecimento. Entretanto,
tive oportunidade de conversar diversas vezes com o candidato a Senador Vilmar
Rocha sobre o Assunto e com o Secretário de Articulação Institucional Joaquim
de Castro, e perceber, nos mesmos, uma sensibilidade no sentido de acompanhar a
evolução do desejo da sociedade em realmente apoiar uma mudança na política
educacional. A percepção que tenho é de que a maioria dos políticos, eles
incluídos, não acreditam que educadores e a própria sociedade se importa com a
questão educacional na hora de decidir o voto. E que portanto, tudo que tem
sido feito pela Educação, sobretudo a pública, já está por demais satisfatório.
A
atualidade da Candidatura.
Nesta
semana recebi propostas de dobradinhas de dois outros candidatos a deputados federais.
A um deles eu sequer atendi o chamado. Outro, fui ouvir e estudar os objetivos
da propostas. Entretanto, percebo que aceitar a ajuda financeira de ambos os deputados
feriria as “regras” iniciais que impus a candidatura, primeiro, por que neste
sentido não estaria fortalecendo o PPS, partido que luta para transformá-lo em
um trincheira em defesa de oportunidades iguais para educação; segundo, que não
percebi real interesse político nos mesmos de defender a causa da educação com
firmeza.
Foi
ai que percebi, na verdade, estive diante de uma questão interessante: onde e
quando nasce a corrupção na política? Não é quando, de fato, os novos políticos
se corrompem, mas quando no afã de alcançar bons resultados eleitorais “esquece”
os objetivos iniciais que os fizeram entrar na batalha. O pragmatismo absoluto
não guiará minha consciência. Isso significa que estou aberto a todas as ajudas
lícitas de financiamento de campanha desde que tenham como premissas: 1.
Fortalecer o PPS; 2. Fortalecer a defesa de oportunidades iguais para educação.
A ajuda vinda tanto do Governador Marconi, tanto quanto, do Senador Vilmar
Rocha será bem vinda, desde que aliada ao compromisso que faz existir minha
luta e faz estar na batalha.
Epílogo.
Infelizmente,
tenho de dizer aqueles que estão aguardando o material que ainda continuo
impossibilitado. Falta dinheiro, carro, combustível para levar o material até
vocês. Alguns já vieram buscar aqui em casa, e todos aqueles que quiserem fazer
o mesmo serão bem vindos. De outra forma, estou feliz e fico ainda mais
radiante, com cada mensagem que recebo de pessoas que dizem: Olha, eu não ia
votar em ninguém mas vou votar em você.
Continuando sem carro, sem combustível, sem dinheiro, talvez terei poucos
votos, mas considerando que por meio das redes sociais já levamos nossa
mensagem a mais de 100 mil pessoas, pode-se dizer que se houver um real
interesse posso ter até a chance de ser eleito. Então, todos aqueles que têm
compartilhado nossos posts, o blog, e nossas mensagens continuem fazendo. O caminho da mudança é assim, difícil, íngreme
e exige envolvimento de todos que acreditam que a justiça deve ser para todos.
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Marina!! Educação, Pelo Amor de Deus.
Nelson Soares dos Santos[1]
Quando
no congresso nacional do PPS no ano de 2011, apresentamos a proposta de que o
partido deveria assumir como prioridade a luta pela educação, não imaginávamos
que a situação da educação brasileira fosse tão desigual. Existe no Brasil uma
desigualdade educacional gritante. A escola privada que recebe os filhos dos
ricos é tão diferente das escolas públicas quanto a Zona Sul do Rio de Janeiro
é diferente de um lixão. O PPS veio então assumindo um protagonismo na luta por
educação igualitária e de qualidade. Nossos deputados federais fizeram bonito
na luta por destinar a receita do pré-sal para a Educação, na luta pela destinação
dos 10% do PIB para a educação, e na construção do Plano Nacional de Educação.
Stepam Nercessiam, Goiano que se tornou deputado federal pelo Rio de Janeiro,
representou brilhantemente o Partido na Comissão de Educação na Câmara. E os
melhores Cabeças do Congresso – Roberto Freire, Rubens Bueno, E Arnaldo Jordy –
emprestaram todo o brilho a defesa da Educação no Congresso Nacional.
No
Congresso nacional de 2103, no qual foi aprovado o apoio do partido a candidatura
de Eduardo Campos o partido foi mais longe. Aprovou moção pública e resolução
interna para aumentar o protagonismo do partido na luta pela educação em todas
as esferas de ação, quais sejam, nas câmaras municipais, nas Assembleias
Legislativas e no Congresso Nacional. Eduardo Campos mostrava pelas suas
palavras que ficaram gravadas no inconsciente coletivo na da nação que tinha
entendido a proposta do Nosso Partido quando disse: “ No dia em que o filho do
pobre e do rico estudar na mesma escola, neste dia, teremos o pais que queremos”.
Com exceção de Eduardo Campos que se mostrava sensível a proposta de fazer uma
revolução na Educação Brasileira, todos os demais candidatos a presidência da
República tem tratado a educação como fator de menos importância. A atual presidente
e candidata a reeleição tem o disparate de dizer que o modelo que ai está é
bom, que precisa apenas melhorar. Outros, alardeiam que fizeram muito pela
educação, mas nos estados onde governaram os professores não ganham nem o piso
determinado por lei.
Nesta
quarta-Feira, quando a Executiva Estadual do PPS, se reúne para ratificar o
nome de Marina como substituta do Eduardo Campos, não podemos esquecer de
reforçar a luta por uma revolução da Educação Brasileira. Não se trata de
melhorar a educação, não se trata de uma breve reforma. É preciso coragem para
aceitar que a educação pública brasileira está um caos. A diferença entre as
escolas públicas e privadas é tão gritante que é crime aos olhos de um
humanista convicto. Não podemos deixar passar despercebido o sofrimento dos
professores brasileiros, que mesmo nas escolas privadas ganham salários muito
distantes da importância do trabalho que realizam pelo país
Precisamos
enviar a Marina o nosso Grito, a nossa reivindicação enquanto partido. Marina
deve assumir o mesmo compromisso de Eduardo, - o de lutar dia e noite incansavelmente
e com coragem para que todos os brasileiros tenham as mesmas oportunidades
educacionais desde a educação Infantil. Ter a coragem de discutir os grandes
conglomerados que transformaram a educação em um negócio lucrativo e quem nem
sempre propicia a formação adequada para que o nosso povo evolua nos campos do
intelecto, da cultura e do espírito. Mudar o modelo de gestão dos recursos
educacionais, combater os desvios de recursos, colocar a União para assumir as
responsabilidade por ensino de qualidade nos municípios e estados que não
possuem arrecadação suficiente para um salário digno aos educadores, escola
integral para todos os estudantes da Educação Básica; eis alguns dos pontos que
precisam ser discutidos e implementados com coragem.
Tenhamos
consciência: Não existe nenhum país que se tornou desenvolvido sem que antes
tenha investido de forma séria na educação do seu povo. Somente onde existe
oportunidades iguais de educação é possível retirar do meio do povo as melhores
mentes, os melhores recursos humanos e espirituais que tornam um país, uma
grande nação. É por isso, que o nosso grito tem de ser alto, tem de ser forte,
insistente. E como afirmei no Congresso do Partido, eu o repito agora:
Educação, senhores!!! Educação, pelo Amor de Deus. É de Oportunidades
educacionais iguais para todos de que este país precisa.
[1]
Nelson Soares dos Santos é Professor Universitário, é membro da Direção
Nacional do Partido Popular Socialista e Candidato a Deputado Estadual em
Goiás. Blog. www.profnelson23345.blogspot.com
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Uma resposta ao Empresário Carlos Augustos Ramos Cachoeira.
Hoje
de manhã, não li jornais. Levantei e fui caminhar pelas ruas, pedir votos,
falar de educação. Estive com um grupo de moto-taxistas que depois de afirmar
ver em minha pessoa honestidade e seriedade, instaram comigo para que eu
deixasse a política, pois segundo um deles, se eu for eleito terei aberto a
porta do inferno, e uma vez, lá, terei que lutar com demônios. Ao chegar em casa
para o almoço, liguei para um companheiro de partido que pediu que eu lesse o
artigo do Carlos Augusto Ramos Cachoeira, o vulgo Carlinhos Cachoeira,
conhecido nacionalmente pela CPI do Jogo do Bicho, e que quase colocou em risco
a governabilidade do Governo Marconi; e que não muito tempo atrás, escreveu
artigo publicado nos jornais do Estado, onde o mesmo mandava o Governador calar
a boca, ou ele iria usar as armas que tinha. Agora, o mesmo moço escreve e assina
o artigo que leio, e, sem meias palavras, ou de forma bem clara, nas
entrelinhas, acusa o Ex-Candidato a Governador Iris Rezende Machado de
Corrupção, e manda-o calar a boca. Pelo visto, o moto-taxista estava errado. Parece que a
luta contra demônios já começou e a porta do inferno já foi aberta.
Quando
li o artigo no qual o Governador Marconi foi mandado calar a boca, senti nojo e
tristeza. Com repulsa, fiquei em silêncio, por que ali já havia uma acusação a
todos os políticos, como se detentor de um poder quase divino, - o empresário que se tornou bem sucedido
explorando atividades ilegais, como ele mesmo confessa nas entrelinhas dos
artigos que escreve e são publicados, e por quais atividades consideradas
ilegais já esteve detido pela polícia, - enxovalha os políticos, desafia a
todos, e se comporta como se tivesse todos os políticos do Estado em suas mãos.
Hoje, eu faço um desafio público ao
Carlos Cachoeira: apresente os nomes de todos os políticos, os quais você tem
autoridade para fazê-los calar a boca, ou cale a sua boca para falar da vida de
pessoas que você sequer conhece. Nem todos os políticos são ladrões, e nem
todos os empresários são bandidos, Senhor Carlos Cachoeira.
No
início do seu artigo, você afirma: “ Políticos são mesmo pilantras. Não há
exceção.” Eu afirmo que você está errado. Existem sim políticos com ideais e
que lutam pelo bem comum. Temos em Goiás 07 candidatos a governador, 07 candidatos a vice-governador, 07 candidatos
a senador, 14 candidatos a suplentes de Senador, 172 candidatos a deputados
federais, e 827 candidatos a deputados estaduais. Será mesmo que todos são corruptos
e vossa Senhoria pode acusar a todos de corrupção, sem nenhuma exceção? Não me
darei ao trabalho aqui de defender o Governador Marconi ou ao Ex-Governador
Iris Rezende Machado, eles certamente não precisam do meu esforço. Outrossim,
estas centenas de homens que sonham com uma sociedade justa e que lutam
cotidianamente por melhorias não deve continuar ser vítima da língua ou da pena
de um homem a quem os cárceres da
polícia já serviu de lar.
Apelo,
ao Ministério Público Eleitoral que tome providências. Não é possível que um
homem que já esteve no cárcere da polícia, enxovalhe a toda a classe política e
a própria justiça não tome medidas de proteção a sociedade. Ao condenar toda a
Classe Política, o empresário instiga a descrença no estado democrático,
descredencia o próprio processo eleitoral e espalha na multidão a descrença
para com o futuro da sociedade organizada. Ao afirmar, que todos os políticos
são corruptos sem exceção, o empresário atinge também o próprio judiciário que
é quem legitima o processo eleitoral.
Talvez
seja a hora, Senhor Carlos Augusto, de Vossa Senhoria, que parece querer a aprovação
da sociedade, explicar as acusações que rondaram os jornais envolvendo a
Secretaria de Estado da Educação. Naquela época, alertei aos professores que a
luta por educação de qualidade é maior do que simplesmente lutar por salários
de professores, e que conhecer os bastidores de quem nomeia, indica, e manda em
alguns órgãos públicos é tão importante quanto o aspecto ideológico. Já que
tens o poder de mandar os dois homens mais poderosos da política do Estado calar
a boca, diga para nós, qual é vosso quinhão no campo da Educação. Confessas
publicamente estar envolvido no jogo do bicho, e, ameaça citando encontros com
diretores do Delta. Ousa ainda ameaçar a qualquer um que se sentir ofendido,
como se todo mundo que está na política lhe devesse favores.
Não,
Senhor Carlos Augusto. Eu não lhe devo nenhum favor, e tenho certeza que
existem muitos outros que como eu não lhe deve favores de campanha e de nenhum tipo. Alegas tornar-te um lampião
para defender a honra de tua família, mas enxovalha e chama de corruptos pais
de famílias que sequer conhece. Lampião, como o Senhor a ele se compara, era um
fora da Lei, por isso não posso dizer-lhe que como pai e chefe de família eu me
igualaria ao senhor e a Lampião. Eu faço parte daqueles que lutam por fazer as
leis do país, que luta pelo bem coletivo. Entretanto, não tenho nenhum medo de
tornar-me um gladiador e, lutar até a
morte dentro das regras limpas em defesa da família, da ética e de uma
sociedade onde as atividades legais, a justiça, sejam respeitadas por todos.
Sou
candidato, Senhor Empresário, por que quero mudar a educação deste país. E vou
participar da luta que vai mudar a educação deste país. E se para isso, for
preciso lutar contra a corrupção, colocando em risco minha vida, para colocar
na cadeia empresários corruptos que desviam o dinheiro da educação em tantos
estados deste país, e que vez ou outra vê os escândalos nos jornais, terá tido
sentido ter vivido e ter lutado. Retrate-se Senhor Carlos Augusto, ou prove que
todos os políticos são corruptos sem exceção. Cale e lave a sua boca antes de se
referir aos pais de família que como eu, estão entrando na política para
colocar na cadeia corrutos e bandidos que desviam o dinheiro público para viver
em putarias. Aproveite-se e se retrate, dê os nomes dos corruptos e durma em
paz, por que se Vossa Senhoria vive em tormentos, digo-lhe que durmo todas as
noites tranquilas e felizes, pois sei que Deus cuida daqueles que vivem e fazem
o bem. E por fim, que os candidatos que nada devem ao referido Empresário se
apresentem como alternativa, pois a sociedade quer mudança, a sociedade quer
votar em homens que querem construir uma nova política.
[1] Nelson
Soares dos Santos é Pedagogo, Mestre em Educação Brasileira pela UFG (
Universidade Federal de Goiás), Professor Universitário é membro da Direção Estadual e Nacional do Partido Popular Socialista, Candidato a Deputado
Estadual, e não conhece o Empresário.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Uma parceria em defesa de um novo modelo de Educação.
11ª Carta
Política – Uma parceria em defesa da Educação, do humanismo e da Democracia em
Goiás.
Prezados amigos,
Apresento a vocês
hoje a parceria que fizemos em defesa do Humanismo, da democracia e da defesa
de um novo modelo educacional em Goiás e no Brasil. Na primeira reunião que participei
e na qual o Marcos Abrão se apresentou para se filiar ao partido eu fui contra.
E fui contra por diversos motivos que aqueles que me acompanham podem imaginar
bem. Eu estava tentando sair de um Governo que na minha opinião errou
profundamente com os professores de nosso estado e com a Educação, e a chegada dele ao partido significaria eu
continuar na base deste mesmo governo.
Em um partido, no
entanto, não se faz política sozinho. E em uma democracia é preciso aprender,
em alguns momentos, ser minoria. Entretanto, Marcos Abrão se apresentou
afirmando que veio para o PPS – Partido Popular Socialista com o intuito de
somar forças na defesa dos compromissos que o PPS tem com a População goiana
e Brasileira. Na câmara federal, como
todos os deputados federais do PPS, já fazem, Marcos Abrão assume o compromisso
de lutar por um novo modelo educacional, pela valorização dos educadores,
mudanças no pacto federativo que dê condições de criar oportunidades iguais de
educação neste país.
E, assim, depois de
muitas dificuldades, e de estar consolidada a nossa candidatura a Deputado Estadual,
eis então, o material pelo qual divulgaremos esta nova parceria em defesa da
Educação de Goiás e do Brasil. Para Dep. Federal, vote Marcos Abrão 23.45 , e
para Dep. Estadual, vote Prof. Nelson, 23.345 – Um voto pela Educação.
domingo, 10 de agosto de 2014
10 ª Carta Política – Aos Pais - Por que precisamos mudar a Educação
Prezado
Pais.
Sou o Professor Nelson, candidato a Dep. Estadual, nº 23.345, pai de duas filhas de nove e 13 anos, e estou preocupado com o futuro de minhas duas filhas queridas. Creio que
todos vocês são assaltados pelas mesmas preocupações. Os valores em nossa sociedade estão
deteriorados, a falta de respeito é generalizada. As escolas públicas estão
caindo aos pedaços, a segurança pública é quase inexistente e a saúde é
precária.
Hoje
é um bom dia pra refletir sobre tudo isso. Trabalhamos de sol a sol para tentar
dar um futuro melhor do que tivemos aos nossos filhos, entregamos ao estado 30%
do suor do nosso rosto todos os anos e em troca o que recebemos é esta
realidade caótica, e até mesmo uma cidade que nem o lixo tem um recolhimento regular.
Prezados
pais, muitos de vocês não gostam de política e com razão. Os políticos não tem
feito muito por merecer confiança nos últimos anos, mas eu vos digo, precisamos
de bons políticos para mudar esta situação. Eu vos peço que nesta eleição não
votem em político que estão buscando reeleição, eles já tiveram oportunidade e
nada fizeram para ser diferente. Votem em nomes novos.
Vocês
tem ouvido que foi feito muito pela educação em Goiás. Eu vos digo: não é
verdade. Vocês acreditam mesmo que existe escola boa com professores
insatisfeitos? E vocês acreditam que um professor pode estar satisfeito quando
lhe tiram parte do salário que recebiam todo mês? Os professores de Goiás
tiveram perda de direitos na implantação do chamado “Pacto Pela Educação”, portanto,
pais, não existe escola boa com professores mal pagos.
Neste
domingo, ao pensarem no futuro de vossos filhos, pensem em caminhos para mudar
a educação. Eu vos afirmo: Se não mudarmos a educação, se não provermos
oportunidades educacionais iguais para todos, nada neste país vai mudar. Eu sou
o Prof. Nelson, meu numero é 23.345. Sou candidato para mudar esta realidade,
sou candidato para mudar a Educação. Eu lhes desejo um feliz dia dos pais, mas
se querem que os nossos filhos tenham mesmo um futuro com saúde, segurança,
justiça e Educação, dê um voto pela Educação.
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