Caros amigos, amigas,
irmãos, familiares e todo povo Goiano.
A
elaboração de propostas de campanha de um candidato deve levar em consideração
o papel do cargo ao qual se propõe, e, no caso do candidato ao parlamento
estadual há severas limitações. Caso fique isolado, o deputado estadual pode
ter todo seu mandato limitado a fazer denúncias e, na tentativa de envolver a
sociedade no debate político. Há notícias de que em Goiás, os deputados
estaduais se transformaram em meros despachantes de luxo do governo,
verdadeiros “entregadores”, que fazem exatamente aquilo que o Governador manda
fazer.
Romper
com esta situação requer coragem de qualquer um que ousar tentar. Coragem no
sentido de ter sua esquadrinhada, de ser perseguido, e sofrer todos os tipos de
maledicência. Entretanto é preciso reequilibrar a balança. A sociedade precisa
de um parlamentar que tenha coragem para “parlamentar” e não apenas para
obedecer. Um parlamentar que tenha
coragem de propor, de fiscalizar, de denunciar, de ouvir a sociedade e defender
o equilíbrio da mesma. São por estas razões que me proponho ser um destes novos
parlamentares.
Não
se pode esperar de um parlamentar, vereador, deputado estadual, ou senador que
construa casas, tampe buracos, etc. Isso é papel do Executivo ( Prefeito,
Governador, e Presidente da República). O que se pode esperar é que o
parlamentar seja um cidadão de bem, e qualificado para compreender a sociedade
e propor medidas que ajude a torna-la mais justa. O papel do Parlamentar é
Parlar, falar, ouvir, dialogar – não somente com os governantes, mas com toda a
estrutura social, as instituições, os movimentos sociais organizados, etc. A existência do parlamento tem sentido quando
as diferenças existentes no seio da sociedade são respeitadas e o parlamentar
se torna o diplomata que ora dialoga, ora defende certos segmentos, ora
critica, ora propõe rumos a serem seguidos, sempre disposto a ouvir a maioria e
as minorias.
A
minha atuação como parlamentar será pautada por três princípios fundamentais e
sete eixos práticos. Com isso todo cidadão saberá acompanhar minhas atividades
nos próximos quatros anos e compreender que existe um espaço na política para
aqueles que querem servir ao bem comum e não se servir do bem comum. Na próxima
carta, nós exporemos os três princípios fundamentais, e a razão de cada um
deles, e nos textos seguintes, que publicaremos durante a campanha,
explicitarão os eixos práticos que norteará nossas ações.

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