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terça-feira, 22 de julho de 2014

5ª carta: 3º Princípio: Efetivação da Igualdade de Oportunidades.


Prezados amigos, saudações a quem tem coragem;

A igualdade é sempre um tema filosófico e polêmico. E não existe igualdade onde não há parâmetros de respeito às diferenças. É por esta razão que não falamos aqui de igualdade, simplesmente, ou de equidade, falamos de igualdade de oportunidades. Acreditamos que todos nascem iguais, por esta razão todos devem ter oportunidades iguais para começar a vida. Por  si só, fica aqui implícito que concordamos que é papel do estado erradicar a fome, e admitimos os avanços que tem havido nas políticas sociais brasileiras nos últimos anos. Entretanto, não existe e não haverá igualdade de oportunidades enquanto houver uma escola pobre para os pobres e uma escola milionária para os milionários.
Daí por que é a EDUCAÇÃO,  o fundamento da nossa atuação política. Jamais haverá igualdade de oportunidades se não tivermos uma educação de qualidade para todos nos primeiros anos de vida. É, para nós, dever do Estado garantir uma escola onde o aluno tenha reais condições de aprendizagem e o professor tenha reais condição de promover, aliado a um programa Família/Escola as condições de uma formação humana e integral do aluno.
O respeito as diferenças também definirá o tratamento dado as minorias. Nos últimos anos, uma política de divisão da sociedade tem estimulado o “nós contra eles”, pobres contra ricos, negros contra brancos, mulheres contra homens, heterossexuais contra homossexuais. Não acreditamos que esta política de divisão possa ser boa pra sociedade brasileira em longo prazo. O respeito as minorias não pode se dar pela opressão da maioria. É preciso, pois rever, com profundidade e seriedade o tratamento quem tem sido dado a tais questões, sob o risco de que na busca da inclusão implantarmos um modelo injusto e que cerceia a liberdade de muitos.
E efetivação da igualdade é também a definição de limites entre os diferentes, limites estes que precisam ser respeitados e definidos a partir de uma discussão honesta e sincera, onde o diálogo seja o fundamento da construção de leis claras de convivência social. Não será pregando a intolerância e a agressividade que combateremos a violência e construiremos uma cultura de paz. É pela tolerância, o respeito, e a clareza de intenções.
Por fim, só haverá efetivação da igualdade se tivermos a coragem de valorizar o mérito e punir os vícios existentes no interior da sociedade. Um exemplo interessante me foi dado por um cidadão que me escreveu sugerindo que aquele aluno que venha a desistir de frequentar a escola em idade regular continuar a ter o direito de ter o auxilio do Estado, mas não nas mesmas condições dos demais. Terá sua educação financiada e terá que devolver aos cofres do Estado o gasto e o prejuízo causado ao estado pela sua desistência da escola em idade regular.
A luta pela efetivação da igualdade será uma das lutas mais árduas, por que não será a luta de alguns meses ou anos; mas se tivermos coragem para mudar, mudaremos. Se tivermos coragem de sermos honestos alcançaremos resultados notáveis em poucos anos e goiás poderá ser um exemplo para os demais estados Brasileiros.
É por tudo isso, que mais uma vez, eu te convido. Se leu esta carta até aqui, venha comigo, venha com novo sem medo de ser feliz. Vote Prof. Nelson. 23.345.

             

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