Pesquisar este blog

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Construir novos caminhos, forjar novas práticas.


Nelson Soares dos Santos[1]

Dentro de 60 dias ou menos, estaremos realizando o congresso Municipal da Cidade de Goiânia, do nosso querido partido, O PPS ( Partido Popular Socialista). Durante este período intensificaremos o diálogo com a militância e com a sociedade buscando ouvir anseios e ideias para aprofundar os avanços sociais, a democracia e o desenvolvimento humano em nossa região.

O congresso é um aspecto especial no PPS, e que o diferencia da maioria dos partidos no Brasil. No Congresso, todo filiado, com as responsabilidades partidárias atualizadas,  e que não tenha sofrido nenhuma punição no âmbito da Comissão de Ética do partido pode participar com direito a voz e voto. Durante o período da construção congressual o debate é feito com toda a sociedade, buscando sempre aprofundar as conquistas democráticas já alcançadas.

A voz das ruas ainda ecoa nos ouvidos de todo dirigente partidário com um mínimo de bom senso, e creio muitas das reivindicações vinda das ruas estarão contempladas no debate do PPS. Temas como a Mobilidade Urbana, a Educação, a Saúde, Segurança, Sustentabilidade certamente terá lugar cativo em todos os debates. A nossa luta será para que o  PPS trave a luta por construir novos caminhos que coloque o ser humano como centro do processo político.

Em Goiânia, temos questões pontuais que certamente serão discutidas como: a questão do Plano Diretor, Saúde, Segurança, Educação, Direitos humanos, e tantos outros, que tendo sido explorados nas campanhas, parecem ter sido esquecidos no processo de gestão. O nosso diálogo com a sociedade será, doravante permanente para que em 2016 possamos apresentar uma alternativa viável e realista ( Uma nova Política), para a sociedade, uma alternativa sincera sem politicismos ou demagogia.

Estaremos defendendo que o que deve pautar os caminhos do PPS não pode ser o velho maniqueísmo de estar do lado de alguém ou contra outro alguém, e sim, uma disposição sincera e franca de estar ao lado do povo e servir a sociedade. E com este espírito que todos os simpatizantes, filiados e militantes do PPS estão convidados  a participar do início de um novo caminho e de uma nova caminhada.



[1] Dirigente Estadual do  PPS Goiás, Diretor Geral da Fundação Astrogildo Pereira – Goiás  e Secretário Geral do PPS da Cidade de Goiânia.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Nota do PPS Nacional sobre do dia de Luta dos Trabalhadores

Em nota, PPS diz que Dia de Luta dos Trabalhadores serve de alerta para PT e governo







Foto: Robson Gonçalves
Em nota, PPS diz que Dia de Luta dos Trabalhadores serve de alerta para PT e governo
Freire lembra que ex-presidente Lula vetou fim do fator previdenciário

Por: Assessoria PPS 

O Partido Popular Socialista (PPS) divulgou nota, nesta quinta-feira (11/07), em que manifesta apoio ao Dia Nacional de Luta dos Trabalhadores e reafirma seu compromisso pela aprovação da jornada de 40 horas e pelo fim do fator previdenciário. No texto, assinado pelo presidente do partido, deputado federal Roberto Freire (SP), a legenda ressalta ainda que o movimento serve de alerta para o PT e o governo Dilma, que viraram as costas para os trabalhadores. Leia abaixo a íntegra da nota.

Pelo Direito dos Trabalhadores


O Partido Popular Socialista (PPS) manifesta publicamente seu apoio ao Dia Nacional de Luta dos Trabalhadores que mobiliza a sociedade brasileira nesta quinta-feira (11/07) em todo o país. A retomada das ruas e da agenda de reivindicações deve ser saudada por todos como uma demonstração de que o trabalhador acordou para os desmandos dos governos Lula/Dilma, que viraram as costas para as reais necessidades da Nação.

O PPS, compromissado com a causa operária e dos trabalhares desde a fundação do PCB, em 1922, reafirma seu apoio as principais bandeiras do movimento liderado pelas centrais sindicais: a jornada de 40 horas de trabalho e o fim do fator previdenciário.

Em respeito e compromisso com a história, cabe lembrar também que foi do PPS a iniciativa que resultou na aprovação, pelo Congresso Nacional, de emenda que acabava com o fator previdenciário. No entanto, em mais uma demonstração de desprezo com os trabalhadores deste país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a medida.

As marchas de hoje devem servir de alerta para o PT e para a CUT, que tenta desvirtuar o movimento e defender a presidente Dilma, cujo governo começa a ser desaprovado pela maior parte da sociedade. 

Nós, do PPS, seguiremos sempre ao lado dessa luta por melhores condições de trabalho para os brasileiros.

Que se ouçam as vozes da rua!

Brasília, 11 de julho de 2013

Roberto Freire
Presidente Nacional do PPS

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Secretaria de Justiça e Primeira Empresa – Caminhos para um Desenvolvimento Humano.



Nelson Soares dos Santos

 Uma das formas de se promover um desenvolvimento humano e com democracia é propiciando maiores oportunidades aos cidadãos de utilizarem os talentos que possuem de um lado, e de outro, aperfeiçoamento os mecanismos de promoção da justiça. Por acreditar que o desenvolvimento humano é o único caminho possível ao aprofundamento da democracia e da construção da justiça social, acompanho por algum tempo as atividades do Governo Marconi, dentre elas,  o trato com a classe trabalhadora e produtiva e a forma como se lida com os excluídos e marginalizados da sociedade.

Tendo isso em mente fui conferir pessoalmente duas atividades do Governador cujo lançamento já acompanhava por informações na mídia e conversas com as pessoas envolvidas. A primeira, a posse de Edmundo Dias como Secretário de Administração Penitenciária e Justiça ( Sapejus), e, em seguida o lançamento do programa “Minha Primeira Empresa”.

A Secretaria de Justiça com a forma como foi pensada e organizada ( Junção dos órgãos de proteção aos direitos do Cidadão como Procon e Conselho Estadual de Direitos Humanos e a administração penitenciária), reforçará o aspecto humanista do Governo e o aproximará do primeiro Governo que se iniciou em 1998, quando a aproximação e o respeito para com os trabalhadores e a preocupação com os excluídos foi uma grande marca.

De outro lado, o programa “Primeira Empresa” revela uma proposta criativa que atende ao novo momento vivido pela sociedade que exige uma forma de cooperação entre Governo, sociedade e iniciativa privada para dar consecução aos desejos e sonhos da coletividade. Ambos as atividades mostram-me que é possível ao Governo Marconi assumir um aspecto progressista, humanista e democrático que nenhum outro governante tem possibilidade de fazer em Goiás na atual conjuntura.

Isto me faz crer que projetos semelhantes podem ser desenvolvidos em outras áreas, bastando para isso que seja possível dialogar, criar, desenvolver. Mudanças deste quilate podem ser implementadas em diversas outras áreas o que certamente fará do Governo Marconi um governo renovado e que atenda a necessidade de evolução que a sociedade cobra dos governantes e dirigentes políticos na atualidade.

Lutar por “Desenvolvimento Humano e Democracia”: Pautar o futuro e seguir adiante

.

Nelson Soares dos Santos

O fim da possibilidade de concretizar a fusão do PPS com o PMN coloca desafios para todos nós, filiados e dirigentes do PPS, e mais ainda para nós goianos. Sem entrar no mérito do quanto seria bom ou não a fusão, precisamos agora refletir com rapidez os passos a serem dados para que possamos cumprir com o nosso dever de Partido cuja luta tem sido  por aproximar o povo do poder, fortalecer o poder local, combater a corrupção, apresentar propostas viáveis e factíveis  de melhoria da qualidade das políticas públicas, lutar pelas reformas urgentes das quais o país precisa e sobretudo, qualificar o espaço da luta política.
O primeiro grande passo é buscar compreender a voz das ruas. Se por um lado as demandas apresentadas já eram objeto de debate interno nas reuniões  e fóruns do partido a forma como as ruas foram tomadas trouxe surpresa a muitos. Compreender o sentido e o significado de tais manifestações torna-se um desafio a ser vencido, até por que, vai ficando claro que a onda conservadora e reacionária sobre a qual já escrevi neste blog mostrou sua face nas ruas, e parece se organizar cada vez mais. Além do fato de seus líderes se apresentarem de forma varonil o número dos que defendem ideias claramente reacionárias aumenta com o tempo. Tais forças estão espalhadas por diversos partidos, e ocupa espaço nas mais diversas instituições sociais, inclusive naquelas conhecidas tradicionalmente como progressistas.
O segundo passo é termos um plano de ação claro que venha a mostrar a população que temos um plano de existência e de escape para o futuro. Um plano estratégico que mostre a população que estamos dispostos a bem representa-los,  fortalecendo-nos a cada eleição, defendendo e colocando em práticas ideias que aprofunde a justiça social, a democracia e o desenvolvimento humano.
Urge que discutamos internamente a situação da economia nacional, soluções para as políticas públicas e propostas para as quais a população reflita e veja como factível e praticabilidade. Neste sentido, creio que a criação de Grupos de Discussão por áreas nas filiais da Fundação Astrogildo Pereira em Todos os Estados, e, a convergência para uma discussão nacional pode dar a todos nós uma dimensão do que pensa o nosso povo sobres o rumos que queremos para o nosso país. O resultado destas discussões dará subsídios para uma discussão no Congresso Nacional do Partido, sobre aquilo que queremos implementar como solução para o Brasil e os Brasileiros nas mais diversas áreas, sobretudo as mais prementes, como Saúde, Segurança, Educação, Economia, Mobilidade Urbana, Habitação, Meio Ambiente etc.

Por fim, se tem uma mensagem que ficou clara, vindo das ruas é que o povo não deseja mais políticos que vivem de discursos ou de elucubrações intelectuais. O Povo deseja solução para suas vidas, e isso só será alcançado seguindo adiante, conversando com a população, implementando respostas onde temos condição de implementar novas práticas e, tendo a sensatez de reconhecer os acertos e erros com a coragem para corrigir os erros ou desvios de rota.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Depois das ruas – À razão.



Nelson Soares dos Santos

Eu confesso que fiquei surpreso com a forma como  a população ocupou as ruas de todo país, em diversas cidades, inclusive em cidades do interior onde não há tradição de protestos. Mesmo questionado diversas vezes, pouco opinei, a não ser admitir que as pautas que ocuparam as ruas já eram velhas conhecidas do meu partido – O PPS, bem antes de  nas ruas estar, inclusive a necessidade dos partidos se reinventarem. Neste sentido, nosso partido, O PPS vem de há  muito tempo tecendo teorias sobre como fazer a reinvenção, seja a discussão do fortalecimento do poder local, seja  a discussão que envolve a construção de redes.
Agora que a população parece se acalmar, ou pelo menos, passado o primeiro susto e já acostumando com a nova realidade política e politizada da população, penso que é hora de colocar algumas pontuações. A primeira questão  e mais óbvia: é preciso admitir que há uma dificuldade geral de entender e compreender o que a parcela da população que foi as ruas deseja dizer ou reivindicar. A postura dos dirigentes, governantes e mesmo as análises de cientista políticos, antropólogos e sociólogos vai mostrando que não é fácil compreender a voz plural das ruas.
A segunda questão está implícita na primeira: Não há  uma voz nas ruas, há vozes. E estas vozes em sua maioria demonstram um desconhecimento do funcionamento do Estado Democrático. É possível que alguns que na rua estão, tem consciência do que expressam vai contra a existência do Estado democrático de direito, e talvez, até desejam mesmo confundir a população procurando abrir brechas para uma futura ditadura. Entretanto, parece claro que existe uma grande ignorância quanto ao papel dos políticos, dos partidos políticos e das relações entre os poderes bem como das responsabilidades de cada um deles.
A terceira questão e que me alegrou foi ver a população pedindo melhores serviços de saúde, educação e segurança pública. Agora, voltando a razão espero que a população que foi às ruas deve lembrar que tais serviços só vai melhorar com intensa participação dos próprios cidadãos que já possuem diversos canais de participação e controle dos serviços públicos no cotidiano. No caso da Educação, acompanhar o desempenho do filho na escola é uma boa forma de auxiliar o estado a construir uma educação de qualidade. No caso da Saúde e Segurança, a participação nos conselhos municipais das respectivas áreas, bem como, melhorar a consciência dos prestadores de serviços pode melhorar em no mínimo 50% a qualidade dos serviços  hoje já oferecidos.
Por fim, não posso deixar de falar da questão da Mobilidade Urbana. A pergunta que faço é : O passe livre resolverá o problema da Mobilidade Urbana? E quem vai pagar a conta final do passe livre para todos os estudantes? Pode parecer contraditório para quem conhece meu pensamento, mas não posso deixar de ressaltar que o auxílio do Estado é danoso quando oferecido a quem pode pagar, não ser quando comprovado extremo mérito. A questão da  Mobilidade Urbana deve ser pensado de forma mais ampla, o que leva a uma necessidade de discussão e conhecimento dos problemas enfrentados, sob o risco de cairmos em uma demagogia, levados pela pressa ou pelas más intenções.
No próximo post, falo da Reforma Política e do Plesbicito da Dilma.

terça-feira, 25 de junho de 2013

O PPS e a voz das ruas.




Nelson Soares dos Santos[1]

Diversas pessoas têm cobrado por que ainda não me pronunciei sobre as manifestações de ruas que tem assolado o país. De fato, se não houve surpresa em meu espírito, as manifestações levaram-me a questionamentos reflexivos sobre as razões que levaram tantos brasileiros às ruas. E, a primeira ação foi vasculhar o meu blog, twitter e escritos pessoais e do coletivo,  onde tenho voz( Fundação Astrogildo Pereira Partido Popular Socialista), se havia algo que pudesse explicar tais insurgências. Perguntei-me se não tínhamos tido a capacidade de sonhar o suficiente para perceber a insatisfação do povo, e relendo, encontrei de minha pena escrita no twitter, uma frase de uma manifestante que me questionava por que eu sonhava. “Está tudo podre, e tua ainda sonhas?” Questionava ela.
Esta empreitada levou-me a compreender que todas as demandas progressistas que foram levadas as ruas já fazem parte das lutas coletivas das quais faço parte. O PPS tem sido duro combatente das causas que podem mover este país rumo a uma democracia forte e com Justiça Social. A Luta contra a PEC 37, contra os projetos Fundamentalistas ( questão do aborto, cura gay, etc) que entre outras questões coloca em risco o fim da laicidade do Estado Brasileiro. [2]
A questão da Educação[3], uma das quais me é cara, o partido lutou pela destinação dos recursos do Pré-Sal para Educação, e pela aprovação de 10 % do PIB para o setor. Na Conferência Nacional do Partido realizada em Brasília, uma mesa com a presença do Senador Cristovam Buarque foi próspera no debate com lideranças do partido de todos os cantos do país, onde foi possível ouvir, discutir e debater questões que poderão vir a revolucionar a  educação, como por exemplo o aumento da escolarização, a melhoria e valorização da carreira do Educador.
Propostas avançadas também fazem de nossa luta coletiva, como no campo da segurança, sustentabilidade, mobilidade urbana, saúde, reforma tributária e reforma política. No caso da Mobilidade Urbana, Vitória, capital do Espírito Santo administrada pelo PPS, por nosso companheiro Luciano Resende, foi a primeira capital a baixar o valor da passagem no transporte coletivo e urbano de passageiros.
Por todas estas questões, ainda que sejam extremamente positivas, as ruas ainda não apresentaram propostas que sejam realmente novas e progressistas. As pautas já estão postas e esta batalha já está sendo travada há mais de dez anos. No caso da Corrupção, o PPS foi o primeiro e único partido a romper com o Governo Lula, bem antes do Mensalão. Então que o povo vá às ruas, mas que seja para avançarmos nas conquistas democráticas. O aspecto de criminalização da política e dos políticos presente em alguns segmentos não é agradável e nem merecedor de respeito.


[1] Nelson Soares dos Santos é Professor Universitário, e dirigente Estadual do PPS em Goiás.
[2] No Site do PPS www.pps.org.br, pode ser encontrado todas as posições coletivas por nós defendidas. No Link http://portal.pps.org.br/portal/showData/251119, pode ser encontrado um resumo de todas as  nossas lutas em todas as áreas.
[3] A defesa dos 10% do PIB para a Educação feita de forma guerreira pelo partido foi fruto de proposta minha para

terça-feira, 18 de junho de 2013

A força da Democracia





Tem sido bonito de ver o povo nas ruas. É preciso sair às ruas e lutar. É preciso sonhar.  A luta é de todos, e, aqueles que acreditara que as manifestações eram apenas por causa de 0,20 centavos na passagem dos transportes urbanos estão agora boquiabertos. É muito mais do  que tudo isso, afinal, lutar por trasnporte urbano de qualidade não coisa de pequena monta.
O que está por trás das manifestações que se espalham pelo país é a força da democracia se apresentando. Os democratas de todo país, os democratas do nosso Goiás estão se levantando. Não, não é apenas por causa do transporte coletivo, ou  mobilidade urbana, ou sustentabilidade, é por causa de tudo isso junto. O povo se mostra cansado da hipocrisia da políticagem e dos politiqueiros, destes homens que se apresentam como homens públicos mas que não possuem outros interesses que não sejam particulares.
O povo está se cansando de líderes religiosos que pregam uma falsa moral, uma falsa religião, falsos valores, e nas caladas da noite estupram as fiéis. O povo está cansado dos extremistas libertários que querem impor a todos os seus desejos insanos de uso de uma liberdade irresponsável que os autoriza a invadir templos, profanar locais sagrados como se fosse os guetos de sua própria existência.
O povo está cansado de homens que se fingem de progressistas para serem conservadores. Cansado destes  homens úteis com discursos feitos a ocupar as tribunas dos palácios e casas legislativas de onde destilam o mais pérfido desejo de utilizar o poder para satisfazer seus próprios vicios.
O povo está se cansando desta imprensa que se sente no direito de ser um poder discricionário, dos jornalistas que já se sentem os deuses do conhecimento, quando muitas vezes não possuem sequer a informação correta que desvenda a realidade imediata. O povo está cansado de viver de pão e circo e anseia para descobrir o propósito de existir e o direito de exercer o seu papel na história.
E eu, digo ao povo que cantem, que lutem, que busquem descobrir o propósito oculto da vida, do existir, do direito de sonhar e de viver o sonho que se sonhou, mas que não se esqueçam que é preciso paz, é preciso para poder sorrir, como já dizia Almir Sater. E aqueles que continuam acreditando que tem o monópolio do poder, do controle, eu vos digo: A luta está só começando.

PS. Dia 06 de julho, sábado das 10 as 13 horas, no Auditório da Faculdade Delta, estaremos conversando sobre desenvolvimento humano e o significado dos protestos atuais.