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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Balanço de campanha.



Faltam agora pouco mais de trinta dias para terminar o período de campanha eleitoral. Então, acho oportuno fazer um balanço para que aqueles que acreditam que nossa candidatura cumpre um papel no processo de construção de uma nova política possam estar a par de como se dá o processo de campanha eleitoral.

Os Objetivos da Candidatura.

Primeiro, vou relembrar o que me levou a ser candidato a deputado estadual, uma vez que inicialmente me coloquei como pré-candidato a governador, e em seguida, com a entrada do Marcos Abrão no PPS de Goiás, pretendi ser candidato a deputado Federal.  Então, basicamente foram dois motivos: O primeiro, manter acesa a chama da luta em defesa da educação, buscando fazer um debate propositivo ( o que parece quase impossível em período eleitoral), e tentar fazer da Educação uma pauta política para outros candidatos, seja a governador, a senador, ou deputados estaduais e federais; o segundo objetivo, era para fortalecer o meu partido, O PPS, aumentando a votação do mesmo e a divulgação da legenda.


A parceria em defesa da Educação.

Com os objetivos definidos, coloquei como “regras” para minha candidatura que faria dobradinha apenas com o candidato a deputado federal pelo PPS, após uma conversa reservada com o mesmo, onde ficou acertado que eu teria um apoio mínimo, como carro, combustível, um motorista, material gráfico, alguns cabos eleitorais, o tempo de rádio e televisão e apoio no processo burocrático como registro da candidatura, prestação de contas e aspectos jurídicos.
Com isso comecei o processo e assumi a candidatura a deputado estadual. Dez dias após o registro da candidatura, pediram que eu devolvesse o carro. Então fiquei sem carro e  não recebi pelos 20 dias seguintes nenhuma ajuda financeira. Então, já no final de Julho, descobri que minha candidatura estava em diligência, pois meu nome não constava na lista de filiados do Partido. Foi então, que mediante participação direta da Direção Nacional, consegui auxilio de 3.000 mil reais para custear o processo de registro ( pagar advogado, juntar documentos, etc), e tive então a candidatura registrada mediante provas documentais solicitadas pelo T.R.E.
Continuei cobrando o combinado inicial pelo qual me tornei candidato. E, comecei a campanha com material impresso e xerocopiado, ganhei dez mil panfletos de doação de amigos, e recentemente, há poucos dias, o candidato que seria a dobradinha oficial mandou rodar 100 mil panfletos, entre citrus, adesivos e botons. Entretanto, sem motorista, carro, combustível o material vem fazendo pouco efeito, por que mesmo tendo diversas pessoas dispostas a distribuir o material de forma voluntária torna difícil leva-lo até estas pessoas, principalmente quando em cidades do interior. Hoje temos vinte cidades do interior onde há pessoas dispostas a tirar um pouco do tempo para divulgar a candidatura.

A candidatura e a campanha do Governador.

Nesta sexta feira, recebi telefonemas dizendo que o carro estaria sendo providenciado. Entretanto, confesso que minha fé está se esvaindo. Também recebi telefonemas do Comitê do Governador e do Comitê do Senado Vilmar Rocha, para os quais enviei a arte da minha campanha. Entretanto, já os avisei que sem estrutura para distribuir o material não tem nenhum sentido a produção do mesmo. Outrossim, há um complicador que minha posição clara em defesa do retorno da titularidade perdida pelos professores no pacto em 2010. Apoiar financeiramente minha campanha deve significar também um ato político, qual seja, o de que o Governo errou na execução do chamado Pacto Pela Educação em 2010, por que não pretendo arredar pé de que minha candidatura tem como objetivo central chamar a atenção da sociedade para o fato de que precisamos fazer uma revolução na educação do país, e neste, sentido, corrigir o tremendo erro cometido contra os professores de Goiás é essencial.
Devo dizer que nunca tive nenhum contato com o candidato a Governador Marconi Perillo e, portanto, não tive a oportunidade de entregar a ele a “Carta em Defesa da Educação” publicada em nosso blog e de amplo conhecimento. Entretanto, tive oportunidade de conversar diversas vezes com o candidato a Senador Vilmar Rocha sobre o Assunto e com o Secretário de Articulação Institucional Joaquim de Castro, e perceber, nos mesmos, uma sensibilidade no sentido de acompanhar a evolução do desejo da sociedade em realmente apoiar uma mudança na política educacional. A percepção que tenho é de que a maioria dos políticos, eles incluídos, não acreditam que educadores e a própria sociedade se importa com a questão educacional na hora de decidir o voto. E que portanto, tudo que tem sido feito pela Educação, sobretudo a pública, já está por demais satisfatório.

A atualidade da Candidatura.

Nesta semana recebi propostas de dobradinhas de dois outros candidatos a deputados federais. A um deles eu sequer atendi o chamado. Outro, fui ouvir e estudar os objetivos da propostas. Entretanto, percebo que aceitar a ajuda financeira de ambos os deputados feriria as “regras” iniciais que impus a candidatura, primeiro, por que neste sentido não estaria fortalecendo o PPS, partido que luta para transformá-lo em um trincheira em defesa de oportunidades iguais para educação; segundo, que não percebi real interesse político nos mesmos de defender a causa da educação com firmeza.
Foi ai que percebi, na verdade, estive diante de uma questão interessante: onde e quando nasce a corrupção na política? Não é quando, de fato, os novos políticos se corrompem, mas quando no afã de alcançar bons resultados eleitorais “esquece” os objetivos iniciais que os fizeram entrar na batalha. O pragmatismo absoluto não guiará minha consciência. Isso significa que estou aberto a todas as ajudas lícitas de financiamento de campanha desde que tenham como premissas: 1. Fortalecer o PPS; 2. Fortalecer a defesa de oportunidades iguais para educação. A ajuda vinda tanto do Governador Marconi, tanto quanto, do Senador Vilmar Rocha será bem vinda, desde que aliada ao compromisso que faz existir minha luta e faz estar na batalha.

Epílogo.

Infelizmente, tenho de dizer aqueles que estão aguardando o material que ainda continuo impossibilitado. Falta dinheiro, carro, combustível para levar o material até vocês. Alguns já vieram buscar aqui em casa, e todos aqueles que quiserem fazer o mesmo serão bem vindos. De outra forma, estou feliz e fico ainda mais radiante, com cada mensagem que recebo de pessoas que dizem: Olha, eu não ia votar em ninguém  mas vou votar em você. Continuando sem carro, sem combustível, sem dinheiro, talvez terei poucos votos, mas considerando que por meio das redes sociais já levamos nossa mensagem a mais de 100 mil pessoas, pode-se dizer que se houver um real interesse posso ter até a chance de ser eleito. Então, todos aqueles que têm compartilhado nossos posts, o blog, e nossas mensagens continuem fazendo.  O caminho da mudança é assim, difícil, íngreme e exige envolvimento de todos que acreditam que a justiça deve ser para todos.




terça-feira, 19 de agosto de 2014

Marina!! Educação, Pelo Amor de Deus.


Nelson Soares dos Santos[1]

Quando no congresso nacional do PPS no ano de 2011, apresentamos a proposta de que o partido deveria assumir como prioridade a luta pela educação, não imaginávamos que a situação da educação brasileira fosse tão desigual. Existe no Brasil uma desigualdade educacional gritante. A escola privada que recebe os filhos dos ricos é tão diferente das escolas públicas quanto a Zona Sul do Rio de Janeiro é diferente de um lixão. O PPS veio então assumindo um protagonismo na luta por educação igualitária e de qualidade. Nossos deputados federais fizeram bonito na luta por destinar a receita do pré-sal para a Educação, na luta pela destinação dos 10% do PIB para a educação, e na construção do Plano Nacional de Educação. Stepam Nercessiam, Goiano que se tornou deputado federal pelo Rio de Janeiro, representou brilhantemente o Partido na Comissão de Educação na Câmara. E os melhores Cabeças do Congresso – Roberto Freire, Rubens Bueno, E Arnaldo Jordy – emprestaram todo o brilho a defesa da Educação no Congresso Nacional.
No Congresso nacional de 2103, no qual foi aprovado o apoio do partido a candidatura de Eduardo Campos o partido foi mais longe. Aprovou moção pública e resolução interna para aumentar o protagonismo do partido na luta pela educação em todas as esferas de ação, quais sejam, nas câmaras municipais, nas Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional. Eduardo Campos mostrava pelas suas palavras que ficaram gravadas no inconsciente coletivo na da nação que tinha entendido a proposta do Nosso Partido quando disse: “ No dia em que o filho do pobre e do rico estudar na mesma escola, neste dia, teremos o pais que queremos”. Com exceção de Eduardo Campos que se mostrava sensível a proposta de fazer uma revolução na Educação Brasileira, todos os demais candidatos a presidência da República tem tratado a educação como fator de menos importância. A atual presidente e candidata a reeleição tem o disparate de dizer que o modelo que ai está é bom, que precisa apenas melhorar. Outros, alardeiam que fizeram muito pela educação, mas nos estados onde governaram os professores não ganham nem o piso determinado por lei.
Nesta quarta-Feira, quando a Executiva Estadual do PPS, se reúne para ratificar o nome de Marina como substituta do Eduardo Campos, não podemos esquecer de reforçar a luta por uma revolução da Educação Brasileira. Não se trata de melhorar a educação, não se trata de uma breve reforma. É preciso coragem para aceitar que a educação pública brasileira está um caos. A diferença entre as escolas públicas e privadas é tão gritante que é crime aos olhos de um humanista convicto. Não podemos deixar passar despercebido o sofrimento dos professores brasileiros, que mesmo nas escolas privadas ganham salários muito distantes da importância do trabalho que realizam pelo país
Precisamos enviar a Marina o nosso Grito, a nossa reivindicação enquanto partido. Marina deve assumir o mesmo compromisso de Eduardo, - o de lutar dia e noite incansavelmente e com coragem para que todos os brasileiros tenham as mesmas oportunidades educacionais desde a educação Infantil. Ter a coragem de discutir os grandes conglomerados que transformaram a educação em um negócio lucrativo e quem nem sempre propicia a formação adequada para que o nosso povo evolua nos campos do intelecto, da cultura e do espírito. Mudar o modelo de gestão dos recursos educacionais, combater os desvios de recursos, colocar a União para assumir as responsabilidade por ensino de qualidade nos municípios e estados que não possuem arrecadação suficiente para um salário digno aos educadores, escola integral para todos os estudantes da Educação Básica; eis alguns dos pontos que precisam ser discutidos e implementados com coragem.
Tenhamos consciência: Não existe nenhum país que se tornou desenvolvido sem que antes tenha investido de forma séria na educação do seu povo. Somente onde existe oportunidades iguais de educação é possível retirar do meio do povo as melhores mentes, os melhores recursos humanos e espirituais que tornam um país, uma grande nação. É por isso, que o nosso grito tem de ser alto, tem de ser forte, insistente. E como afirmei no Congresso do Partido, eu o repito agora: Educação, senhores!!! Educação, pelo Amor de Deus. É de Oportunidades educacionais iguais para todos de que este país precisa.



[1] Nelson Soares dos Santos é Professor Universitário, é membro da Direção Nacional do Partido Popular Socialista e Candidato a Deputado Estadual em Goiás. Blog. www.profnelson23345.blogspot.com

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Uma resposta ao Empresário Carlos Augustos Ramos Cachoeira.



Nelson Soares dos Santos[1]

Hoje de manhã, não li jornais. Levantei e fui caminhar pelas ruas, pedir votos, falar de educação. Estive com um grupo de moto-taxistas que depois de afirmar ver em minha pessoa honestidade e seriedade, instaram comigo para que eu deixasse a política, pois segundo um deles, se eu for eleito terei aberto a porta do inferno, e uma vez, lá, terei que lutar com demônios. Ao chegar em casa para o almoço, liguei para um companheiro de partido que pediu que eu lesse o artigo do Carlos Augusto Ramos Cachoeira, o vulgo Carlinhos Cachoeira, conhecido nacionalmente pela CPI do Jogo do Bicho, e que quase colocou em risco a governabilidade do Governo Marconi; e que não muito tempo atrás, escreveu artigo publicado nos jornais do Estado, onde o mesmo mandava o Governador calar a boca, ou ele iria usar as armas que tinha. Agora, o mesmo moço escreve e assina o artigo que leio, e, sem meias palavras, ou de forma bem clara, nas entrelinhas, acusa o Ex-Candidato a Governador Iris Rezende Machado de Corrupção, e manda-o calar a boca. Pelo visto, o moto-taxista estava errado. Parece que a luta contra demônios já começou e a porta do inferno já foi aberta.
Quando li o artigo no qual o Governador Marconi foi mandado calar a boca, senti nojo e tristeza. Com repulsa, fiquei em silêncio, por que ali já havia uma acusação a todos os políticos, como se detentor de um poder quase divino,  - o empresário que se tornou bem sucedido explorando atividades ilegais, como ele mesmo confessa nas entrelinhas dos artigos que escreve e são publicados, e por quais atividades consideradas ilegais já esteve detido pela polícia, - enxovalha os políticos, desafia a todos, e se comporta como se tivesse todos os políticos do Estado em suas mãos.  Hoje, eu faço um desafio público ao Carlos Cachoeira: apresente os nomes de todos os políticos, os quais você tem autoridade para fazê-los calar a boca, ou cale a sua boca para falar da vida de pessoas que você sequer conhece. Nem todos os políticos são ladrões, e nem todos os empresários são bandidos, Senhor Carlos Cachoeira.
No início do seu artigo, você afirma: “ Políticos são mesmo pilantras. Não há exceção.” Eu afirmo que você está errado. Existem sim políticos com ideais e que lutam pelo bem comum. Temos em Goiás 07 candidatos a governador,  07 candidatos a vice-governador, 07 candidatos a senador, 14 candidatos a suplentes de Senador, 172 candidatos a deputados federais, e 827 candidatos a deputados estaduais. Será mesmo que todos são corruptos e vossa Senhoria pode acusar a todos de corrupção, sem nenhuma exceção? Não me darei ao trabalho aqui de defender o Governador Marconi ou ao Ex-Governador Iris Rezende Machado, eles certamente não precisam do meu esforço. Outrossim, estas centenas de homens que sonham com uma sociedade justa e que lutam cotidianamente por melhorias não deve continuar ser vítima da língua ou da pena de um homem a quem os cárceres  da polícia já serviu de lar.
Apelo, ao Ministério Público Eleitoral que tome providências. Não é possível que um homem que já esteve no cárcere da polícia, enxovalhe a toda a classe política e a própria justiça não tome medidas de proteção a sociedade. Ao condenar toda a Classe Política, o empresário instiga a descrença no estado democrático, descredencia o próprio processo eleitoral e espalha na multidão a descrença para com o futuro da sociedade organizada. Ao afirmar, que todos os políticos são corruptos sem exceção, o empresário atinge também o próprio judiciário que é quem legitima o processo eleitoral.
Talvez seja a hora, Senhor Carlos Augusto, de Vossa Senhoria, que parece querer a aprovação da sociedade, explicar as acusações que rondaram os jornais envolvendo a Secretaria de Estado da Educação. Naquela época, alertei aos professores que a luta por educação de qualidade é maior do que simplesmente lutar por salários de professores, e que conhecer os bastidores de quem nomeia, indica, e manda em alguns órgãos públicos é tão importante quanto o aspecto ideológico. Já que tens o poder de mandar os dois homens mais poderosos da política do Estado calar a boca, diga para nós, qual é vosso quinhão no campo da Educação. Confessas publicamente estar envolvido no jogo do bicho, e, ameaça citando encontros com diretores do Delta. Ousa ainda ameaçar a qualquer um que se sentir ofendido, como se todo mundo que está na política lhe devesse favores.
Não, Senhor Carlos Augusto. Eu não lhe devo nenhum favor, e tenho certeza que existem muitos outros que como eu não lhe deve favores de campanha  e de nenhum tipo. Alegas tornar-te um lampião para defender a honra de tua família, mas enxovalha e chama de corruptos pais de famílias que sequer conhece. Lampião, como o Senhor a ele se compara, era um fora da Lei, por isso não posso dizer-lhe que como pai e chefe de família eu me igualaria ao senhor e a Lampião. Eu faço parte daqueles que lutam por fazer as leis do país, que luta pelo bem coletivo. Entretanto, não tenho nenhum medo de tornar-me um gladiador e,  lutar até a morte dentro das regras limpas em defesa da família, da ética e de uma sociedade onde as atividades legais, a justiça, sejam respeitadas por todos.
Sou candidato, Senhor Empresário, por que quero mudar a educação deste país. E vou participar da luta que vai mudar a educação deste país. E se para isso, for preciso lutar contra a corrupção, colocando em risco minha vida, para colocar na cadeia empresários corruptos que desviam o dinheiro da educação em tantos estados deste país, e que vez ou outra vê os escândalos nos jornais, terá tido sentido ter vivido e ter lutado. Retrate-se Senhor Carlos Augusto, ou prove que todos os políticos são corruptos sem exceção. Cale e lave a sua boca antes de se referir aos pais de família que como eu, estão entrando na política para colocar na cadeia corrutos e bandidos que desviam o dinheiro público para viver em putarias. Aproveite-se e se retrate, dê os nomes dos corruptos e durma em paz, por que se Vossa Senhoria vive em tormentos, digo-lhe que durmo todas as noites tranquilas e felizes, pois sei que Deus cuida daqueles que vivem e fazem o bem. E por fim, que os candidatos que nada devem ao referido Empresário se apresentem como alternativa, pois a sociedade quer mudança, a sociedade quer votar em homens que querem construir uma nova política.




[1] Nelson Soares dos Santos é Pedagogo, Mestre em Educação Brasileira pela UFG ( Universidade Federal de Goiás), Professor Universitário é membro da Direção Estadual e Nacional do Partido Popular Socialista, Candidato a Deputado Estadual, e não conhece o Empresário. 

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Uma parceria em defesa de um novo modelo de Educação.



11ª Carta Política – Uma parceria em defesa da Educação, do humanismo e da Democracia em Goiás.



Prezados amigos,
Apresento a vocês hoje a parceria que fizemos em defesa do Humanismo, da democracia e da defesa de um novo modelo educacional em Goiás e no Brasil. Na primeira reunião que participei e na qual o Marcos Abrão se apresentou para se filiar ao partido eu fui contra. E fui contra por diversos motivos que aqueles que me acompanham podem imaginar bem. Eu estava tentando sair de um Governo que na minha opinião errou profundamente com os professores de nosso estado e com a Educação, e a  chegada dele ao partido significaria eu continuar na base deste mesmo governo.
Em um partido, no entanto, não se faz política sozinho. E em uma democracia é preciso aprender, em alguns momentos, ser minoria. Entretanto, Marcos Abrão se apresentou afirmando que veio para o PPS – Partido Popular Socialista com o intuito de somar forças na defesa dos compromissos que o PPS tem com a População goiana e  Brasileira. Na câmara federal, como todos os deputados federais do PPS, já fazem, Marcos Abrão assume o compromisso de lutar por um novo modelo educacional, pela valorização dos educadores, mudanças no pacto federativo que dê condições de criar oportunidades iguais de educação neste país.

E, assim, depois de muitas dificuldades, e de estar consolidada a nossa candidatura a Deputado Estadual, eis então, o material pelo qual divulgaremos esta nova parceria em defesa da Educação de Goiás e do Brasil. Para Dep. Federal, vote Marcos Abrão 23.45 , e para Dep. Estadual, vote Prof. Nelson, 23.345 – Um voto pela Educação.









domingo, 10 de agosto de 2014

10 ª Carta Política – Aos Pais - Por que precisamos mudar a Educação



Prezado Pais.
Sou o Professor Nelson, candidato a Dep. Estadual, nº 23.345, pai  de duas filhas de nove e 13 anos, e estou preocupado com o futuro de minhas duas filhas queridas. Creio que todos vocês são assaltados pelas mesmas preocupações.  Os valores em nossa sociedade estão deteriorados, a falta de respeito é generalizada. As escolas públicas estão caindo aos pedaços, a segurança pública é quase inexistente e a saúde é precária.

Hoje é um bom dia pra refletir sobre tudo isso. Trabalhamos de sol a sol para tentar dar um futuro melhor do que tivemos aos nossos filhos, entregamos ao estado 30% do suor do nosso rosto todos os anos e em troca o que recebemos é esta realidade caótica, e até mesmo uma cidade que nem o lixo tem um recolhimento regular.
Prezados pais, muitos de vocês não gostam de política e com razão. Os políticos não tem feito muito por merecer confiança nos últimos anos, mas eu vos digo, precisamos de bons políticos para mudar esta situação. Eu vos peço que nesta eleição não votem em político que estão buscando reeleição, eles já tiveram oportunidade e nada fizeram para ser diferente. Votem em nomes novos.
Vocês tem ouvido que foi feito muito pela educação em Goiás. Eu vos digo: não é verdade. Vocês acreditam mesmo que existe escola boa com professores insatisfeitos? E vocês acreditam que um professor pode estar satisfeito quando lhe tiram parte do salário que recebiam todo mês? Os professores de Goiás tiveram perda de direitos na implantação do chamado “Pacto Pela Educação”, portanto, pais, não existe escola boa com professores mal pagos.


Neste domingo, ao pensarem no futuro de vossos filhos, pensem em caminhos para mudar a educação. Eu vos afirmo: Se não mudarmos a educação, se não provermos oportunidades educacionais iguais para todos, nada neste país vai mudar. Eu sou o Prof. Nelson, meu numero é 23.345. Sou candidato para mudar esta realidade, sou candidato para mudar a Educação. Eu lhes desejo um feliz dia dos pais, mas se querem que os nossos filhos tenham mesmo um futuro com saúde, segurança, justiça e Educação, dê um voto pela Educação.

9ª Carta Política – Em Defesa do Futuro, ou Carta a Juventude. Prezada Juventude, Moços e Moças.



Eu sou o Prof. Nelson, Candidato a Deputado Estadual, com o número 23.345. Eu me dirijo a vocês pelo dever indeclinável de não me omitir perante o risco que hoje corre o futuro do Brasil e de nosso Estado. Estamos em processo eleitoral, e muitas mentiras estão sendo contadas a vocês. Muitos de vocês ainda não votaram, ou tem o direito de votar pela primeira vez. Lembrem-se: O voto é uma arma que pode salvar ou comprometer o futuro de vocês. O voto pode comprometer vossos sonhos de ter uma família melhor do que seus pais, uma profissão melhor e uma vida mais digna. Não deixem de prestar atenção em quem votar.

Vivemos um momento difícil no Brasil e em Goiás. Ninguém acredita na política e nos políticos e isso abre ainda mais espaço para aqueles que só tem compromisso com eles mesmos. Os endinheirados e endireitados que jamais pensam no bem comum. Aliás, vocês devem ouvir o tempo todo uma história de que já não existe mais esquerda ou direita. Tal história mentirosa é contada por alguns de vossos professores e muitos políticos. Dizem que não existem mais lutas de classes, que isso é coisa do passado e discursos de loucos e idealistas. Estes mesmos colocam os filhos nas melhores escolas particulares, viajam para o exterior, tem amplo programa cultural de férias, e tudo que o dinheiro pode comprar.
Eu vos digo meus amados: Esta é a forma mais pérfida que a luta de classe já se manifestou. Temos no país uma escola pobre para os pobres que os exclui de qualquer possibilidade de ascensão social, e uma escola rica para os ricos que faz os mesmos insensíveis aos problemas de quem quer que seja, e serviçais de um sistema depauperado, degenerado e degradante. Estes ricos e milionários controlam tudo, todas as instituições, os partidos políticos, os jornais, a televisão, a mídia e por meio da manipulação de vossas consciências e do vosso voto controlam a máquina do Estado, único ente que poderia trabalhar a vosso serviço.
Tenho ouvido falar de candidatos que defendem a educação, que fizeram revolução educacional, mas massacraram os professores, retiraram direitos adquiridos, e dizem que a educação em Goiás está boa. A educação não está boa, nem em Goiás, nem em lugar nenhum do Brasil. Dizer que a educação está boa é atentar contra a inteligência de vocês que estão nas escolas públicas, ou que estudam em centenas de escolas particulares com professores mal preparados.

A minha candidatura tem  o propósito fundamental de colocar a educação na pauta política, por isso, mesmo que você julgue ter um suposto candidato que mereça o seu voto, discuta a educação. Pergunte-o o que pensa sobre a educação, por que, meus amigos, ou se muda a educação, ou nãos e muda nada. É por isso, que eu vos peço, leiam todas as cartas políticas do nosso blog, discutam o futuro deste país, votem pela educação, vote Prof. Nelson 23. 345, Deputado Estadual.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

8ª Carta Política - Sobre Educação, Segurança público e discurso de campanha eleitoral

Prezados amigos e leitores deste Blog. e todos aqueles que estão acompanhando a nossa luta em prol de uma Educação de qualidade; 

Quando tentei ser candidato a Governador pelo meu partido, colocando-me como pré-candidato a governador foi por muitos incompreendido. E quando vejo os discursos falaciosos que se estabelece na questão da Segurança Pública vejo que cumprir um dever indeclinável de todo cidadão que decide servir a sociedade por meio da política. Os planos de governo apresentados até agora, parece um atentado a inteligência do cidadão eleitor, pois nenhum deles coloca o caos na educação como sendo uma das principais razões da existência de tamanha violência na nossa sociedade. Nenhum dos planos apresentados coloca uma perspectiva de sociedade, e o que se tem são propostas mirabolantes em torno de palavras vazias e discursos imediatistas. A questão da segurança pública só será resolvida a partir de três princípios básicos: 1. Reformulação da formação dos policias e da ação policial; 2. Investimento em Educação para prevenir a violência; 3. Reformulação do código penal ou da ação punitiva e reintegradora a sociedade.
1.   A democratização da Ação Policial.

Já faz mais de vinte anos que começamos a transição da ditadura civil-militar para a democracia ou para o Estado Democrático de Direito, e, no entanto, não conseguimos desmilitarizar as nossas polícias. Este é um tema difícil de ser tratado, por que sempre que se toca no assunto o desespero por simplificar a questão leva a um reducionismo absurdo. Desmilitarizar a polícia não é tirar a arma das mãos do policial, como pensam alguns apressados. É muito mais que isso, é uma forma de ação e vida tanto envolvendo a formação dos policiais como a criação de instrumentos de relacionamento entre a polícia e a sociedade.
Para que isso possa acontecer é preciso de um plano de longo prazo de segurança pública envolvendo uma reformulação do Próprio Pacto Federativo. Colocar armas nas mãos de guardas metropolitanos é quase que uma decisão estúpida tomada por alguns prefeitos no desespero por coibir a violência. Não é o município ou o Estado agindo de forma isolada que vai se conseguir diminuir a violência. Isso só será possível por meio de uma ação articulada, um projeto que envolva todos os entes governantes do Pacto Federativo e a própria sociedade civil.
Embora se diga que vivemos em uma democracia, muita gente, mas muita gente mesmo ainda vive uma cultura militarizada dentro do próprio seio familiar. Temos um ranço autoritário, aquilo que faz as pessoas repetirem com garbo no peito: “Você sabe com quem você está falando”? Este ranço autoritário impede o avanço da democratização da ação policial, corrompe os costumes e degrada a formação do caráter das novas gerações. Democratizar a ação policial significa enfrentar todas estas questões para criar as próprias condições de se mudar a ação policial.
2.   Investimento em Educação Pública de qualidade.

Hoje as escolas públicas em nosso país, e em nosso estado, transformaram-se em depósitos de formação de bandidos. Escolas caindo aos pedaços, professores doentes por que não são valorizados e são obrigados a enfrentar uma sobrecarga desumana de trabalho, pais ausentes; recursos didáticos ultrapassados e ausência de uma relação didático-pedagógica do estado com as famílias. Nos Estados Unidos, quando uma criança nasce poucos dias depois a família recebe uma carta do Governo, esclarecendo a família os direitos que a criança possui como cidadã e a forma como o estado vai cumprir. Aqui, se os pais não forem registrar a criança, e muitos tem dificuldade de registrar, o estado corre o risco de não ficar sabendo que a criança nasceu.
Então é um absurdo que os candidatos falem de mudar a segurança pública sem falar de educação. É uma mentira, uma falácia, um engodo. Prevenir a violência só é possível transformando a educação em prioridade de investimento. Enquanto não se mudar a Educação deste país nada vai mudar. Até mesmo a economia sofre os efeitos de uma educação que parece ter como objetivo perpetuar a pobreza e a ignorância. Recomendo aos candidatos a Governador  ler nossa carta sobre educação.

3.   Reforma do Código Penal e da ação reintegradora do criminoso a sociedade.

Um dos problemas mais graves do nosso país é a forma como as pessoas lidam com as leis. Já ouvi mais de uma vez, pessoas que já foram presas afirmarem que estavam doidos pra fazer qualquer coisa, matar alguém para poder voltar pra cadeia, pois nela, a comida é boa e ainda tem o auxilio reclusão. É um absurdo que os presídios no Brasil se transformaram em um incentivo  a vida de criminoso. Absurdo que um auxilio reclusão seja superior ao salário base do professor de Educação Básica de alguns estados.
O que se precisa então, é que a sociedade eleja parlamentares comprometidos a servir a sociedade, a compreender meios de tornar melhor a convivência social. Enquanto os parlamentares, seja no nível municipal, estadual ou federal estiverem atrelados a grupos cujo intuito único é o lucro fácil, e o enriquecimento ganancioso e inescrupuloso não existe possibilidade de diminuição da violência, pois são os parlamentares, os responsáveis pela elaboração de leis claras que venham a resolver as questões relativas a convivência social.

Acrescente-se a isso a áurea de impunidade que vem tomando conta do imaginário popular. Um bandido é preso e solto trinta vezes ou mais e não se dá conta de que cometeu um erro contra a sociedade na qual vive. Aliado a este fato, o processo de reintegração a sociedade não tem funcionado no Brasil. O nível de reincidência é altíssimo e não se vê medidas concretas para mudar esta situação nem a curto, médio ou longo prazo.

Epílogo – OU Educação Pelo amor de Deus.


Educação, pelo Amor de Deus, é preciso gritar aos quatro cantos deste país. Ou investimento em educação ou veremos uma degeneração da sociedade a tal ponto que os níveis de violência se tornarão insuportável e o medo se alastrará por todos os lados. É preciso que todas as famílias se ocupem e compreendam a importância da Educação, todas as instituições, enfim, toda a sociedade. Ou compreendemos a importância de transformar a Educação em investimento prioritário, ou seremos uma nação em forma de caos.