Artigo escrito e publicado em http://amigosdosabor.blogspot.com.br/2009/09/um-projeto-para-goias-i-investir-no-ser.html, vale a pena ser relido.
UM PROJETO PARA GOIÁS (I) – INVESTIR NO SER HUMANO E APROFUNDAR A
DEMOCRACIA
Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas –
IBGE, publicados nesta última semana nos mostra que de fato existe uma área que
necessita de investimento no Estado de Goiás, é o investimento no ser humano.
Diferente das demais regiões do país onde a desigualdade diminui sensivelmente
em Goiás a desigualdade resiste. Isso em um momento alvissareiro de chegada de
novas indústrias e do aumento da oferta de emprego. Mas é justamente neste ponto
que se encontra a armadilha. O aumento da oferta de emprego e desenvolvimento em
Goiás não tem sido acompanhado de maior distribuição de renda porque vem
acompanhado do aumento da população por meio da imigração.
Longe de ser um
defensor bairrista, mas a questão é que se não investirmos no ser humano os
imigrantes de outros Estados e por que não de outros países irão ocupar os
espaços do povo goiano na perspectiva de melhoria de qualidade de vida. Em
decorrência disso acreditamos que para Goiás o melhor projeto político é aquele
que vier a propor investimento no ser humano e a aprofundar a democracia. É
preciso atentar para o discurso dos políticos para perceber quem de fato pode
ajudar Goiás e o povo goiano.
Aqueles que defendem o fim das cotas podem
ajudar Goiás? Dados do IBGE mostraram que em um ano diminui o número de brancos
e aumentou o número de pardos. As análises dos especialistas afirmam que uma das
razões que explica tal mudança foi a existências das políticas afirmativas que
combatem o preconceito, e, portanto as pessoas estão se sentindo confiantes para
se dizerem negras ou pardas. Dentre outros dados do IBGE, podemos afirmar que o
discurso do fim das cotas não serve ao aprofundamento da democracia em Goiás, ao
contrário, se seguirmos nesta linha aumentará ainda mais a distância entre ricos
e pobres. Concentrando riqueza nas mãos da minoria não é o caminho para
aprofundar a democracia.
O discurso do baixo investimento em educação, a
diminuição do atendimento às crianças e adolescentes, a desativação de programas
de atendimento a juventude, e a diminuição do investimento na rede de proteção
social pode ajudar Goiás? Um outro dado do IBGE nos ajuda a responder. Dentre
tantos vamos utilizar os dados sobre Educação. Em Goiás a maioria absoluta dos
estudantes estão na rede particular, e, são esses que sofrerão com a duvidosa
qualidade pois com menor poder aquisitivo foram os que estudando a vida inteira
na rede pública, onde os salários dos professores é ruim, e, que os governantes
insistem em não fazer sequer o plano de carreira e pagar o piso nacional acabam
por se tornar os alunos do ensino privado. O percentual é 71,3% dos estudantes
goianos estudando na rede particular, e o restante na rede pública. Nestas
condições como diminuir a bolsa universitária? A quem serve este discurso de
diminuição da bolsa universitária? Ou mesmo a quem serve esta idéia de diminuir
os investimentos na UEG? A Julgar pelos dados deveríamos urgentemente começar a
defender a criação de uma terceira Universidade Pública nos Estados e
investimentos agressivos na Educação Básica.
Em Goiás temos ainda uma alta
taxa de analfabetismo, e o que é pior, uma taxa de 20% de analfabetos funcionais
com curso superior, o que somado aos analfabetos funcionais com ensino médio e
fundamental, e os analfabetos de fato, temos uma parcela de quase 30% da
população que não dão conta de escrever um bom texto, ler e interpretar. Se
quisermos enfrentar a situação e transformar Goiás em um estado desenvolvido,
temos de investir em ciência e tecnologia, aumentar as vagas nas universidades
públicas, criar mais universidades públicas em Goiás investir em pesquisa básica
e aplicada senão não deixaremos de ser colônia de São Paulo e Minas
Gerais.
Temos em Goiás apenas duas Universidades Públicas com ensino
gratuito, ( a Universidade Federal de Goiás, e Universidade Estadual de Goiás),
a Fundação Universidade de Rio verde que é Pública e Municipal, porém cobra
mensalidades, e na mesma condição da FESURV outras três fundações municipais (
Fundação de Ensino Superior de Goiatuba, Fundação de Ensino Superior de
Mineiros, Anicuns,) – tais fundações o preço das mensalidades é diferenciado da
rede particular de ensino e possuem uma política de bolsas que permite o acesso
de um número considerável de estudantes ao ensino superior. No entanto, na
questão da pesquisa, praticamente apenas a Universidade de Rio Verde, UFG, e UEG
já possuem uma política de pesquisa e pós-graduação consolidadas, ainda assim,
são poucos as opções de doutorado e mestrado, levando em consideração a demanda
que o estado precisa.
Outra questão que não pode esperar é o fortalecimento
da pesquisa básica em Goiás. Hoje os estados que estão crescendo são justamente
aqueles que estão investindo em ciência e tecnologia. As fundações de amparo a
pesquisa são instrumentos importante nesta política. Embora tenha havido avanços
com criação da UEG e da FAPEG, Goiás tem feito muito pouco para formar recursos
humanos para pesquisa básica e aplicada; hoje, a FAPEG em Goiás não tem recursos
específicos e nem autonomia para desenvolver uma política de investimentos de
que o estado precisa; a cada edital é preciso ficar esperando a boa vontade do
governante. É preciso que a FAPEG tenha orçamento próprio, definido no plano
plurianual e com autonomia para execução, do contrário ficaremos ainda por muito
tempo, mas muito tempo, como um estado conhecido pela produção agropecuarista
com alta concentração de renda, desigualdade social e muita pobreza. Um projeto
de desenvolvimento para Goiás na atualidade passa por uma política de
investimento na Educação, na rede de proteção social, na ciência e na tecnologia
que faça destas áreas a locomotiva do desenvolvimento do estado. Como escreveu
Antônio Ermirio de Moraes: “Educação, minha gente, educação pelo amor de Deus”.
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sábado, 2 de março de 2013
Uma agenda positiva para o Governo dos sonhos
Uma agenda positiva para o Governo dos sonhos
Nelson Soares dos Santos
(Este artigo está publicado no blog www.amigosdosabor.blogspot.com, http://amigosdosabor.blogspot.com.br/2011/05/uma-agenda-positiva-para-o-governo-dos.html
e vale a pena ser relido.
Quando
Marconi estava em campanha prometeu aos goianos um governo dos sonhos – o
melhor governo da vida dos goianos em toda a história. Eu não duvido de que isso
seja possível, mas passado alguns meses de governo é necessário que o Governo
ajuste as velas do navio, defina papéis, observe os ventos sobe o risco do navio
não velejar na velocidade que se deseja. Colocado esta questão é preciso ler os
sinais, compreender as estações, compreender o tempo, respeitar a natureza das
coisas.
A
primeira coisa que tem de se fazer compreender é que a responsabilidade para que
Goiás avance é de todos os goianos, e, sendo assim, a responsabilidade por
liderar este avanço é do Governador e seus partidos aliados. Isto significa que
os principais partidos Aliados – PSDB, DEM, PTB, PPS, - compreenda o papel de
cada um e aprenda a se tratar como aliados. E, mais ainda, cada partido trabalhe
para manter a unidade interna em torno do projeto de fazer Goiás
avançar.
Não
é a realidade do momento. Alguns partidos com fortes divisões internas não
percebem que divididos internamente não enfraquecem apenas a própria legenda,
mas todo projeto dos aliados do Governador. Dividido, aqueles que estão a sair
não compreendem que fazem parte do mesmo projeto, e que trocar farpas, com os
futuros ex-companheiros acabam atingindo também o projeto de grupo – realizar o
melhor governo da vida dos goianos.
Outros,
parece querer antecipar o debate eleitoral. É claro que compreendemos que todos
precisam se movimentar e se fortalecer, no entanto, movimentos agressivos, por
vezes bruscos, podem comprometer alianças futuras e, que na verdade, o ideal
seria o grupo aliado manter um discurso de projeto, e, aliar as vitórias
municipais, a idéia de se realizar o melhor governo da vida de todos os goianos.
O momento para se discutir 2012, ainda não chegou e antecipar o debate produz
disputas acirradas por espaços, desnecessários em um momento de dificuldade e
de início de governo.
E não
se pode negar que existam os fisiológicos. Discutir política para alguns, parece
ser apenas discutir cargos. É claro que reconhecemos que a repartição de espaços
de poder é necessária em um governo de coalizão, mas fazer disso o motivo da
existência e da vida política é apequenar os sonhos, e abandonar totalmente os
ideais. É tornarem-se mercenários e piratas do
poder.
Por
tudo isso, falar de uma agenda positiva é antes de tudo definir o papel e as
responsabilidades daqueles que compõe o governo. Neste sentido, embora sempre
tenha valorizado o que se chama de meritocracia, preocupa-me a forma como se tem
implantado o processo em nosso estado. Parece que corremos o riscos de
constituir uma forte burocracia estatal com servidores efetivos e estáveis,
fazendo-os adquirir direitos de chefia e em seguida o de definir as políticas
estratégicas; o que pode levar o governo a perder totalmente o controle dos
rumos da administração do ponto de vista das prioridades de
realização.
Apesar
disso podemos pensar uma agenda positiva onde:
1. Um
forte projeto de melhoramento da gestão pública seja aplicado sem perder de
vista a lógica de um governo democrático, onde seus representantes são eleitos
pelo voto, e portanto, os partidos devem ter uma forte cota de responsabilidade
para com a máquina pública, isso poderia significar, por exemplo, que o processo
meritocrático poderia acontecer, pelo menos uma parte dele, na estrutura interna
dos partidos aliados nos processos de indicação política e não ter todos os
cargos de gerências e chefias ocupadas por servidores efetivos desvinculados da
ação política partidária;
2. Investimento
alto nas áreas de segurança, saúde, educação e na rede de proteção social. Um
governo que se pretende ser progressista deve governar para todos, mas sobretudo
para aqueles que mais precisam da proteção do estado. O ensino superior em
Goiás, ainda há muito o que ser feito. O fortalecimento da UEG, com a realização
de concursos para docentes, melhoria dos processos de gestão, plano de carreira,
são apenas algumas das medidas urgentemente necessárias;
3. Realização
de forte parceria com os municípios para fortalecer os sistemas municipais de
educação, saúde, segurança, e defesa dos direitos humanos nas suas variantes (
Conselho Tutelar, Conselhos de Saúde, Educação, etc); procurando estabelecer
forte diálogo com a sociedade civil organizada e dando voz aos diversos setores
da sociedade;
4. Elevação
dos gastos com educação, procurando aumentar o máximo possível o salário dos
professores aliados a uma qualificação continuada que propicie o quanto antes
efeito sobre o cotidiano da escola.
5. Por
fim, estabelecer uma relação transparente com a oposição e sociedade em geral,
combatendo o negativismos do quanto pior melhor, procurando fazer avançar as
relações democráticas e o processo civilizatório.
Sabemos
que algumas coisas em um processo democrático parecem mais um sonho. Mas o que
faremos de nossas vidas se não continuarmos sonhando? Existem aqueles
pragmáticos, os centralizadores que acreditam que tudo pode ser resolvido com
uma decisão de cima para baixo, quase sempre, estes não conhecem as realidades
diversas do nosso estado, e por isso, elaboram políticas que quase sempre não
funcionam. Goiás possui um povo alegre, trabalhador e com coragem para sonhar e
lutar por seus sonhos; possui ainda uma juventude que acredita no futuro e vive
cheia de desejos de aprender o melhor da vida. Certamente os sonhos de união,
harmonia, paz, progresso serão mais fortes que o negativismo egoísta que
acredita ser o poder público uma coisa privada que pode ser usada para o prazer
daqueles que o detém. São com estes sonhos e liderados pelo Governo Marconi a
unir todos os goianos que teremos os melhores dias de nossa história.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Ainda há Tempo!!!
Nelson
Soares dos Santos[1]
Nesta
sexta feira 01 de Fevereiro o Governador Marconi Perillo se propôs a receber os
dirigentes do PPS para discutir a relação do Partido com o Governador e com o
Governo, bem como a participação nos rumos do Governo doravante. Entendi o
gesto do Governador como um momento do Partido se posicionar politicamente,
dizer quais políticas nós dirigentes, militantes e simpatizantes gostariam de
ver o Governo dar maior atenção. Infelizmente foi vetada minha participação
pelo Presidente Demilson Lima eu não pude dizer ao Governador o que gostaria
como pessoa, cidadão e dirigente partidário. Entendo que a política não pode
ser feita apenas de fisiologismo, disputa de cargos e picuinhas. Em uma
audiência como esta, penso que Governador gostaria de ouvir é o que o Partido
pode fazer para ajudar a servir melhor a sociedade.
Como
foi vetada de forma grosseira pelo Presidente Demilson Lima ( como ele mesmo
disse, vou ser curto e grosso, você não vai); exponho aqui o que diria ao
Governador.
A questão da Educação.
A
primeira coisa que eu diria era para o Governador ter mais sensibilidade com os
educadores do Estado. Existe uma insatisfação muito grande entre os professores
com as políticas adotadas e que isso não é bom para a sociedade, não é bom para
o Estado, não é bom para o Governo, não é bom para os partidos das base, tão
pouco para ele enquanto Governante. Medidas como a correção do Piso Salarial,
algumas mudanças pontuais na política atual, maior arrojo no processo de melhor
da infraestrutura das escolas, poderia algumas das medidas a melhor a educação
e a satisfação dos educadores, educandos e a sociedade em Geral. Diria ainda
que o PPS aprovou em Congresso Nacional um zelo especial para com a educação no
sentido de tratar a educação como investimento e toma medidas para que cada
governante do PPS trate a educação com carinho especial.
A questão da Segurança Pública.
Eu
diria que o PPS tem uma proposta de Segurança fundamentada no Poder Local que
pode ser resumida em dez pontos: 1. Agir preventivamente na frente social; 2.
Reformar as Polícias; 3. Reformar o método de capacitação dos futuros
policiais; 4. Reformar a estrutura organizacional; 5. Fortalecer a área de
perícia e serviço de Inteligência; 6. Estabelecimento de parcerias para o
Fortalecimento das Guardas Civis Metropolitanas e nas maiores cidades do
Estado; 7. Reforma do Sistema Penitenciário e Sócio-educativo; 8. Criação da
Polícia Comunitária; 9. Fortalecimento do Conselho de Direitos Humanos e
congêneres; 10. Fortalecimento de programas que combata tipos de violências
específicas como a) contra a mulher, b) a criança e o adolescente, c) Moradores
de rua.
Especificamente,
podemos citar uma triste realidade de que Goiás é um dos Estados onde existe
uma estatística alarmante de violência contra a Mulher. Somos o nono estado
mais violento. Não podemos continuar com tais estatísticas. Outras questões
como a questão dos moradores de rua, trabalho escravo, etc, devem merecer uma
atenção especial.
A questão da Saúde.
Eu
diria ao Governador que vejo com desconfiança o processo de terceirização da
gestão para OS. Embora esta seja uma tendência mundial precisamos garantir o
atendimento ao cidadão com qualidade e ao mesmo tempo prover segurança e
tranquilidade ao que ali trabalham. As questões vistas dos jornais são preocupantes
e que é preciso acompanhar de muito perto o processo para a garantia do
Sucesso. Outrossim, precisamos de ação arrojada como foi no primeiro governo no
sentido de construir os hospitais prometidos na campanha, aumento do número de
leitos etc. É verdade que temos visto nos últimos meses um Governador
totalmente diferente dos dois primeiros anos, que já se admitiu ter sido
difícil e tumultuado seja por questões políticas ou dificuldades financeiras.
Entretanto, em questão de saúde, segurança e Educação o povo não pode esperar.
A sustentabilidade.
Esta
é uma questão que o Governo tem merecido largos elogios. E não é para menos. O
meio ambiente tem sido tratado com seriedade em goiás, pelo menos, é o que se
vê, tanto na rapidez como se agiu diante dos escândalos que houveram como pelo
intenso trabalho realizado pela secretaria.
O Crescimento, Desenvolvimento e
comércio Exterior.
É
claro que qualquer goiano está sentindo orgulho de ver que Goiás foi um dos
Estados que mais cresceu 4.5 %, totalmente acima da pífia média nacional. Mas
como explicar que este crescimento não resultou em maior desenvolvimento
humano? Tivemos uma melhora pequena na Educação se comparada com tal índice,
uma administração frágil da assistência social dentre outros fatores. A cultura
não se tornou um aliado do processo de desenvolvimento humano e não encontrou
seu espaço devido no projeto de ser este o melhor Governo da Vida dos Goianos.
O
Crescimento Econômico precisa estar aliado ao processo de desenvolvimento
humano e para isso o planejamento da área de Indústria e Comércio deve estar
alinhada com as áreas que trabalham com o desenvolvimento humano, como saúde,
segurança, Educação, Trânsito, cidadania e Trabalho e Cultura. Por isso vejo com intenso entusiasmo a nova
posição do Governador de coordenar pessoalmente o Governo indo em cada
secretaria e se reunindo com a equipe toda, desde o Secretário até os Gerentes
setoriais.
A relação do Partido e Governo.
Já
é conhecido de todo público que a maioria esmagadora do partido não se sentiu
representada ou participando do Governo até o momento. Isso por que nenhum
dirigente do partido foi ouvido em nenhuma questão quanto à cultura, e, pior,
as políticas desenvolvidas não representam as propostas de Políticas Públicas
que o Partido apresenta à Sociedade. A questão, no entanto, é mais séria. O que
desejo para o PPS não é uma relação com o Governador ou mesmo com o Governo
baseado quase que tão somente na ocupação de cargos, esta política podre e
fisiológica que a sociedade não suporta mais. Queremos poder percorrer o
Estado, fazendo seminários, defendendo o Governo, ouvindo a sociedade e
acolhendo sugestões para que possamos Governar de fato com o povo e para o povo.
O PPS, que eu defendo e do qual sou dirigente, quer ser um partido grande em
Goiás, e diferente. Queremos dar voz aos cidadãos e trabalhar para construir
uma nova política. O que tenho medo é que nesta reunião que houve com o
Governador nada disso tenha sido sequer ventilado, e, toda conversa ter ficado
apenas na história do pires na mão, pedindo cargos e alguma melhoria para um ou outro município. Se isso tiver
acontecido eu não fui representado na referida audiência.
Ainda há tempo.
Por
fim, eu diria ao Governador que o sonho dele de fazer deste Governo o melhor
Governo da vida dos goianos ainda não está perdido. Ainda há tempo. E por isso
apoiamos todas as medidas que significa melhoria da máquina pública,
fortalecimento de uma nova política, uma política menos fisiológica, mas
centrada nos interesses e necessidades de nosso povo. Trabalhar com arrojo, ir
até onde o cidadão está sem medo de olhar nos olhos de cada um e dizer: onde
houver um aliado do governo de Goiás os cidadãos serão ouvidos e tudo será
feito para se construir o melhor para o bem comum e para um desenvolvimento
humano de nosso povo. É certo que muitas outras coisas poderiam ser ditas, como
a questão da UEG, o acerto na anulação do concurso público como combate a
qualquer indício de corrupção, a adoção da
lei da ficha limpa para a contratação de funcionários de qualquer
espécie, etc.
Finalmente,
eu diria: Governador, existe um PPS que quer ajudá-lo a fazer “O melhor Governo
da Vida dos Goianos” e este PPS percorrerá todo Estado em uma “Caravana da
Esperança”, devolvendo a todo cidadão
goiano a fé na política e nos políticos e a esperança de dias melhores.
[1]
Nelson Soares dos Santos é Pedagogo, Mestre em Educação Brasileira pela UFG,
Secretário Geral do PPS da cidade de Goiânia, Diretor da Fundação Astrogildo
Pereira em Goiás e Membro da Executiva Estadual do PPS Goiás.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
O técnico e o político
Nelson
Soares dos Santos[1]
Tenho
lido e ouvido nos jornais de Goiás e do Brasil que no interior do Estado
existem dois tipos de quadros que colaboram na gestão do Estado e do Espaço
Público – O Técnico e o Político. Tal tese ganha força no momento de formar o
quadro de primeiro, segundo e terceiro escalão no início dos mandatos
governamentais e quando começa a se especular mudanças na equipe por um
determinado Governante. Procurarei aqui elencar algumas reflexões que
contrariam o discurso corrente na esperança de contribuir para a melhoria dos
mandatos de governantes de qualquer partido.
O que é “Ser Técnico” e “Ser
Político”
Primeiramente
tornou-se senso comum de que existe pessoas que são apenas técnicos e outros que
são políticos. O interessante é que
aqueles que são taxados como “políticos” carregam na testa a carta de
“incompetentes”, pois, foram indicados por políticos e por isso julgados como
não sendo capazes para ocupar o espaço por mérito.
Na
verdade as coisas são definidas no imaginário de quem utiliza da tese da
seguinte forma: O técnico é aquela pessoa com currículo, qualificação na área,
experiência e capacidade para resolver de forma profissional os problemas da
pasta; o político, em contraposição ao técnico, passa a ser aquela pessoa que
não tem as qualificações que o técnico tem, mas por que indicado por uma grande
força política passa ocupar o cargo ou função.
Diante
desta definição ocorre o primeiro grande equívoco, o de criminalizar a política
quando na verdade deveria criminalizar a ação de alguns políticos, pois ora, se
um político indica alguém que não tem competência para realizar alguma coisa,
por si só, já se cometeu um ato criminoso. O segundo equívoco é querer
demonstrar que os “Técnicos” não são “
Políticos” e portanto não são capazes de agir politicamente ou mesmo de forma
politiqueira e com politicagem. Por estes equívocos muitos governos estão
pagando um alto preço ao contratar pessoas supostamente “técnicas” e, no
entanto vinculados a outros partidos políticos. Isso é feito quase sempre com o
interesse de dividir o partido adversário ou no mínimo enfraquece-lo. Exemplos
recentes são Henrique Meirelles no Governo Lula e Adriana Acorrsi no atual
mandato de Marconi. No primeiro caso o PSDB perdeu um grande quadro que perdeu
a si mesmo enquanto político, e, no segundo perdeu o governo Marconi que por
pouco teve de administrar desgastes pelo retorno do quadro “técnico” ao ninho
“político”.
Na
verdade não é difícil demonstrar que não existe ninguém com competência técnica
que não tenha vocação política por que por si só a competência técnica
significa tomada de posição, escolha diante dos rumos que a sociedade deve
seguir. Um individuo competente e
altamente qualificado é aquele que por conhecer a conjuntura na qual
vive a humanidade e por ter ampla cultura fez uma escolha de um rumo a seguir e
de como governar sua vida, sua carreira; e tomar decisões acertadas diante do
curso da história. Sendo assim, o que sobra para o chamado “político” é tão somente
o lado sombrio, do politiqueiro, da politicagem do campo da política que não é
possível mais permitir estar presente em sociedades democráticas e civilizadas.
O Técnico, e o que deve se esperar
de um gestor Público.
O
caso de políticos que ocupam espaços na gestão pública na “cota pessoal” do
governador ou mesmo aqueles que se julgam acima dos partidos políticos dos
quais fazem parte por sua alta competência técnica devem se lembrar de que
vivemos em uma democracia, e nas democracias modernas não há ninguém que não
esteja obrigado a exercer as qualidades da democracia política. Saber ouvir,
ser educado, agir com honestidade intelectual e agregar em torno de si os
melhores para bem governar o Estado e cumprir junto ao eleitor o projeto
empenhado é obrigação de todos.
E
isso se diz por que a própria democracia moderna é definida por ser o espaço da
gerência dos conflitos e das contradições, e, mais ainda, o poder, mesmo do
governante eleito é temporário, só sendo definitivo o poder de escolher que
está nas mãos do eleitor. Diante disso não é difícil concluir que não pode
existir técnico que não seja político no sentido dado a palavra política pela
democracia moderna. O técnico que não consegue ser um líder político em seu
partido, que não consegue agregar em torno de si pessoas com compromisso
político de definição dos rumos da sociedade é o caminho do fracasso para
qualquer governante na atual etapa da história humana.
Competência Técnica e Compromisso
Político.
A
conclusão é que se queremos exercer mandatos nas democracias modernas para
ajudar a dirimir conflitos, vencer as cries e proporcionar dias melhores para o
nosso povo, todo gestor público deve ter
competência técnica e compromisso político.
A
competência técnica deve ser aqui entendida como uma cultura geral e ampla,
capacidade de liderar, tomar decisões, força de vontade e espírito de justiça
aliada, se necessário, a uma sólida formação profissional na área a ser gerida.
O compromisso político deve ser entendido como uma comunhão de crenças e ideais
com o projeto apresentado ao eleitor pelo mandatário eleito. Compromisso
político que deve significar um profundo esforço para compreender e agir com
justiça diante de aliados e adversários. É por tudo isso que fico arrepiado
quando ouço dizer que determinados quadros são técnicos e outros são políticos.
[1]
Nelson Soares dos Santos é Pedagogo, Mestre em Educação Brasileira, Professor
Universitário, Secretário Geral do PPS metropolitano, Diretor Geral da Fundação
Astrogildo Pereira em Goiás, Membro da Executiva Estadual do PPS em Goiás e
Secretário de Formação Política. Embora apoie o Governador Marconi desde seu
primeiro mandato nunca ocupou cargo técnico ou político, pelo contrário foi
forçado a pedir demissão da Secretária Estadual de Educação de Goiás por
perseguição política na gestão de Raquel Teixeira.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
PPS Lançará Chapa completa de deputados estaduais e federais em 2014
Ocorreu hoje o primeiro encontro regional do Partido Popular Socialista de Goiás. Reunidos na Câmara Municipal o partido discutiu as possibilidade de candidaturas majoritárias, a formação de chapa completa para deputado estadual e federal, a participação do partido no processo de Eleição da União dos Vereadores de Goiás e deu início ao processo de discussão para a Organização da Juventude Popular Socialista e da Coordenação Estadual de Mulheres.
Com 15, dos 17 membros da Executiva Estadual presentes, ficou deliberado que o Partido trabalhará para construir chapa completa para deputado estadual e federal. Alguns nomes da própria direção já se colocam como pré-candidatos:
1. Demilson Lima – Vice-prefeito de Rio Verde;
2. Bengala – Vereador e presidente de Itumbiara;
3. André Almeida – Presidente do Diretório Municipal e ex-vereador em Anápolis;
4. Tércio Menezes - Vice-prefeito de Morrinhos ou outro nome do partido na cidade;
5. Anázio – Vereador Eleito em Rio Verde;
6. Eliel – Vereador eleito da cidade Santa Helena,
7. Darlan Braz, ex-candidato a vice-prefeito de Goiânia e presidente da Comissão Provisória de Goiânia;
O próximo encontro Municipal será na cidade de Crixás no dia 06 de Abril. Na pauta, a articulação da participação dos vereadores do partido no processo sucessório da União dos Vereadores de Goiás, a continuidade da construção da chapa completa para deputado federal e estadual e a conjuntura política Estadual. E no dia 20 dia abril será encerrada a agenda do primeiro quadrimestre do ano com um Encontro Estadual de todos os vereadores, prefeitos e vices eleitos do Estado, que contará com a presença de lideranças nacionais do Partido. Na ocasião será debatida a conjuntura nacional, as candidaturas presidenciais já postas e o papel estratégico do PPS na sucessão Nacional e Estadual.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
O PPS em Goiás – A Caravana da Esperança.
Nelson Soares dos Santos[1]
Neste
sábado, 23 de fevereiro, a maioria dos dirigentes do PPS goiano estarão
reunidos na cidade de Caldas Novas. O Encontro Regional prevê reunir além de
toda a Executiva Estadual os vereadores eleitos, presidentes de Diretórios
Municipais, Vice-prefeitos, filiados e simpatizantes dos vinte munícipios circunvizinhos. O Encontro ocorrerá na
Câmara Municipal da Cidade com início
previsto para as 10 horas da Manha. O Vice-prefeito da Cidade de Morrinhos,
único vice-prefeito do partido na região, já confirmou presença. Na pauta do
encontro temas como: Organização do PPS mulher, Juventude Popular Socialista,
formação política e projeto de lançamento de chapas completas para deputado estadual
e federal em 2014.
O
PPS em Goiás hoje, conta com 62 vereadores distribuídos em mais de quarenta
cidades, cinco vice-prefeitos (sendo três de cidades importantes – Rio Verde, Demilson
Lima, Morrinhos com Tércio Menezes e Planaltina com Vilmar Popular), dois
prefeitos ( Ivolândia com Doutor Fabio e Água Fria com João de Deus). Visto de
perspectiva somos um partido pequeno, não temos deputados estaduais, tão pouco
deputados federais. Apesar de tal visão, em perspectiva, podemos dizer que temos
grandes coisas, propostas e valores a oferecer a Sociedade Goiana.
Um partido Ficha Limpa.
Somos
um partido Ficha Limpa. Não há em Goiás nenhum mandatário do PPS envolvido em escândalos
e cuidaremos para que continue assim. O PPS goiano possui nos seus quadros
o Secretário de Estado da Cultura Gilvane Felipe, recentemente considerado um
dos mais influentes políticos da área cultural do Estado. Ex-presidente do partido no Estado,
membro do Diretório Estadual e um exemplo de quadro que o PPS valoriza,
investe e acredita.
A
ética para o PPS é mais que um discurso. É o próprio fundamento e razão do fazer
política. Não se trata de puritanismo exagerado, mas de compreender que o
verdadeiro humanismo passa pela evolução do ser humano, da busca da compreensão
dos caminhos pelos quais o ser humano encontra formas de viver que traga
felicidade, paz e crescimento integral. A ética é mais do palavras, é o
fundamento das políticas que defendemos. Sustentabilidade, Educação, Segurança,
saúde, urbanismo só tem sentido quando fundamentado em um humanismo libertário,
nos valores da liberdade e da democracia.
Um partido que prega o
desenvolvimento humanizado.
O
PPS defende a Sustentabilidade. Aqui o PPS inova e se diferencia de tantos
partidos que trazem um discurso sobre o meio ambiente que não se sustenta na
prática por que cheio de contradições. Ao defender a sustentabilidade fundada
na construção do Socialismo o PPS entende que não pode existir defesa do meio
ambiente enquanto mantivermos milhares de pessoas na miséria. Mais do que isso,
não se trata da miséria restrita ao estado nacional, o que defendemos é a luta
contra a miséria em qualquer rincão do planeta. O filiado do PPS que compreende o conceito de
sustentabilidade que defendemos sabe que a vida acontece no local onde vive,
que precisamos defender e valorizar nossas cidades, nosso estado e nosso País,
mas que em essência somos cidadãos do Mundo. Isso explica e justifica a
campanha já realizada pelo Partido para dar fim ao conceito de estrangeiro.
O
PPS defende a Educação como Investimento. O PPS é o único partido na atual
conjuntura da política brasileira a aprovar em um Congresso Nacional do Partido
a defesa da Educação como fundamento do desenvolvimento do país, fazendo
constar em Estatuto que as cidades administradas pelo PPS a partir de 2012 terão
investimento real em Educação, valorização do professor com planos de carreiras
e formação continuada e luta concreta pelo aumento da escolaridade real dos
cidadãos. No congresso Nacional, nossos deputados Federais tem se destacado
como defensores dos avanços no campo da Educação participando e liderando o
processo de mudanças, apresentando emendas
e aperfeiçoando propostas referentes ao Plano Nacional de Educação. Para
o PPS, a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro e mesmo o crescimento
e desenvolvimento econômico do futuro passa por urgente investimento no campo
da educação.
O
PPS apoia e luta contra Miséria e a melhoria da qualidade de vida. Para o PPS o
fim da miséria não virá apenas com políticas compensatórias como Bolsa Família,
Bolsa universitária etc. Ao reconhecer a importância destas políticas lembramos
a transitoriedade das mesmas, e que aliado a elas, um grande programa de qualificação
profissional, criação de condições para o crescimento econômico, aumento do
emprego, melhoria das políticas públicas de Saúde, Segurança, habitação e
urbanismo são elementos tão importantes quanto retirar da pobreza extrema
nossos cidadãos. O combate a miséria que não provê ao homem condições de
produzir o próprio sustento, não só permitirá que este homem volte a miséria
como empobrecerá o país.
O PPS que quer e pode ser Grande.
Temos
todos os motivos para acreditar que em 2014 a população de Goiás nos
recompensará pela nossa firmeza, pela nossa luta em defesa dos servidores
públicos, da cultura, da saúde pública de qualidade e da educação. Somos
pequenos, mas juntos podemos nos tornar grande. Somos mais de 100 vozes em mais
de 100 munícipios Goianos. É nosso dever levar a cada cidadão goiano o pensamento
do PPS, a forma como o PPS defende o povo e o compromisso que o nosso partido
tem com o futuro de todos nós. Para isso, é dever de cada dirigente do PPS,
cada vereador eleito participar da vida da sociedade. Cuidando da educação dos
filhos, indo aos conselhos escolares; cuidando da saúde do seu município
acompanhando o cotidiano do Conselho Municipal de Saúde; e assim em todas as
áreas. Vamos levar o pensamento do PPS para todos os lares do Estado de Goiás.
É no poder loca, é na vida cotidiana que temos e devemos exercitar nossa
cidadania. Toda mudança começa no poder local.
Nossos
valores são: a democracia, a liberdade para além do direito de comprar e
vender, a liberdade para ser cidadão, para viver, sentir, se expressar. A
liberdade que ajuda o homem a tornar-se melhor; a sustentabilidade, para além
dos discursos hipócritas, fundado no zelo das próprias relações humanas; e, a
ética; não ética dos discursos vazios, do faz o que digo e não faça o que faço,
mas a ética que sabe ser o homem o sujeito de sua história, mas que ao fazer
sua história, está subjugado, por forças
que na maioria das vezes lhe são estranhas. Afivelemos nossos valores em nossos
corações e escrevamos em nossas mentes e sigamos juntos e de mãos unidas na
caminhada da esperança que nos levará a conquista de dias melhores.
[1]
Nelson Soares dos Santos é Mestre em Educação pela Universidade Federal de Goiás,
Secretário Geral do PPS Metropolitano, Diretora da Fundação Astrogildo Pereira em Goiás e membro
da Executiva Estadual do PPS em Goiás.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
PPS - A caravana do Desenvolvimento Humano
Nelson
Soares dos Santos
Auspiciosas
são as notícias que estampa os jornais nas páginas de politica pelo país a fora
e em Goiás. Digo, auspiciosas por que é sempre bom quando os políticos resolvem
descer dos seus pedestais e andar pelo meio do povo buscando ouvir os anseios e
atender reivindicações. Nacionalmente, a
presidente candidata apressa-se a ouvir os correligionários; alguns deles, como
Eduardo Campos, Governador do Pernambuco e Presidente Nacional do PSB, estão dispostos
a andar pelo país, ele está convicto de que o Lulo-petismo está se esgotando;
de outro lado, o próprio Lula avisa que retomará o que ele chamou de Caravana
da Cidadania. Aécio Neves, por outro lado, começa suas ações por Brasília, em
um seminário do Instituto Teotônio Vilela, com uma tentativa de colocar em
discussão a fragilidade vivida e não assumida pelo governo, da economia
Brasileira. Marina Silva, retomando a agenda que lhe deu 20% dos votos na
última eleição presidencial, mobiliza-se para criar o partido com o qual
disputará as eleições de 2014.
Em
Goiás, tudo parece ainda embaralhado. E, até o momento, e se as eleições fossem
hoje, tudo indica que seria, novamente, polarizado entre Marconi e a turma de
Iris Rezende. Vanderlan Cardoso, ainda sem partido ( pode ir para o PSC),
timidamente começa visitar os munícipios do interior; os deputados do PT e
PMDB, avisam que farão uma caravana pelo interior e aparece nos jornais como “caravana
da Oposição”; Ronaldo Caiado, Deputado Federal que se consolidou como
representante da direita pura e conservadora em Goiás, ameaça sair da base do
Governador e tentar voo solo rumo ao palácio das Esmeraldas. Júnior do Friboi,
o empresário não tão neófito em política, ensaia os primeiros passos mais
ousados e pode contar futuramente com a força que pode significar a candidatura
de Eduardo Campos a Presidência. Enquanto tudo isso acontece, o Governador
Marconi tenta chamar para si a responsabilidade, reorganizar o Governo e
mostrar a população de Goiás que o seu projeto ainda está longe de terminar.
No
meio desta Babel Política estamos nós, o Partido Popular Socialista. Um partido
que ficou de fora do Governo Alcides Rodrigues e foi o primeiro a defender o
retorno de Marconi ao Palácio das Esmeraldas. Nas eleições de 2012, tivemos
candidatos próprios em Anápolis e lançamos o candidato a vice-prefeito na chapa
Elias Júnior/Darlan Braz para a prefeitura de Goiânia. Desde o início do
Governo Marconi, temos defendido um retorno do Governador a uma prática
política que vise a valorização servidor público, o investimento em Educação,
segurança, fortalecimento dos direitos humanos e aumento das políticas de
Inclusão Social. É claro, que nem tudo aquilo que um partido pequeno em um
espectro de mais de dez partidos aliados que forma um governo defende se tornam políticas públicas, mas
temos consciência que temos toda a autoridade necessária para também correr o
Estado e levar até o Eleitor uma mensagem – a mensagem da necessidade de
fortalecer o desenvolvimento humano no Estado. É por isso que o PPS, também
visitará por meio de suas lideranças, a maioria dos munícipios do Estado, e
defenderemos um desenvolvimento focado no ser humano e em uma ecologia da
Sustentabilidade. A nossa caravana será a Caravana do Desenvolvimento Humano.
Começaremos
por Caldas Novas, no dia 23 de fevereiro. E não teremos nenhum temor de debater
com a Oposição os rumos do nosso estado. Ainda fica curioso como a oposição
fará a defesa dos governos fracassados que não investiram em desenvolvimento
humano nos munícipios onde governaram. Em Goiatuba, por exemplo, o que dirá o
PMDB e o PT, depois de ter governado a cidade por oito anos, deixando-a em
frangalhos, com servidores sem receber nos últimos meses, para justificar ao
eleitor o que tem a oferecer? O que dirão aos eleitores de Buriti Alegre? O que
dirão aos eleitores de Catalão? O que dirão aos eleitores de Morrinhos? Não
tendo muito a dizer, a “Caravana da Oposição” pode se transformar em um bloco
fracassado de carnaval fora de época.
O
PPS, com tudo que somos e representamos na história de Goiás e do Brasil,
estaremos de cabeça erguida. Defenderemos o desenvolvimento humano. Hoje, somos
cinco vice-prefeitos, dois prefeitos, mais de 60 vereadores, estando presentes
em mais de 50 munícipios. Nossa voz será ouvida, não por que somos grandes, mas
por que entre o barulho ensurdecedor daqueles que não buscam senão o poder para
a satisfação dos interesses particulares, a sociedade nos verá com alternativa
de futuro, um futuro que tornará o estado de Goiás mais humano, e, ajudará
nosso povo a dar um salto de evolução. Quiçá a Caravana do Desenvolvimento
humano cresça, e espalhados por todo este Estado, encontremos juntos o caminho
que tornará a vida de todos melhor e mais satisfatória de ser vivida.
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