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segunda-feira, 28 de julho de 2014
Balanço Semanal da Campanha
A
semana que ora terminou 20 a 27/ 07, foi a primeira semana na qual não
alcançamos os objetivos pretendidos. Entretanto não foi uma semana perdida. As
razões para o não alcance dos objetivos teve vários fatores, mas creio que o
fator fundamental foi mesmo o modo como se dá a política no Brasil.
A
política está regida pelos mesmos mecanismos de um negócio e, desta forma,
transformou o voto em uma mercadoria qualquer. O mês de julho torna-se um mês
pouco interessante para “investir” ou “pagar” o preço de tal mercadoria. Daí
por que o mês de julho torna-se frio de campanha e mostra que será muito
difícil termos um debate verdadeiro.
O
jogo rasteiro da campanha já começou. Panfleto apócrifo, anônimo já se espalha
por todos os lados. Nós, porém, não entraremos nesta seara. Na semana que se
findou enviamos nossa proposta de Educação ao Presidenciável Eduardo Campos, de
quem estamos aguardando uma resposta. Fizemos antes mesmo da Revista Carta Capital publicar reportagem dizendo que os presidenciável esqueceram a Educação. Nosso desejo é que a campanha dele
enfrente o debate sobre Educação e assuma algumas de nossas propostas.
Transformar a Educação em debate nacional é um de nossas metas, que se não
alcançada nesta eleição, alcançaremos um dia.
Nesta
semana queremos, de alguma forma, começar a distribuir nossa carta impressa.
Queremos conversar com cada cidadão, alertar para a necessidade de que todos,
todos nós precisamos lutar por mudanças na educação. Duas reportagens chamam a
atenção para este fato, uma da Revista Exame e outra de Carta Capital, em um
bom sinal de que não estamos falando sozinho. Também, o grupo dos professores
Educadores em Goiás, ligados ao SIMSED, e o MPG _ Movimento dos professores de
Goiás, tem visto com simpatia a necessidade de um amplo debate. Nesta semana, procuraremos nos aproximar mais
destes grupos, para que possamos junto, colocar a educação no lugar que ela
precisa estar.
Agradeço
a todos aqueles que têm aderido a nossa campanha e ao debate. E peço a todos
aqueles que ainda não leram, que leiam nossa proposta de atuação política.
Afinal, “È preciso coragem pra mudar, e competência pra fazer diferente” A
Educação pede seu voto, - um voto pela Educação Prof. Nelson. 23.345.
terça-feira, 22 de julho de 2014
6ª Carta: Uma proposta de um verdadeiro “ Pacto pela Educação”
Prezados amigos, e especialmente pais de família que possuem filhos nas escolas
públicas, ou que sofrem para pagar uma escola particular, e, os colegas
professores que são humilhados anos após anos pelos governantes;
Esta
carta é especialmente sobre a educação. Talvez seja uma carta longa, mas peço
que leiam, são alguns minutos que pode lhe ajudar a tomar uma decisão que pode
mudar a vida de muitos e tornar nosso estado uma referência em Política
Educacional para o país.
A
Educação será o primeiro e mais importante eixo da minha atuação parlamentar, e
é a educação e a forma como tenho vivido as questões educacionais que me fez
candidato. Durante toda minha vida lutei por educação de qualidade e como professor nunca abri mão da formação integral
dos meus alunos. No Partido Popular Socialista ( PPS), já consegui feitos
notáveis, como junto com companheiros de outros estados colocar a Educação no
Centro das lutas partidárias e influenciamos toda a bancada federal do partido
a contribuir para importantes avanços na educação Nacional desde 2010. Ajudamos
a aprovar os 10% do PIB para a Educação, bem como os Royalties do Petróleo;
realizamos uma conferência nacional de educação para os militantes e dirigentes
partidários de todo país, visando colocar as bases partidárias na defesa de uma
educação de qualidade.
Em
Goiás, sempre me posicionei em defesa dos educadores. E desde 2010, cerrei
fileiras na defesa de um verdadeiro pacto pela educação. Sem alardes e sem demagogia tenho estado presente em todas as
lutas educacionais, mas a experiência de defender que o Partido como um todo
tome a luta educacional como prioritária fez-me perceber que esta luta carece
de um braço político, de parlamentares comprometidos com efetivação da
igualdade de oportunidades e da necessidade de que aqueles que defendem e lutam
por uma educação diferente do que ai está, tenham representantes legítimos nas
câmaras Municipais, Assembleias Legislativas, e na Câmara Federal.
Um
pacto pela Educação.
O
que proponho a sociedade goiana é utilizar a força de um mandato parlamentar na
assembleia para aprovar um verdadeiro pacto pela educação. Isso é possível se o
parlamentar que se propuser a isso possuir real independência do Governador,
uma aliança forte com as instituições e movimentos sociais da sociedade civil
organizada e a credibilidade diante de professores, pais e alunos.
Uma
Filosofia de Educação.
Não
existe pacto de educação se não houver antes uma definição de que tipo de
educação queremos para nossa sociedade. Nós propomos e queremos uma educação
humanista, a formação humana e integral do aluno. Na Educação que propomos nada
será restrito aos portões da escola, por que o que queremos é uma educação para
a vida, e não para o mercado de trabalho. Queremos seres humanos livres e não
máquinas a serviço de um processo de divisão social cada vez mais cruel.
Na
educação que propomos escolarização e formação humana terão seus limites
definidos, e ora, mesclados, por que temos consciência que a formação humana
acontece o tempo todo e em todos os lugares, daí por que o esporte, a cultura e
o lazer serão devidamente valorizados tanto no currículo quanto na prática.
Os
processos práticos _ A questão Econômica.
A
primeira coisa prática é o desenvolvimento de um pacto de mútua ajuda entre
pais, professores e estado, notadamente quanto aqueles que precisam da escola
pública e não possuem condições de dar aos filhos uma herança cultural. Daí por
que propomos um censo geral no Estado, envolvendo todas as famílias para um
balanço das condições que possui cada família de educar seus filhos sejam
aqueles que estão na escola pública ou privada para dimensionar a necessidade
de um pacto econômico entre o Estado e a Sociedade civil quanto às necessidades
educacionais latentes.
Em
seguida, o estado fará um levantamento
da situação de todas as escolas públicas e privadas – ( nas públicas já se sabe
como sofrem as famílias, mas nas privadas, procurar-se-á detectar o peso da
educação dos filhos no orçamento familiar). Feito, isso, o estado fará um programa
emergencial de correção da infraestrutura das escolas públicas e,
concomitantemente a busca de um diálogo com as escolas privadas que tiverem
disposição de participar de um esforço educacional, seja, o Estado concedendo
bolsas mínimas aos alunos necessitados e com bom desempenho escolar; ou por
meio de subsídios de impostos e taxas.
Por
fim, propor-se-á a Assembleia Legislativa o aumento do Gasto com educação para
35% das receitas Orçamentárias do Estado, considerando os investimentos em
Educação preventiva em Saúde, Sustentabilidade, Segurança pública, cultura de
paz, esporte e Lazer. Os gastos com infraestrutura no Estado, a educação, saúde
e segurança terão prioridade dentre as demais demandas. E um plano de combate à
corrupção e desvio do dinheiro público será desencadeado, buscando envolver
toda a população no esforço de preservação do bem comum.
Pais
e alunos.
Será
proposta a criação de uma Programa “Escola de pais” destinada a aumentar a
cultura geral, visando melhorar o desenvolvimento moral dos estudantes em idade
escolar.
Criação
de regras e punições para os pais que não acompanharem o desempenho dos filhos
na escola e não expliquem a razão da desistência dos mesmos da escola em idade
regular.
Criação
de uma Escola Modelo na Capital destinada a receber os melhores alunos que se
destacarem em todo o Estado, e uma bolsa de ajuda de custo para o
desenvolvimento intelectual daqueles alunos que estiverem superiores a média
regular.
Proposição
de um pacto entre professores, pais e alunos para recuperar a disciplina na
escola e autoridade do professor. Não acreditamos em formação humana onde não há disciplina e
os professores não possuem autoridade.
Proposição
a bancada federal do partido a fazer uma emenda a constituição federal
retirando a gratuidade e propondo mecanismos de financiamento dos estudos para
os alunos que desistirem da escola em idade regular e desejar, por alguma razão
retomar os estudos.
Aos
Educadores e Servidores da Educação.
Não
existe pacto pela educação que se sustente quando não se tem o apoio, adesão e
entusiasmo dos servidores da Educação e dos professores. Este foi o grande erro
do Governo de Goiás em 2010, acreditar que era possível melhorar a educação
estadual punindo os professores com a retirada da titularidade, que na minha
concepção e entendimento já era por lei um direito adquirido.
Daí
é que propomos:
1.
Reformulação do plano de carreira com
a participação ativa dos educadores, levando em conta investimentos na formação
continuada, e piso salarial; cuja defesa atuaremos junto a bancada federal do
partido para que seja defendido em âmbito federal a equiparação salarial de
todos os professores da Federação.
2.
Respeito aos níveis de titularidade e
fomação continuada na construção de uma proposta de meritocracia que valorize a
criatividade e o desempenho em serviço.
3.
Melhorias das condições de trabalho
criando espaços de participação, lazer, relação com os pais e famílias ( Escola
de pais), valorizando a autonomia e preservando a autoridade dos professores educadores.
4.
- O Trabalho Coletivo
deve voltar a ser um espaço pedagógico e não administrativo. A pauta não pode
ser tomada pelas demandas da SEE. Tendo em vista o acúmulo de serviço dos
professores, e principalmente respeito aos direitos trabalhistas, ou não se realizam
TC aos sábados ou que se remunere por esse serviço extra;
- Todo trabalho realizado fora do contexto de sala de aula deve ser remunerado à parte, ou contratados e/ou designados profissionais para tal. Avaliações externa, e quaisquer outras atividades não são obrigações dos professores;
- Todo trabalho realizado fora do contexto de sala de aula deve ser remunerado à parte, ou contratados e/ou designados profissionais para tal. Avaliações externa, e quaisquer outras atividades não são obrigações dos professores;
5.
- Excesso de carga
horária, serviço e burocracia. Professores com jornada em três turnos não se
encontram em condições de trabalho dignas e qualitativas. Respeito ao horário
de descanso e alimentação, com o novo horário de aulas de 50 minutos os professores
estão contando com apenas 45 minutos de horário de almoço.
6.
- Licença aos
professores para participar de eventos acadêmicos; e formações.
7.
- Resolver a
fragmentação da carga horária do professores em diversas unidades escolares.
(No município de Goiânia há um sistema de carga horária que é elogiado pelos
professores).
- Respeitar quantidade mínima de dias letivos do ano escolar, segundo a LDB são de 200 dias ou 800 horas;
- Respeitar quantidade mínima de dias letivos do ano escolar, segundo a LDB são de 200 dias ou 800 horas;
8.
Reforma ampla e urgente de todas as
unidades escolares;
9.
Ampliar a autonomia de gestão
democrática e financeira das Unidades escolares, fortalecendo o poder local;
10.
Defender o fim da aprovação automática
do aluno;
11.
Estimular
a participação discente, familiar e comunitária; Criação e fomento aos grêmios
estudantis e associação de pais e mestres;
12.
Atualizar currículo escolar com temáticas
latentes: Relações de gênero, orientação sexual, raça e etnia, religiosidade
respeitando sempre as diferenças entre as minorias.
13.
g) Criar ambiente
virtual de aprendizagem disponível para todos os alunos no Estado (AVA);
14.
- Na atualidade o espaço
escolar representa apenas uma parcela do espaço de aprendizagem dos alunos, e
necessário avançar e ocupar o espaço virtual para oferecer aos alunos uma
formação ampla, presente e contínua; Sugiro criar um Núcleo Escolar Virtual;
15.
Criar um fundo de
emergência a ser usado pelas escolas para situações em que não há como esperar
os processos regulares de aplicação de recursos; Sugiro um departamento plantonista
na seduc e um plano de utilização destes recursos;
16.
Criar um Núcleo de Excelência Esportiva;
Há uma demanda latente a respeito da formação de atletas, especialmente após a Copa do Mundo, há muito abandonada pelo Estado. É necessário retomar este trabalho
Há uma demanda latente a respeito da formação de atletas, especialmente após a Copa do Mundo, há muito abandonada pelo Estado. É necessário retomar este trabalho
17.
. Incluir serviços não
pagáveis por recurso escolar nos itens financiáveis, tais como: internet,
telefonia fixa e móvel, mão-de-obra (eletricistas, pintos, pedreiro, etc., criar departamento de manutenção por regionais
(subsecretarias).
18.
CONCURSO.- Faz 4 anos que não há concurso para
a pasta da educação; É necessário conter a política de contratos temporários
que contradiz a valorização profissional e a qualidade de ensino.
19.
Valorização dos
contratos;
- Equiparação salarial de efetivos e contratos conforme nível de formação; (Em outros estados, como no Tocantins não há diferencial de tabela salarial);
- Equiparação salarial de efetivos e contratos conforme nível de formação; (Em outros estados, como no Tocantins não há diferencial de tabela salarial);
20.
- Garantias trabalhistas
iguais a de efetivos, como férias e recessos;
21.
Agilidade no pagamento de erros salariais;
Sugiro um dispositivo legal para pagamento em folha complementar sempre que
houver erro;
22.
Parceria entre a FAPEG,
SEE, Universidades no Estado visando instituir a relação Ensino e Pesquisa
desde a Educação Básica.;
Epílogo.
Este
é por hora o que propomos como um pacto pela educação que possa ser
efetivamente implantado. Estas ideias são fruto de reflexão dos últimos quatro
anos, acompanhando a luta dos professores e as mazelas de nossa educação. É
claro, que quando propomos o aperfeiçoamento da gestão democrática significa
que não é uma proposta fechada, e sim, aberta a sugestões que primem pela responsabilidade
e efetividade prática. Muitos dirão que
não há recursos. Eu digo que há. A responsabilidade educacional só vai ser
efetivada quando tivermos a capacidade de ver a educação como investimento e
não como gasto. O nosso país precisa de educação.
Muitos
viram que propus duas emendas a constituição. Uma com respeito a gratuidade do
ensino, restringindo a mesma apenas aos alunos em idade regular; e a outra,
modificando os gastos dos recursos mediante descentralização das verbas. Como
deputado Estadual não poderei fazer isso diretamente, mas assim como propus no
Congresso Nacional do PPS, e nossos parlamenteares já lutaram pela educação,
tenho confiança de que nossa bancada acatará mais esta proposta nossa.
P.S.
Esta proposta, teve a contribuição direta do Professor Fabrício David Queiroz,
Professor do Cepae e PUC Goiás, e a
participação anônima de diversos professores e colegas de formação.
5ª carta: 3º Princípio: Efetivação da Igualdade de Oportunidades.
Prezados amigos, saudações a quem tem coragem;
A
igualdade é sempre um tema filosófico e polêmico. E não existe igualdade onde
não há parâmetros de respeito às diferenças. É por esta razão que não falamos
aqui de igualdade, simplesmente, ou de equidade, falamos de igualdade de
oportunidades. Acreditamos que todos nascem iguais, por esta razão todos devem
ter oportunidades iguais para começar a vida. Por si só, fica aqui implícito que concordamos
que é papel do estado erradicar a fome, e admitimos os avanços que tem havido
nas políticas sociais brasileiras nos últimos anos. Entretanto, não existe e
não haverá igualdade de oportunidades enquanto houver uma escola pobre para os
pobres e uma escola milionária para os milionários.
Daí
por que é a EDUCAÇÃO, o fundamento da
nossa atuação política. Jamais haverá igualdade de oportunidades se não
tivermos uma educação de qualidade para todos nos primeiros anos de vida. É,
para nós, dever do Estado garantir uma escola onde o aluno tenha reais
condições de aprendizagem e o professor tenha reais condição de promover,
aliado a um programa Família/Escola as condições de uma formação humana e
integral do aluno.
O
respeito as diferenças também definirá o tratamento dado as minorias. Nos
últimos anos, uma política de divisão da sociedade tem estimulado o “nós contra
eles”, pobres contra ricos, negros contra brancos, mulheres contra homens,
heterossexuais contra homossexuais. Não acreditamos que esta política de
divisão possa ser boa pra sociedade brasileira em longo prazo. O respeito as
minorias não pode se dar pela opressão da maioria. É preciso, pois rever, com
profundidade e seriedade o tratamento quem tem sido dado a tais questões, sob o
risco de que na busca da inclusão implantarmos um modelo injusto e que cerceia
a liberdade de muitos.
E
efetivação da igualdade é também a definição de limites entre os diferentes,
limites estes que precisam ser respeitados e definidos a partir de uma
discussão honesta e sincera, onde o diálogo seja o fundamento da construção de
leis claras de convivência social. Não será pregando a intolerância e a
agressividade que combateremos a violência e construiremos uma cultura de paz.
É pela tolerância, o respeito, e a clareza de intenções.
Por
fim, só haverá efetivação da igualdade se tivermos a coragem de valorizar o
mérito e punir os vícios existentes no interior da sociedade. Um exemplo
interessante me foi dado por um cidadão que me escreveu sugerindo que aquele
aluno que venha a desistir de frequentar a escola em idade regular continuar a
ter o direito de ter o auxilio do Estado, mas não nas mesmas condições dos
demais. Terá sua educação financiada e terá que devolver aos cofres do Estado o
gasto e o prejuízo causado ao estado pela sua desistência da escola em idade
regular.
A
luta pela efetivação da igualdade será uma das lutas mais árduas, por que não
será a luta de alguns meses ou anos; mas se tivermos coragem para mudar,
mudaremos. Se tivermos coragem de sermos honestos alcançaremos resultados
notáveis em poucos anos e goiás poderá ser um exemplo para os demais estados
Brasileiros.
É
por tudo isso, que mais uma vez, eu te convido. Se leu esta carta até aqui,
venha comigo, venha com novo sem medo de ser feliz. Vote Prof. Nelson. 23.345.
4ª Carta: 2º Princípio – Infraestrutura de qualidade.
Um
papel importante do parlamentar é fiscalizar a construção de obras públicas,
agindo em defesa do patrimônio público, acompanhando com atenção todas as
atividades do executivo. O parlamentar que não possui independência do
Governante pode fazer pouco pelo seu povo, torna-se capacho do executivo e mero
despachante dos interesses de grupos privados e pessoais de quem está no poder.
A
questão é: Como o parlamentar pode ser independente do executivo? É possível a
existência de um parlamentar ou político cuja preocupação seja o bem comum? Eu
digo que sim. Em todas as épocas da história da humanidade houveram homens
corruptos, degradados, aproveitadores da fé alheia, calhordas; como também em
todas as épocas houveram aqueles que se propuseram a se sacrificar em defesa
dos mais fracos, na luta pela liberdade, pelo combate a fome, a opressão. Então
se já houve em algum lugar do mundo, se foi possível ser honesto, lutar pela
liberdade, em defesa dos mais fracos e oprimidos, pode ser possível agora, se
estivermos disposto escolher o caminho da justiça.
O
primeiro passo, para um parlamentar poder trabalhar pelo bem comum nos nossos
dias, se dá pelo processo da campanha política. São noventa dias que definem o
mal e o bem que acontecerá nos quatro anos seguintes. Não vou me delongar aqui
sobre a necessidade dos cidadãos se filiarem nos partidos políticos para
definirem nas convenções os candidatos que melhor representam os anseios da
sociedade. Deixemos isso para outra ocasião, uma vez que para este momento já
está ultrapassado o tempo da mensagem. Basta dizer que são nos partidos e nas
convenções que as cartas são marcadas, os vitoriosos e os derrotados já saem
praticamente definidos e só um milagre pode mudar os rumos determinados pelos
que detém o controle, o poder e o dinheiro.
O
deputado que gasta milhões em uma campanha está condenado a ser corrupto. E as
condições antecipadas de se conseguir o financiamento é aceitar que será
corrupto, de onde se pode concluir que não existe corrupto inocente. Estamos
vendo deputados gastando milhões na atual
campanha, e eu afirmo: serão todos corruptos. Podem até ser que muitos
não apareçam nas páginas policiais, pode ser que escapem de aparecer envolvidos
em escândalos na mídia, mas serão corruptos, ainda que corruptos espertos o
suficiente para não serem pegos. A única forma de se financiar uma campanha sem
se aliar a corrupção é o financiamento público de campanha, uma campanha
simples e barata, e a contribuição direta de milhares de eleitores. Se não
houver uma participação decisiva dos eleitores não haverá mudança na política
brasileira de tão suja, podre e infectada que está.
Trabalharemos
já durante a campanha para nos manter longe desta miséria moral, e assim, poder
fiscalizar cada obra, cada destino do dinheiro público, sem medo de prestar
contas à sociedade das nossas ações, sem medo de denunciar o erro e a
corrupção. Abriremos ouvidoria em nosso gabinete para receber denúncias de todas
as obras inacabadas do estado, de todas as obras cuja aparência não tem o
sentido de melhorar a qualidade de vida do povo. E faremos isso, por que
sabemos da necessidade de boas estradas, prédios de qualidades para nossas
escolas, e tudo mais que se precisa para garantir o futuro dos nossos filhos.
Por
estas razões peço o seu voto. Prof. Nelson 23. 345.
3 ªCarta Política ao povo: Os três princípios Fundamentais
Os
três princípios que fundamentará nossa ação política como parlamentar serão: 1.
A busca de elaboração de leis claras, 2. a defesa do patrimônio público
incentivando a construção de uma infra-estrutura de qualidade; e 3. A efetivação da igualdade de oportunidades
Principio primeiro: Leis
Claras.
Hoje,
um dos maiores problemas no nosso país é a falta de leis claras. A Confusão das
leis contribui para o aumento das injustiças, a lentidão do judiciário, e, até
mesmo contribui para o aumento da corrupção e inépcia do serviço público. Um
dos papéis mais importantes do parlamentar na atualidade é contribuir para
tornar as leis mais claras, enxutas, e com condições efetivas de serem
aplicadas.
Exemplos
de leis que precisam da atenção dos parlamentares podem ser citadas: O Estatuto
da Criança e do Adolescente, O Estatuto do Idoso, A Lei Maria da Penha, As Leis
ambientais, as leis que se propõe a regulamentar o setor urbano dentre outras.
Em Goiás, muitas destas leis sequer estão regulamentadas no nível estadual.
Embora tenha sido criado conselhos estaduais nas mais referidas áreas citadas,
muitos deles funcionam precariamente e são, muitas vezes, instrumentos
políticos e não de uso efetivo para servir a população.
Um
exemplo típico é o Conselho Estadual dos Direitos Humanos. Embora em pleno
funcionamento pouco é feito no estado na luta contra o trabalho escravo, o
tráfico humano, e tantos outros males que assolam o nosso estado e faz aumentar
a violência e a degradação do ser humano. Outro exemplo, é o Conselho Estadual
de Educação, que viu sua autonomia ser dilapidada, e praticamente, chegou a ter
dificuldade de se posicionar durante o processo do malfadado “Pacto da
Educação”. Carece de um parlamentar que atue com serenidade e firmeza na defesa
destas instituições do Estado; carece da existência de uma atuação sólida,
trazendo propostas e caminhos que conduza a sociedade a novos rumos.
É
por esta razão mais que sou candidato. Nós podemos mudar o que está ai. Então
venha comigo. Vote por leis claras que governem a sociedade com justiça. Vote
Prof. Nelson. 23.345.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
2ª Carta ao Povo - Proposta de Atuação Parlamentar Prof. Nelson 23.345.
Caros amigos, amigas,
irmãos, familiares e todo povo Goiano.
A
elaboração de propostas de campanha de um candidato deve levar em consideração
o papel do cargo ao qual se propõe, e, no caso do candidato ao parlamento
estadual há severas limitações. Caso fique isolado, o deputado estadual pode
ter todo seu mandato limitado a fazer denúncias e, na tentativa de envolver a
sociedade no debate político. Há notícias de que em Goiás, os deputados
estaduais se transformaram em meros despachantes de luxo do governo,
verdadeiros “entregadores”, que fazem exatamente aquilo que o Governador manda
fazer.
Romper
com esta situação requer coragem de qualquer um que ousar tentar. Coragem no
sentido de ter sua esquadrinhada, de ser perseguido, e sofrer todos os tipos de
maledicência. Entretanto é preciso reequilibrar a balança. A sociedade precisa
de um parlamentar que tenha coragem para “parlamentar” e não apenas para
obedecer. Um parlamentar que tenha
coragem de propor, de fiscalizar, de denunciar, de ouvir a sociedade e defender
o equilíbrio da mesma. São por estas razões que me proponho ser um destes novos
parlamentares.
Não
se pode esperar de um parlamentar, vereador, deputado estadual, ou senador que
construa casas, tampe buracos, etc. Isso é papel do Executivo ( Prefeito,
Governador, e Presidente da República). O que se pode esperar é que o
parlamentar seja um cidadão de bem, e qualificado para compreender a sociedade
e propor medidas que ajude a torna-la mais justa. O papel do Parlamentar é
Parlar, falar, ouvir, dialogar – não somente com os governantes, mas com toda a
estrutura social, as instituições, os movimentos sociais organizados, etc. A existência do parlamento tem sentido quando
as diferenças existentes no seio da sociedade são respeitadas e o parlamentar
se torna o diplomata que ora dialoga, ora defende certos segmentos, ora
critica, ora propõe rumos a serem seguidos, sempre disposto a ouvir a maioria e
as minorias.
A
minha atuação como parlamentar será pautada por três princípios fundamentais e
sete eixos práticos. Com isso todo cidadão saberá acompanhar minhas atividades
nos próximos quatros anos e compreender que existe um espaço na política para
aqueles que querem servir ao bem comum e não se servir do bem comum. Na próxima
carta, nós exporemos os três princípios fundamentais, e a razão de cada um
deles, e nos textos seguintes, que publicaremos durante a campanha,
explicitarão os eixos práticos que norteará nossas ações.
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