Nova Legenda
Professor Nelson esclarece dúvidas sobre o partido Mobilização Democrática
Soares destaca intenções da nova sigla e comenta como será a formação do diretório estadual do MD em Goiás
Marcello Dantas / Jornal Opção
Professor acredita que em Goiás a Mobilização Democrática vá nascer mais forte que o PMN e o PPS
Marcello Dantas
O professor universitário Nelson Soares dos Santos esteve no Jornal Opção para esclarecer algumas dúvidas sobre a fusão entre o Partido Popular Socialista (PPS, de número 23) e o Partido da Mobilização Nacional (PMN, de número 33), que resultou na criação de uma nova legenda: Mobilização Democrática (MD, ainda sem número). Ele também falou sobre a confusão que paira sobre a formação do diretório estadual do novo partido em Goiás.
Ele lembra que há uma nota oficial no site do PPS e do PMN definindo os critérios de como serão organizados os diretórios estaduais da Mobilização Democrática – ditados pela executiva nacional da nova sigla durante conferência de três dias realizada em Brasília antes do lançamento da nova legenda – e que pode ser aplicado em todos os Estados. O critério é que a presidência do diretório estadual da MD fique com o deputado federal do PMN que tenha sido mais votado nas eleições de 2010 e o restante do diretório e da executiva ficaria com o PPS.
Porém, Goiás não tem representante nem pelo PMN nem pelo PPS na Câmara dos Deputados. Assim, o cargo fica ao partido que tenha cadeira na Assembleia Legislativa – seguindo os mesmos critérios de votação. Neste caso, o PMN conta com o parlamentar Elias Junior, que passaria a comandar então o diretório estadual da Mobilização Democrática. De acordo com Darlan Braz, presidente do PPS Municipal de Goiânia, na formação das agremiações será considerado também outro aspecto. Onde um membro oriúndo do PPS ocupar a direção, por exemplo, um partidário do PMN poderá contar com um cadeira a mais na executiva e no diretório, proporcionando maior dinamização nas deliberações.
Seguindo a hierarquia nacional, Nelson Soares justifica que o diretório em Goiás seria formado por um quantitativo de 40% de membros do PPS, 40% de autoridades do PMN e os outros 20% seriam ocupados por deputados, vereadores, prefeitos e outros políticos interessados em realizar a filiação na MD durante a chamada janela. Esse período tem o prazo de um mês e começa a valer a partir do momento em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizar o registro do partido.
“Está retardado o registro da MD no TSE. Foi um golpe desesperado e tiraram proveito da situação”, comenta o professor. Para ele, a manobra feita pela bancada do PMDB e PT na Câmara dos Deputados, onde foi aprovado rapidamente o projeto de lei que proíbe que novas legendas transfiram o tempo de televisão e de rádio, além dos recursos financeiros, dos outros partidos para o novo partido.
A tendência é que nos próximos meses o partido da Mobilização Democrática se fortaleça. Nelson Soares acredita que em Goiás o MD vá nascer mais forte que o PMN e o PPS. Ele adianta que coordenações que o PMN não têm atualmente, como o PPS Mulher, serão aperfeiçoadas com a formação da executiva estadual, como é o caso da Juventude Democrática.
A princípio, a intenção da MD é ouvir a sociedade antes de chegar às eleições de 2014. Para isso, o professor Nelson Soares afirma que a Fundação Astrogildo Pereira – que atua em âmbito nacional – em Goiás vai realizar seminários para saber das demandas apontadas pelos goianos, fazendo com que a nova sigla surja de maneira representativa e democrática.
Um seminário já foi realizado e teve como tema a reforma tributária. O palestrante foi o deputado federal por São Paulo, Arnaldo Jardim. Outra maneira de fortalecer uma possível alternativa política no Estado seria o maior diálogo entre MD, a Rede Sustentabilidade – partido criado pela ex-senadora Marina Silva –, e o PSB, que tem o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como o maior líder. O objetivo é quebrar a hegemonia nacional entre o PT e o PMDB.
O professor universitário Nelson Soares dos Santos esteve no Jornal Opção para esclarecer algumas dúvidas sobre a fusão entre o Partido Popular Socialista (PPS, de número 23) e o Partido da Mobilização Nacional (PMN, de número 33), que resultou na criação de uma nova legenda: Mobilização Democrática (MD, ainda sem número). Ele também falou sobre a confusão que paira sobre a formação do diretório estadual do novo partido em Goiás.
Ele lembra que há uma nota oficial no site do PPS e do PMN definindo os critérios de como serão organizados os diretórios estaduais da Mobilização Democrática – ditados pela executiva nacional da nova sigla durante conferência de três dias realizada em Brasília antes do lançamento da nova legenda – e que pode ser aplicado em todos os Estados. O critério é que a presidência do diretório estadual da MD fique com o deputado federal do PMN que tenha sido mais votado nas eleições de 2010 e o restante do diretório e da executiva ficaria com o PPS.
Porém, Goiás não tem representante nem pelo PMN nem pelo PPS na Câmara dos Deputados. Assim, o cargo fica ao partido que tenha cadeira na Assembleia Legislativa – seguindo os mesmos critérios de votação. Neste caso, o PMN conta com o parlamentar Elias Junior, que passaria a comandar então o diretório estadual da Mobilização Democrática. De acordo com Darlan Braz, presidente do PPS Municipal de Goiânia, na formação das agremiações será considerado também outro aspecto. Onde um membro oriúndo do PPS ocupar a direção, por exemplo, um partidário do PMN poderá contar com um cadeira a mais na executiva e no diretório, proporcionando maior dinamização nas deliberações.
Seguindo a hierarquia nacional, Nelson Soares justifica que o diretório em Goiás seria formado por um quantitativo de 40% de membros do PPS, 40% de autoridades do PMN e os outros 20% seriam ocupados por deputados, vereadores, prefeitos e outros políticos interessados em realizar a filiação na MD durante a chamada janela. Esse período tem o prazo de um mês e começa a valer a partir do momento em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizar o registro do partido.
“Está retardado o registro da MD no TSE. Foi um golpe desesperado e tiraram proveito da situação”, comenta o professor. Para ele, a manobra feita pela bancada do PMDB e PT na Câmara dos Deputados, onde foi aprovado rapidamente o projeto de lei que proíbe que novas legendas transfiram o tempo de televisão e de rádio, além dos recursos financeiros, dos outros partidos para o novo partido.
A tendência é que nos próximos meses o partido da Mobilização Democrática se fortaleça. Nelson Soares acredita que em Goiás o MD vá nascer mais forte que o PMN e o PPS. Ele adianta que coordenações que o PMN não têm atualmente, como o PPS Mulher, serão aperfeiçoadas com a formação da executiva estadual, como é o caso da Juventude Democrática.
A princípio, a intenção da MD é ouvir a sociedade antes de chegar às eleições de 2014. Para isso, o professor Nelson Soares afirma que a Fundação Astrogildo Pereira – que atua em âmbito nacional – em Goiás vai realizar seminários para saber das demandas apontadas pelos goianos, fazendo com que a nova sigla surja de maneira representativa e democrática.
Um seminário já foi realizado e teve como tema a reforma tributária. O palestrante foi o deputado federal por São Paulo, Arnaldo Jardim. Outra maneira de fortalecer uma possível alternativa política no Estado seria o maior diálogo entre MD, a Rede Sustentabilidade – partido criado pela ex-senadora Marina Silva –, e o PSB, que tem o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como o maior líder. O objetivo é quebrar a hegemonia nacional entre o PT e o PMDB.
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