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sábado, 20 de setembro de 2014

A Bravura Serena


Nelson Soares dos Santos
A bravura, como sinônimo de Coragem, foi uma das virtudes mais louvadas pelos antigos e ainda é extremamente admirada pelos modernos. Já a serenidade era característica daqueles que no processo de amadurecimento já havia alcançado a sabedoria. A serenidade era a virtude dos velhos, a coragem a virtude dos jovens. Quando li, recentemente, o livro de Bóbbio “O elogio da Serenidade”, fiquei matutando se era possível a serenidade da qual Bóbbio se referia, qual seja, a coragem para decidir dotada de sabedoria.
A viagem da minha primeira missão representando a Direção Nacional do Partido Popular Socialista atrasou uma hora. E por este fato não pude assistir a entrevista coletiva de Marina Silva, que veio dialogar com o movimento negro da Coligação “Unidos pelo Brasil” , na cidade de Salvador Bahia . Tendo sido o propositor da reorganização da Coordenação Nacional de Combate ao Racismo do PPS, fui incumbido pelo Presidente Deputado Roberto Freire de participar da reunião representando o Partido.
Composta a mesa dos trabalhos reinava um clima de paz e tranquilidade no recinto. Não parecia uma reunião política. Ao meu lado, o Vereador de Salvador Silvio Humberto transmitia uma ar de camaradagem e familiaridade típica dos baianos ou aquele espírito que me fazia lembrar as lutas de Stivo Bico, e qual não foi minha surpresa ao descobrir logo em seguida que o vereador é um guerreiro contra o racismo inspirado no velho Stivo Bico. Depois de alguns minutos, Marina Silva Chegou ao Recinto. De perto a futura presidente parece ainda mais magra, pequena, quase uma planta do cerrado que mesmo sem o alimento da terra fértil e da água insistiu em crescer e dar frutos. Após cumprimentar a todos da mesa, sentou-se serenamente, ouviu a todos com ar simpático, serenidade no olhar e paciência na alma.
Ao final, falou serenamente e com aquela coragem tão rara nos nossos dias. A coragem fatual de quem sabe que possui um dever a cumprir, princípios a seguir, limites a obedecer e um compromisso inadiável com a humanidade. Sim, Marina Silva tem a consciência do papel do Brasil como país pode jogar no cumprimento do destino de todos os povos. Ao fazer o compromisso com o laicismo do Estado o fez com aquela firmeza e constância somente digna dos grandes homens que estão condenados a deixar sua marca no destino da humanidade.
Marina Silva é a candidata mais preparada para Governar o Brasil hoje. Pode se dizer o que quiser de Marina, mas eu vi com os meus olhos. Até mesmo o cansaço de um longo dia de trabalho parece como um entregar-se sacrificador em nome da causa que defende. Hoje, depois de estar ouvindo cada palavra pude ver as virtudes de um estadista. Não era um teatro, não era Aécio Neves. Não era um boneco ventríloquo, não era Dilma. Era Marina Silva, a futura presidente do Brasil.


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Cinco Razões para Votar em Marina


Nelson Soares dos Santos[1]
Candidata com possibilidades de vitória Marina Silva passou a ser alvo de criticas tanto do PT ( Partido dos Trabalhadores) quanto do PSDB ( Partido da Social democracia Brasileira) via Aécio Neves e seus correligionários. Fosse só a crítica deveríamos encarar como um debate político, mas o que se está vendo é uma verdadeira enxurrada de mentiras, calúnias e toda forma de baixaria possível nunca vista em eleições democráticas. Tais mentiras e ilações mais do que desconstruir Marina depõe contra o próprio regime democrática, pois induz o povo a fazer a escolha do voto baseado em mentiras.  Infelizmente o PSDB que deveria ser um parceiro das oposições resolveu, no desespero de se ver tornar um minúsculo partido, bater da cintura para baixo igualando-se ao PT. Ao ver que as pesquisas detectam que Marina cai nos municípios que possuem até 200 mil eleitores, fica claro que estes eleitores estão sendo enganados por uma pesada máquina patrimonialista que envolve tanto a dependência material quanto cultura e espiritual de uma mídia sem nenhum escrúpulo. É por esta razão que apresento aqui 05 razões para votar em Marina:

01 – Aprofundar a Democracia.

Votar em Marina significa exercer o direito democrático da alternância de poder, que infelizmente, algumas pessoas insistem em não compreender a máxima tão conhecida: “ O preço da liberdade é a eterna vigilância”. Ao colocar o poder nas mãos de um grupo e ou de um partido político por tantos anos, ( Já se foram 12 anos nas mãos do PT na esfera federal), este grupo ou partido tem a tendência natural de se corromper, desgastar e esquecer as razoes pelas quais foram escolhidos. Alternar o poder em uma democracia é uma forma de vigilância que garante a defesa do bem comum, a liberdade de expressão, e, o aprofundamento da democracia. Além disso, Marina vai exercitar ao máximo o jogo democrático criando novas formas de relacionamento entre o Estado e os movimentos sociais, no que o seu programa de governo chama de “democracia de alta intensidade”.

02. Aprofundar a luta conta as desigualdades.

Todo governo que se propõe a fazer mudanças tem certo limite. No caso do PT, é preciso ter coragem de dizer que o PT deu boas contribuições a sociedade, sobretudo na área social, certo investimento em Educação ( ainda que na minha opinião com rumos equivocados), conseguiu até agora manter a economia dentro de certos parâmetros ( ainda que agora vemos a inflação ameaçar a todos) e, vivemos sim, não sem luta, um período de democracia. Entretanto, o PT se encontra no limite. Aliou-se com o que tem de mais conservador na política brasileira como Paulo Maluf,  Jader Barbalho, Sarney, etc. Para continuar este movimento de avanços nas causas sociais é preciso avançar  um pouco mais e se desvencilhar destas companhias. Marina Silva é esta oportunidade. Com Marina a luta contras as desigualdades pode avançar por que é uma oportunidade de fazer uma boa reforma política e combater a corrupção que tanto desvia dinheiro  público neste país.

03 – Construção de uma Política Humanista ou “NOVA POLÍTICA”.

O PSB, é um partido que sempre teve uma tradição social democrata avesso a ditaduras. E hoje, a forma como se gere o país coloca-nos sob a ameaça de uma ditadura da maioria manipulada sobre uma minoria que trabalha e produz que pode não ser bom para as futuras gerações. A luta pela igualdade social, igualdade racial e todas as formas de igualdade não deve ser construída pela força, mas sim, por alto investimento em Educação e serviços públicos de qualidade.

4ª – Rediscutir o Papel do Estado.

 A instituição do Estado se encontra em crise. É preciso rediscutir o papel do Estado na sociedade. De um lado está o chamado estado mínio do neoliberalismo, de outro um excesso de concentração de poder e de regulação que leva o Estado a querer regular até a vida privada os indivíduos. Por estar muito tempo no poder o PT perdeu a força para discutir com a sociedade civil e o mercado qual papel de cada um na construção do futuro, sobretudo, por que os governos atuais estão imersos e dominados até a alma pelo mercado. O Programa de Governo de Marina Presidente propõe esta discussão sobre o papel do Estado, o que nenhum outro candidato teve a coragem de apresentar até o presente momento.
5ª. Por que sim, por que é hora de mudar.

O PT ficou 12 anos no Poder. E fez algumas coisas, outras nem tanto. A verdade é que muita coisa já não vai bem. O PIB já não cresce há vários anos. Os Estados estão endividados. Muitas grandes prefeituras estão quebradas. Muitas reformas precisando ser feitas. O Pacto federativo precisando ser discutido. O endividamento familiar só aumentando. A economia já não vai bem. Então é hora de mudar, renovar o time. E quando chega a hora de mudar as coisas só se ajeitam mudando.
O que precisamos entender é que o Brasil tem direito a mudar. Faz parte do exercício da democracia optar por algo ainda não experimentado. Montar um time novo, propor novas experiências, aprofundar escolhas. Votar em Eduardo Campos é optar por um socialismo de novo tipo, um socialismo humanista que se de um lado se preocupa com a igualdade, com o combate a fome, a pobreza e a tantos males que assola a sociedade, não se esquece de que cada cidadão precisa aprender a receber com uma mão e a doar com a outra. Votar em MARINA é aprofundar o sentido de ser cidadão e de se exercer a cidadania.






[1] Nelson Soares dos Santos é Mestre em Educação Brasileira, Professor Universitário e Membro da Direção Nacional do Partido Popular Socialista.

A Escola Pública e o Racismo Institucional.


Nelson Soares dos Santos[1]
Goiás com a nota 3.8, tem a melhor Educação do Brasil, e, por esta razão comemora alegremente o Governador Marconi Perillo. O que muitos não percebem é que esta melhor Educação do Brasil está 0,1 ponto abaixo da média minimamente aceitável e portanto é uma educação reprovada. Outras curiosidades é ainda menos percebidas, por exemplo: A média nacional da escola privada ficou em 6,9, e esta mesma média da educação privada em Goiás, ficou em 5.7.  Pior é saber que os pais dos filhos que estudam nas escolas privadas não estão satisfeitos com desempenho destas escolas e que muitos como o próprio Governador mandam seus filhos para outros estados ou mesmo para a Suíca.
A pergunta que tem que ser feita é: Quem estuda na escola pública? Quem estuda na escola privada? Quem estuda na escola pública em Goiás? E quem estuda na escola privada em Goiás? A resposta a estas perguntas pode nos dizer o que realmente pensa o Governador sobre o desempenho da escola pública em Goiás, e, mesmo da escola privada. Vamos as estatísticas por aproximação. Mais de 80% são negros, e 100% dos que estudando nas escolas públicas são pobres. Explicando: quem estuda na escola pública é negro e pobre, ou qualquer outra coisa desde que seja pobre. Simplificando: ninguém que tem a mínima condição financeira de colocar um filho na escola privada deixa-o na escola pública.
Daí surge minha tese: a existência da escola pública da qual um governador tem coragem de comemorar uma nota abaixo da média minimamente aceitável é uma prova inequívoca da existência de um racismo institucional, uma vez que a maioria dos pobres é negra não existe interesse destes mesmos governos de transformar a escola pública em escola de qualidade, ou na pior das hipóteses há um descaso destes governantes com a luta contra a pobreza ou a emancipação social no sentido de construção de uma verdadeira cidadania. E assim, eu posso afirmar: Marconi e Dilma Roussef são racistas, pois nada fez em 12 anos, para mudar a realidade de uma massa de negros que se tivessem tido acesso a uma escola de qualidade teriam construído uma verdadeira cidadania.
Nenhuma luta contra o racismo, nenhuma luta contra o machismo, nenhuma luta contra a homofobia ou qualquer outra forma de preconceito, terá sentido se não se fizer uma revolução na educação brasileira. A escola pública no Brasil tem se transforma em um gueto que impede a emancipação social das minorias. E no caso da minoria negra ( que na verdade é uma maioria), a escola pública tem se transformado em um grande obstáculo a emancipação social. E não quero aqui negar nenhum dos males da escola privada no Brasil, que carente de um currículo humanizado não consegue combater as formas de preconceito, expondo os jovens negros, mulheres, e LGBTs, a formas de discriminação tão cruéis que muitas vezes compromete o futuro e o desempenho dos mesmos. Entretanto, urge que olhemos para escola pública, pois esta se transformou em uma máquina de assassinato em massa de jovens e do próprio futuro país.
Quando vejo Marconi comemorando os números da educação em Goiás, é como ouvi-lo dizer: “uma educação ruim é o máximo que esta negrada merece. Negros e pobres não precisam de educação de qualidade. Está bom demais assim. Devemos ficar felizes e comemorar, isso é muito mais do que eles merecem”. Isso é racismo, é preconceito, é desprezo para com os seres humanos que estudam na escola pública. É não reconhecer que todos os indivíduos nascem com  talentos e potencialidades que não depende de sua classe social, raça ou opção sexual. A educação pública em  Goiás e no Brasil é desumana, cruel e excludente. E por isso que precisamos de um novo modelo de educação, de um novo modelo de governo, democratizar a democracia e tratar todos os cidadãos como seres humanos dando a cada um da possibilidade de desenvolver suas potencialidades latentes.



[1] Nelson Soares dos Santos é Professor Universitário e membro da Direção Nacional do Partido Popular Socialista.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

12ª Carta Política - Marconi Perillo e a Educação.


Nelson Soares dos Santos

Muitos tem questionado se minha posição de votar contra Marconi pode prejudicar-me na política. A resposta é sim, claro que pode. Principalmente se Marconi for eleito e eu não. Embora o Partido nacionalmente se aliou ao PSB, aqui em Goiás é da coligação que apoia Marconi e não será fácil justificar minha posição nem tão pouco enfrentar os interesses de grupos que existem na política. O que levou-me, no entanto, a tal posição foi o fato de não conseguir ser ouvido nem pelo novo presidente do meu partido, Marcos Abrão, na questão da educação, e nem pela Coordenação da Campanha do Governador e, tão pouco,  pelo Próprio Governador, que nunca apertei a mão dele mais gordo ou mais magro. Eu tinha esperanças que O Governador reconhecesse que o Pacto pela Educação foi um grande erro, que retirar a titularidade dos professores foi uma aberração, que não cumprir com piso nacional tenha sido inaceitável.
Durante quatro anos posicionei contra o pacto pela educação, escrevi artigos, alertei, conversei com professores e educadores sobre a questão. E mesmo que o PPS, tenha sempre estado na base do Governo nunca me omiti. E o fiz, consciente de que a nossa posição é de auxiliar a sociedade a compreender quais são os melhores caminhos que se deve escolher. Lutei para tirar o PPS da base do Governador, infelizmente, fui minoria no partido. Este é o problema da escolha daqueles que querem o melhor para a sociedade se negarem a se filiarem em um partido político. As decisões de plano de governo e coligação são feitas por dirigentes partidários escolhidos pelos filiados e enquanto nos partidos estiverem uma maioria que fazem política pensando no próprio umbigo a preocupação com o bem coletivo sempre estará em segundo plano.
Quando vi a comemoração estapafúrdia de um resultado que embora seja, de fato, a melhor posição não alcançou sequer a nota mínima esperada, é  como se um aluno comemorasse ter tirado a melhor nota da sala, em uma turma onde todos foram reprovados; percebi que não dava mais para continuar, e era preciso correr o risco de dizer a sociedade: Não, este não é o melhor plano educacional. É preciso que no mínimo se faça a alternância de poder em Goiás. Não fiz nenhuma negociata, não estou apoiando nenhum candidato da oposição, até por que todos são frágeis na questão educacional e ainda não se apresentou um plano ou projeto consistente. Mas tenho segurança de que a alternância de poder pode ajudar a estabelecer o diálogo, com o que ai está, é impossível de acontecer.
Durante quatro anos eu insisti, escrevi artigos, falei, e não fui ouvido. Foram mais de 80 mil professores que viram seus salários serem diminuídos, perderam a titularidade e, tenho certeza, fez faltar o alimento aos filhos, o conforto , o lazer, pois imagine você, perder 300, 400, e até 700 reais em uma categoria que os melhores salários não passam de 04 mil reais. Posso imaginar o sofrimento destas famílias, dos filhos destes professores, que por trabalharem mais de 60 horas, muitas vezes veem os filhos se transformarem em marginais por que não possuem tempo para educar os próprio filhos. Eu me lembro da época da greve, lágrimas no rosto de diversos professores. Não, não se pode esquecer tamanho sofrimento. Não se pode aceitar tudo isso e continuar dizendo: Sou humanista.
Eu apelo a cada professor que faça valer agora o poder que nós educadores temos. Converse com seus alunos, com os pais, e todos aqueles que passaram por vocês. A alternância de poder em Goiás é de máxima importância, e sobretudo, os professores assumirem uma posição ativa neste processo. Agora é a hora de fazer a mudança. E aproveito para pedir o voto de todos vocês. Eu contando com o voto de cada um, a educação terá um interlocutor na defesa de uma sociedade diferente do que ai está, um defensor da valorização do professor, de oportunidades iguais de educação para todos. Vamos mudar agora. Vamos para urna, vamos valorizar a democracia, a gestão democrática nas escolas. Vem comigo: Dê um voto pela educação. Deputado Estadual: Prof. Nelson 23.345.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Sobre Aécio, Marina, Marimar, Marconi e a Educação.



Vi hoje no DM, o Presidente Estadual do PPS, afirmar que ele e o PPS de Goiás apoia a candidatura de Aécio Neves. Todos tem visto que eu apoio e tenho feito campanha para Marina Silva Presidente. Devo informar que no campo nacional o PPS está coligado com o PSB, que o Congresso Nacional do Partido ( Instância máxima), decidiu que o partido apoiara para presidente a candidatura do PSB. Tal posição foi reafirmada após a morte de Eduardo Campos. Eu, particularmente, e acredito, a maioria do PPS que durante 04 anos trabalhou por mudanças políticas em Goiás apoiam a posição Nacional do Partido de apoio a candidatura de Marina Presidente. Tanto é verdade que alguns destes dirigentes partidários estão envolvidos no chamado Movimento MariMar.
É também verdade que a direção nacional deixou os partidos livres nos estados para apoiar candidatos da oposição ao lulo-petismo, e que portanto, a decisão do Presidente Estadual do Partido Marcos Abrão não fere as decisões congressuais do partido, entretanto, não representa o pensamento daqueles que trabalham por anos na construção do partido em goiás, e sim, reflete os compromissos do Deputado com o Governador Marconi, uma vez que este se filiou ao partido nos últimos minutos dos prazos eleitorais e com o objetivo de disputar as eleições. É até natural que não tenha incorporado os sonhos e ideais do partido.
Eu reafirmo todo discurso e prática política que tive nos últimos 04 anos. Apoiar mudanças que faça avançar a educação, a valorização do professor, a busca por oportunidades iguais de educação para todos. E aproveito para dizer a todos aqueles que me seguem que minha voz não foi ouvida pelo atual Governador na questão da Educação. Eles acreditam que a educação está bem, está ótima. Eu não acredito. Acredito que a Educação em Goiás, como mostram os números, está um décimo abaixo da média mínima esperada, e por isso está liderando a ruindade da educação brasileira. Se quisermos mudar a educação temos que valorizar de verdade os professores, reformar as escolas, alterar o currículo, democratizar o processo de ensino-aprendizagem.
Independente das consequências políticas que esta declaração possa ter, quero dizer publicamente que não acredito que o caminho seguido pelo Governador Marconi para Educação em Goiás seja o melhor caminho. Pelo contrário, nega a gestão democrática, suprime direitos dos professores, não valoriza a carreira do magistério e ainda cria uma falsa ilusão na Cabeça dos nossos jovens.
Com esta posição, espero que tenha ficado claro, que doravante estarei trabalhando no campo da oposição ao atual governador, pois este não representa o que defendo para a sociedade e especialmente para a educação.

Continuarei minha luta por conscientizar a sociedade de que devemos e precisamos de oportunidades iguais de educação para todos e que não é possível fazer isso sem que tenhamos um projeto real de valorização da carreira do magistério, de respeito ao educador, um projeto de educação humanista. Quem portanto votar em mim em 05 de outubro estará de fato dando um voto pela educação. Nelson Soares dos Santos.. Deputado Estadual, 23.345.